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Com o regresso de Donald Trump à Casa Branca, o que acontece aos processos judiciais contra ele?

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Ao representar-se perante os eleitores para regressar à chefia do poder executivo americano, Donald J. Trump não tinha em mente apenas servir os interesses do seu país, mas também os seus próprios. O antigo – e agora o próximo – O Presidente dos Estados Unidos é alvo de acusações apresentadas em quatro casos distintos. No entanto, o seu regresso à Sala Oval em Janeiro próximo deverá pôr fim a pelo menos dois dos quatro processos instaurados contra ele, e põe em causa a sobrevivência jurídica dos outros dois casos.

A tentativa de anulação dos resultados das eleições presidenciais de 6 de janeiro de 2021

Acusado desde 2 de agosto de 2023 por tentar anular os resultados das eleições presidenciais de 2020 e impedir a certificação dos resultados pelo Congresso em 6 de janeiro de 2021, Donald Trump não deveria mais se preocupar com estas graves acusações de “conspiração contra os Estados Unidos”.

O promotor especial, Jack Smith, que está investigando este caso e a questão da ocultação de documentos confidenciais em sua residência em Mar-a-Lago, pediu a um juiz em Washington na sexta-feira, 8 de novembro, que suspendesse o processo judicial até 2 de dezembro para “dê tempo ao governo para avaliar esta circunstância sem precedentes e determinar o melhor curso de ação.”

O Departamento de Justiça dos EUA proíbe um presidente em exercício de ser indiciado pelo judiciário federal. Esta política, em aplicação desde 1973impede que promotores federais indiciem o Presidente dos Estados Unidos alegando que tal acusação “prejudicaria inconstitucionalmente a capacidade do Poder Executivo de exercer suas funções”.

Durante a sua campanha, Donald Trump prometeu repetidamente “fogo” Sr. Após a sua posse, em 20 de janeiro, o novo presidente deverá nomear um procurador-geral que poderá ordenar a retirada das acusações criminais e demitir o procurador especial.

No início de 2029, no final do seu segundo mandato, o Sr. Trump voltará a ser um cidadão sujeito a acção judicial, mas o decisão do Supremo Tribunal de 1é Julho de 2024, que ampliou significativamente a imunidade criminal de que gozava o presidentepoderia complicar possíveis processos subsequentes. Com a reeleição do presidente, não se sabe se a acusação, que foi revisada pela equipe de Jack Smith em agosto de 2024 após esta decisão, poderia ter passado pelos argumentos do Supremo Tribunal, pelos prováveis ​​recursos dos advogados de Trump e levado a um julgamento.

A ocultação de documentos confidenciais em Mar-a-Lago

O caso de ocultação de documentos governamentais na residência do Sr. Trump na Flórida deverá ter o mesmo destino que aquele ligado aos acontecimentos de 6 de janeiro de 2021. A diferença é que os processos já foram abandonados em julho de 2024 nesta pasta. A juíza federal Aileen Cannon decidiu, contrariando vinte e cinco anos de jurisprudência federal, que o promotor especial Jack Smith havia sido nomeado ilegalmente.

Equipe de Smith recorreu desta decisão em 26 de agosto. Com o regresso do arguido ao poder, o desafio deste recurso – ainda em curso – já não é tanto ressuscitar o caso para continuar a processar o Sr. Trump, mas invalidar a decisão do juiz Cannon, o que corre o risco de enfraquecer a capacidade do poder judicial de nomear promotores.

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A legalidade da decisão do juiz Cannon foi fortemente criticada no verão passado e atraiu ainda mais atenção à medida que a Sra.meu Cannon foi nomeado por Donald Trump em maio de 2020 e o juiz não foi à sua primeira decisão surpreendente a favor do ex-presidente; a tal ponto que muitos observadores e ex-juízes federais expressaram publicamente dúvidas sobre a imparcialidade do Sr.meu Cannon, cujo nome está circulando atualmente como possível candidato ao cargo de procurador-geral dos Estados Unidos, de acordo com a ABC News.

A tentativa de fraude eleitoral em 2020 na Geórgia

Neste caso, Donald Trump é acusado, juntamente com outras 14 pessoas, de tentar alterar os resultados das eleições presidenciais de 2020 no estado da Geórgia, e de subverter o voto dos seus eleitores. Depois de uma investigação de dois anos e meio pelo gabinete do procurador distrital do condado de Fulton, Fani Willis, Trump foi indiciado em agosto de 2023 por um grande júri em 13 acusações.

Mas, ao contrário dos ficheiros ligados aos acontecimentos de 6 de janeiro de 2021 e dos documentos confidenciais, Trump não está a ser processado pelo sistema de justiça federal, mas pelo sistema de justiça do estado da Geórgia. No entanto, o departamento de justiça federal em Washington não tem poder sobre o sistema de justiça estadual. Da mesma forma, no caso muito hipotético em que o Sr. Trump é condenado a uma sentença por um juiz estadual antes de assumir o cargo em 20 de janeiro de 2025, ele não poderia perdoar-se, uma vez que este poder não é aplicável apenas a condenações federais. Somente o governador do estado tem esse poder. É por isso que os advogados de Trump têm tentado, desde o verão de 2023, tirar o assunto das mãos de Fani Willis e torná-lo um caso federal. Em vão.

O futuro do caso permanece muito incerto no momento. Especialistas dizem que é improvável que um juiz estadual autorize Willis a processar Trump quando ele se tornar presidente novamente, pelas mesmas razões constitucionais que levam o Departamento de Justiça a “proibir” em nível federal.

O caso da acusação poderá, portanto, ser congelado enquanto Trump for presidente. Mas mesmo que seja interrompido, o processo poderá não sobreviver aos ataques dos advogados de Donald Trump.

Duas alavancas estão disponíveis para eles. A primeira é desclassificar Fani Willis para tirar o processo de suas mãos. Os advogados de Donald Trump fizeram um primeiro pedido em janeiro de 2024, mas o juiz responsável pelo caso, Scott McAfee, rejeitou-os. Eles apelaram e o procedimento ainda está em andamentoestando a audiência dos argumentos de cada parte marcada para 5 de dezembro. A decisão não é esperada antes de março de 2025. Se a defesa do Sr. Trump conseguir demitir o Sr.meu Willis, muitos especialistas jurídicos acreditam que nenhum outro procurador estadual assumirá o caso.

Se o recurso de Trump falhar, é provável que o caso vá para a Suprema Corte do Estado da Geórgia para uma decisão final. E mesmo que os advogados não consigam retirar Fani Willis do caso, as chances de um julgamento diminuirão com o tempo.

Falsificação de contas durante a campanha presidencial de 2016

Donald Trump foi o primeiro ex-presidente condenado em processo criminal. Em 30 de maio, no chamado caso “Stormy Daniels”, um grande júri da cidade de Nova Iorque reteve todas as 34 contagens que pesou contra ele.

O juiz de Nova York Juan Merchan havia inicialmente agendado a sentença para 11 de julho, mas a decisão da Suprema Corte de 1º de julhoé Julho sobre imunidade criminal de ex-presidentes obriga juiz adiar o anúncio da sentença até 18 de setembro, então uma segunda vez em 26 de novembro. O magistrado deve primeiro decidir no dia 12 de novembro sobre a própria possibilidade de proferir uma sentença. Os advogados de Trump poderiam então contestar a sua decisão alegando que o presidente eleito deve poder beneficiar da mesma protecção que o presidente cessante ou solicitando um novo período adicional (ou ambos).

Se, no entanto, o juiz Merchan impusesse uma sentença, os especialistas concordam que condenar Donald Trump à prisão seria provavelmente considerado inconstitucional, de acordo com o Tempos Financeiros. Portanto, é possível que o juiz não consiga impor uma sentença antes de Trump deixar a Casa Branca. Mas mesmo que seja condenado a outra pena, é quase certo que o futuro presidente recorrerá. Ao mesmo tempo, os seus advogados pediram ao Segundo Circuito dos tribunais federais de recurso dos Estados Unidos que retirasse, tal como no caso da Geórgia, o caso das mãos da justiça local para torná-lo um caso federal, que estaria então ao alcance do Sr. O governo de Trump.

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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