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Com seca de rio e ausência de chuvas em Rio Branco, Defesa Civil quer estender abastecimento com carros-pipas em comunidades rurais

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Com a ausência de chuvas e o rio se mantendo em níveis considerados atípicos para novembro, a Defesa Civil Municipal de Rio Branco deve estender a Operação Estiagem, que, por meio de carros-pipas, leva água potável para as comunidades rurais da capital, que não são atendidas pela rede de distribuição de água.

Maioria dessas comunidades é abastecida por poços artesianos, que estão secos devido à seca severa deste ano. A operação, que deveria ser finalizada já na primeira quinzena de novembro, deve ser estendida por mais 15 dias ou até um mês, segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão.

Atualmente, são atendidas 23 comunidades, que totalizam 3,3 mil famílias em Rio Branco.

“Estamos vivendo uma situação inédita. Quando acontece uma situação dessa, a gente passava de 10 anos ou 12 anos para ver de novo e agora tá muito mais recorrente, muito mais perto um do outro. Nós continuamos com a operação de abastecimento na zona rural, inclusive, já estamos replanejando, porque a operação devia ser suspensa agora no dia 5 de novembro, mas da forma que está vamos ter que prolongar um pouco mais essa operação porque estamos vendo que a zona rural não recuperou. Os poços continuam secos, as represas continuam secas, que são a fonte de água deles. Então a gente está verificando a possibilidade de prolongar essa operação por mais 15 dias ou um mês. Agora, em pleno dezembro, a gente fazer abastecimento com caminhões-pipas porque não está chovendo, é uma coisa inédita”, alerta.

Com seca de rio e ausência de chuvas em Rio Branco, Defesa Civil quer estender abastecimento com carros-pipas em comunidades rurais  — Foto: Arthur Santos/Arquivo pessoal

Com seca de rio e ausência de chuvas em Rio Branco, Defesa Civil quer estender abastecimento com carros-pipas em comunidades rurais — Foto: Arthur Santos/Arquivo pessoal

O coronel é categórico ao afirmar que este é “um novembro nunca visto antes”. Neste domingo (13), o Rio Acre marcou 1,48 metro. Segundo ele, uma das piores marcas para o dia dos últimos sete anos.

“De forma alguma é o que era esperado pela Defesa Civil esse nível em pleno mês de novembro. Estamos com a pior cota dos últimos sete anos e também podemos dizer com segurança que é a pior cota de toda história para o dia 13 de novembro. Já finalizando a primeira quinzena do mês e a gente continua em um nível muito crítico com relação ao Rio Acre. Isso se dá pela ausência de chuvas, porque sequer chegamos a 10% do esperado para novembro até agora. Há a possibilidade de uma recuperação disso na segunda quinzena, mas tá bem difícil”, destaca.

Dos 224 milímetros de chuva esperados para novembro, foram registrados apenas 4,6 milímetros. Em outubro deste ano, inclusive, especialista alertaram que nos próximos anos, o manancial pode chegar a cota zero.

As menores cotas já registradas são:

  • 1,30 metro – 17 de setembro de 2016
  • 1,29 metro – 11 de setembro de 2022
  • 1,27 metro – 28 de setembro de 2022
  • 1,26 metro – 29 de setembro de 2022
  • 1,25 metro – 2 de outubro de 2022

 

Poços continuam secos em comunidades rurais de Rio Branco — Foto: COMDEC

Poços continuam secos em comunidades rurais de Rio Branco — Foto: COMDEC

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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