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Com vaga para o Acre, Iniciativa Amazônia+10 lança programa de residência na Amazônia Legal

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Fhaidy Acosta

O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lançaram o Programa Iniciativa Amazônia+10 de Residência em CT&I, que vai alocar nove consultores nas Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos estados da Amazônia Legal, sendo uma vaga para o Acre. O governo do Acre apoia o programa por meio da adesão da Fapac, garantida pelo acordo de cooperação firmado com a Iniciativa Amazônia+10 (Confap, Fapesp, CNPq e três agências internacionais).

“Essa oportunidade da vaga de trabalho na Fapac, em que o profissional será contratado pelo BID, parceiro na iniciativa, vai contribuir para a atuação no fortalecimento institucional da Ciência, Tecnologia e Inovação na região, apoiando, assim, as ações ligadas à Iniciativa Amazônia+10, que conta com a parceria da Fapac desde 2022”, destacou a coordenadora do programa Amazônia+10, Jussara Brito.

Estão disponíveis vagas para atuação no fortalecimento institucional Ciência, Tecnologia e Inovação na região. Card: divulgação

A seleção dos candidatos será conduzida pelo Departamento de Recursos Humanos do BID. Os pré-selecionados passarão por uma entrevista com as equipes da Iniciativa Amazônia+10 e das FAPs, para garantir que eles estejam alinhados às necessidades de cada uma das nove instituições. Os interessados podem se inscrever no site.

Ao longo de 12 meses, os residentes, em início de carreira e com pelo menos um ano de experiência em pesquisa ou políticas públicas, terão um papel fundamental no apoio a ações ligadas à Iniciativa Amazônia+10. Suas atividades incluirão monitoramento e avaliação de projetos apoiados pela iniciativa, levantamento de dados, além da conexão com pesquisadores e universidades, promovendo uma rede de colaboração regional e nacional. Há uma preferência por pessoas que já residam na cidade de atuação, que sejam naturais do estado, ou da Amazônia Legal, e que tenham experiência de vida ou trabalho na região.

A formalização da parceria entre BID e Confap ocorreu em março deste ano, durante o 63º Fórum Nacional do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e Confap, onde os líderes das duas instituições assinaram um termo de cooperação estratégica.

Durante o evento, Morgan Doyle, representante do BID no Brasil, ressaltou que a colaboração visa fortalecer e apoiar a formação de equipes nas FAPs da Amazônia Legal.

“O tema Amazônia é um eixo central no nosso trabalho. O BID entende que a Iniciativa Amazônia+10 é um projeto absolutamente fundamental para promover pesquisa e desenvolvimento na região. Entendemos que um dos grandes desafios para poder deslanchar ou acelerar o desenvolvimento sustentável é investir em pesquisa aplicada. E ninguém melhor do que as FAPs para impulsionar essa questão”, afirmou Doyle.

Com um aporte financeiro de US$ 300 mil (em torno de R$1,4 milhões), o BID já contribuiu para a criação de três postos de trabalho, em Belém e Manaus, de profissionais especializados em Gestão de Programas de Inovação.

Apoio

Na primeira Chamada Amazônia +10, realizada em 2022, o governo do Acre investiu o recurso de R$ 200 mil para a contratação de seis propostas de pesquisadores no Acre. Em 2023, na Chamada de Expedições Científicas, o governo do Acre ofereceu um recurso de R$ 500 mil para a contratação das propostas aprovadas. Esses valores são de extrema importância para o incentivo à pesquisa no Acre, resultando em desenvolvimento científico e tecnológico para nosso estado.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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