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Comemorado na quarta-feira na Paris Games Week, a indústria de games está no meio de uma tempestade
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2 anos atrásem
Tempos ruins para videogames. Com a abertura da Paris Games Week, na quarta-feira, 23 de outubro, más notícias se acumulam para o setor. Exemplo mais recente: um dos maiores desenvolvedores e editores franceses de videogames, Don’t Nod, anunciou em 16 de outubro um corte severo em sua força de trabalho. Notando “ o fraco desempenho económico dos últimos lançamentos”, Oskar Guilbert, CEO da empresa anunciou “um projeto de reorganização em particular para salvaguardar a sua competitividade num ecossistema competitivo cada vez mais exigente”.
“Até 69 empregos” estão ameaçados nesta empresa que tem pouco menos de 340. Uma medida que se soma à hemorragia vivida atualmente pelo setor dos videojogos que até à data poderá eliminar 13.000 empregos em 2024 em todo o mundo. Um recorde, depois de 8.500 cortes em 2022 e 10.500 em 2023. Um grande plano de saída também está em andamento na japonesa Bandai Namco, afetando de 100 a 200 pessoas.
Ninguém é poupado. Desde os maiores empregadores, como a Unity (1.800 cortes de empregos), até os menores, que estão enfrentando um « banho de sangue » comenta Charles-Louis Planade, diretor de operações internacionais da corretora TP ICAP Midcap. “Na indústria começamos a falar em “Indiepocalypse”, pois o número de pequenos estúdios independentes que fecharam é enorme”.
A aposta arriscada da retirada
Num sector que se caracteriza por uma actividade particularmente cíclica – ligada nomeadamente à chegada de novas gerações de produtos ou tecnologias -, os travões são tanto mais violentos quanto a indústria dos videojogos foi levada durante os períodos de confinamento ligados à Covid-19 . Em resposta ao apetite pelo entretenimento manifestado pelos consumidores, todos os intervenientes do sector, dos maiores aos mais pequenos, aumentaram o desenvolvimento de novos títulos na esperança de ficarem com a sua parte no bolo. No processo, novos estúdios foram criados. O resultado foi um “excesso de oferta” que penalizou todos os concorrentes.
Em resposta, as empresas que operam as franquias mais amplamente distribuídas (Assassins Creed, Chamada à açãoetc.), optaram por recorrer aos seus títulos emblemáticos, que oferecem o maior potencial de retorno do investimento. A aposta arriscada já que o lançamento fracassado do novo episódio de um título premium pode penalizar seriamente uma empresa. Foi o caso, por exemplo, muito recentemente, da empresa francesa Ubisoft, cujas vendas decepcionantes de Fora da Lei de Guerra nas Estrelas enfraqueceram no mercado de ações. No processo, a empresa decidiu adiar o lançamento de seu próximo jogo principal – a última obra deAssassins Creed – para tornar a cópia o mais limpa possível. O jogo finalmente deve ser lançado apenas em fevereiro de 2025, após o próspero período de férias de fim de ano. Um novo fracasso mergulharia a sociedade numa crise profunda.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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