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Como acertar suas finanças para começar 2025 no azul; 6 dicas
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1 ano atrásem
2025 chegou e preparamos 6 dicas para você acertar suas finanças e começar o ano novo mais aliviado, com as contas em dia, depois do descontrole financeiro que é comum nas festas de fim de ano.
Seguir um bom planejamento é a chave principal para virar para 2025 no azul. Primeiro de tudo é preciso avaliar sua situação financeira. O que você deve e o quanto recebe.
Se for preciso cortar gastos, o momento é de se reestruturar. Além disso, é preciso definir metas, mas elas precisam ser claras e alcançáveis. Veja detalhes abaixo.
O ano da virada!
Coloque em mente que 2025 vai ser o ano da virada e as dívidas vão ficar no passado.
Com um bom planejamento, conquistar seus objetivos será menos difícil.
A partir dessa organização, você evita as dívidas e garante uma vida financeira bem mais saudável.
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Melhores dicas
Veja agora as melhores dicas para você dar o pontapé que precisa para colocar as finanças em dia.
- Faça um planner: um planner é uma espécie de agenda, onde você acompanha sua renda e despesas mensais. Além disso, no planner é possível definir suas metas, gastos fixos e variáveis e escrever sonhos que você deseja alcançar.
- Categorize os gastos: anote todos os seus gastos e separe em categorias. Com isso, caso seja necessário cortar algo, é possível ter uma melhor clareza de onde a tesoura vai passar. Se necessário, é possível ainda realocar verbas para outras áreas mais prioritárias.
- Entende suas contas: acompanhar o vencimento de suas contas é muito importante. No planner, inclua a data de vencimento de cada uma das contas. Com isso, fica mais fácil fazer o pagamento em dia e evitar as taxas e juros, que podem prejudicar, e muito, o orçamento.
- Tenha uma reserva: ter uma reserva de emergência é fundamental. Inicialmente, até colocar tudo em dia, pode ser difícil poupar, mas faça um esforço. A poupança é um compromisso que você assume com você mesmo, a cada mês poupar um pouquinho.
- Aprenda sobre finanças: aprenda e estude sobre finanças. O mundo de finanças de início pode parecer complicado, mas ele é mais fácil do que você pensa. Hoje, com a internet, ficou mais fácil aprender tudo. Você pode encontrar uma infinidade de cursos gratuitos e aulas online.
- Monitore o progresso: enquanto se organiza, monitore todo o progresso. Vá revendo seu planejamento financeiro regularmente. À medida que o cenário muda, você pode se adaptar e não levar sustos. Lembre-se, manter o controle é crucial para alcançar os resultados desejados!
Saiba que organizar as contas não é fácil e você talvez tenha que cortas gastos. Mas vai valer a pena! – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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15 horas atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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