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como Donald Trump explora teorias da conspiração, campanha após campanha

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Alertas de fraude eleitoral, imigrantes qualificados de selvagens, acusações de fraude em reuniões democratas… Desde o início da campanha para as eleições presidenciais de 2024, Donald Trump continuou a espalhar informações falsas, teorias da conspiração e estereótipos racistas, alargando a cada dia a lista das suas “verdades alternativas”.

Mas este quadro, que se tornou quase banal, mascara uma outra realidade. Para além da negação da sua derrota em 2020 e do seu lugar na mitologia QAnon, Donald Trump tem uma relação com conspirações complexas, multifacetadas e mutáveis, como revela a análise de 870 mensagens abertamente conspiratórias publicadas desde 2009 no Twitter e na sua rede Truth Social.

“Ele consegue ser extremo até certo ponto e conter-se em certos contextos, ser radical e razoável, observa André Gagné, professor da Concordia University em Montreal, autor de Esses evangélicos por trás de Trump (Trabalho e Fé, 2020). Ele tem uma capacidade fenomenal de adaptar seu discurso. »


Teorias da conspiração flutuantes, mas cada vez mais recorrentes

Número de mensagens evocando temas conspiratórios publicadas por Donald Trump no Twitter (até janeiro de 2021) e depois no Truth Social (a partir de outubro de 2021).


Ataques a Barack Obama como um começo

Quando este antigo doador do Partido Democrata se juntou aos Republicanos, ele primeiro se fez passar por porta-voz do Partido Democrata. nascimentosuma comunidade radical que acusa o presidente Barack Obama de não ter nascido nos Estados Unidos, em violação da Constituição.

Apesar das evidências em contrário, Donald Trump repita trinta e sete vezes o ataque ao Twitter, às vezes suspeitando que Barack Obama fosse Queniano, muçulmano ou mesmo por ter fornecido um certificado falso, o que ele apoia na televisão. “Essa foi a porta de entrada dele para a festaexplica Françoise Coste, historiadora do Partido Republicano da Universidade de Toulouse, autora de Reagan (Perrin Times, 2018). Isto teve um impacto tão grande no público e na base do partido que construiu legitimidade política. »

Sinal do seu oportunismo, ele se distancia do movimento nascimento no meio da campanha eleitoral de 2016 e acusa Hillary Clinton de ter sido a iniciadora. Entretanto ele mobilizou todo o arsenal de conspiração conservadora mantido em particular pelo think tank The Heritage Foundation ao se exibir convencido da fraude eleitoral democrata, cético climático et sutilmente antivacina. Ele vai ainda mais longe.

Bode expiatório mexicano e “ótimo substituto”

Enquanto o Partido Republicano defende a imigração, fonte de mão-de-obra para a indústria agroalimentar, o bilionário faz campanha com a promessa de um muro na fronteira com o México. “Todos os candidatos tentavam apelar ao voto latino e, ao atacar os mexicanos ilegais, ele tomou o rumo oposto”observa Marie-Laure Mallet, professora de estudos ingleses na Sorbonne Nouvelle University, coautora de Os Estados Unidos e a América Latina, de Franklin D. Roosevelt a Barack Obama (Elipses, 2023).

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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