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Como Israel conquistou o Ocidente | Gaza

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O panorama geral: como Israel venceu o Ocidente examina como Israel passou a ocupar um lugar tão privilegiado e protegido no mundo ocidental. Ele traça a jornada do povo judeu desde as histórias bíblicas de origem, passando por séculos de perseguição e o advento do sionismo, até a criação de Israel e a subsequente ocupação do território palestino. Ao longo do caminho, o que é revelado é um processo de transformação, de como os judeus deixaram de ser desprezados pelos primeiros cristãos como “assassinos de Cristo” – semeando um vil antijudaísmo que se transformaria em anti-semitismo – para serem considerados parte da comunidade branca. mundo ocidental, partilhando uma herança judaico-cristã comum.

O filme expõe o alinhamento do sionismo com a “civilização ocidental”, colocando-o deliberadamente em oposição aos povos do leste – árabes, muçulmanos. Isto lançaria as bases para um Israel onde os judeus árabes seriam marginalizados e os judeus Ashkenazi europeus dominariam e se tornariam a base de apoio aos governos de direita e aos nacionalistas de ultra-direita.

O que se torna aparente é a política centenária, delineada pela primeira vez por Ze’ev Jabotinsky, de que só a força poderia impor o sionismo e forçar os palestinianos a aceitarem a realidade da colonização.

Manter a imposição desta realidade colonial exigiria uma “relação especial” entre Israel e os Estados Unidos. Seria fomentada não apenas pelos interesses geoestratégicos dos EUA no Médio Oriente, mas também facilitada pelo “branqueamento” dos judeus na imaginação americana e ocidental, envolvendo-os numa identidade judaico-cristã oportunista que excluía os árabes. Este posicionamento deliberado de um “nós” e de um “eles” serviu para legitimar a ocupação do território palestiniano por Israel e o massacre do povo palestiniano, tudo sob a égide e apoio da ordem mundial ocidental.

O horror da guerra de Israel em Gaza é evidente para todo o mundo ver. Mais de 40.000 pessoas morreram, a maioria delas mulheres e crianças, mortas em nome da “autodefesa” pelas forças israelitas numa missão para “destruir” o Hamas após os ataques de 7 de Outubro de 2023. Estamos a testemunhar, em à vista de todos, um genocídio em desdobramento. E ainda assim Israel continua a sua guerra. A sua missão insinua-se no Líbano, onde mais civis são mortos enquanto Israel ataca o Hezbollah. Tudo isto acontece com o total apoio do Ocidente, enquanto Israel afirma estar a lutar em nome da civilização ocidental e contra os “animais humanos” numa batalha entre o mundo judaico-cristão e os “bárbaros” – uma narrativa inventada há muito tempo em construção. .

Cineasta: Sanjeev Johal

Apresentando:

Shaul Magid – professor visitante de estudos judaicos modernos, Divinity School da Universidade de Harvard
David Freidenreich – professor de estudos judaicos, Colby College
Omer Bartov – professor de estudos do Holocausto e genocídio, Brown University
Raz Segal – autor, Genocídio nos Cárpatos
Michelle Mart – professora associada, Universidade Estadual da Pensilvânia
Arie M Dubnov – professor associado, Universidade George Washington



Leia Mais: Aljazeera

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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