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Como Israel está tentando gerar conflitos civis no Líbano | Israel ataca o Líbano Notícias
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Beirute, Líbano – Em 14 de Outubro, Israel matou 22 pessoas na aldeia de Aitou, no norte do Líbano, num ataque aéreo.
Israel alegou ter atingido um “alvo do Hezbollah”, mas o ataque a uma cidade predominantemente cristã fez com que muitos se perguntassem se Israel está a expandir a sua guerra para perseguir membros do Hezbollah e principalmente apoiantes xiitas do Hezbollah, onde quer que tenham fugido.
“Só posso adivinhar os motivos de Israel, mas obviamente eles estão a tentar tornar a comunidade xiita tóxica ao tentar isolá-la completamente”, disse Michael Young, especialista em Líbano do Carnegie Middle East Center.
Sistema frágil
O Líbano tem um sistema confessional, com cargos políticos reservados a membros de seitas religiosas específicas.
O frágil sistema tem sido historicamente explorado pelos Estados regionais para os seus próprios objectivos geopolíticos, dividindo as facções políticas e as comunidades religiosas do país.
Além disso, cada comunidade religiosa vive normalmente em áreas e bairros relativamente segregados no Líbano – em grande parte resultado de conflitos violentos anteriores que degeneraram em violência sectária e levaram à deslocação em massa de comunidades.
O ataque a Aitou remonta aos 15 anos de guerra civil do Líbano (1975-1990), quando o país foi arrastado para o conflito mais amplo israelo-palestiniano e mergulhou em combates multifacetados.
Agora, a guerra de Israel – aparentemente contra o Hezbollah – ameaça desestabilizar novamente todo o país, à medida que surge um padrão, para além do ataque de Aitou, onde Israel ataca bairros e comunidades que absorveram milhares de pessoas deslocadas.
Os analistas acreditam que esta tendência reflecte um motivo sinistro de punir colectivamente a base de apoio xiita do Hezbollah, atormentando psicologicamente a população libanesa e desencadeando violência sectária.
“Quando (Israel) atacar (essas pessoas) em áreas que em grande parte não são controladas pelo Hezbollah, então cada vez mais pessoas dessas áreas ficarão relutantes em receber xiitas deslocados porque temem que Israel os ataque”, disse Young à Al Jazeera.
Guerra psicológica?
A terrível perspectiva de que Israel possa continuar a arrasar distritos em todo o Líbano é uma forma clara de guerra psicológica, segundo Maha Yahiya, especialista no Líbano e director do Carnegie Middle East Center.
“Esta é uma mensagem para o Hezbollah e para a comunidade (xiita) em geral que diz: ‘Vamos levá-lo onde quer que esteja’”, disse Yahiya.
“Por outro lado, está a agravar as tensões sectárias e a provocar quase pânico entre a população libanesa em geral, que tem medo de ter vizinhos que não conhece e que Israel pode decidir atingir”.
De acordo com Ori Goldberg, um comentador israelita de assuntos políticos, Israel parece estar a aplicar no Líbano o mesmo discurso aberto e as mesmas tácticas militares que fez em Gaza.
“Israel sente que pode visar qualquer coisa que considere uma posição militar, independentemente de quem lá esteja, tal como em Gaza. Exatamente como vimos em Nabatieh”, disse ele à Al Jazeera.
Nabatieh é uma capital provincial no sul do Líbano que Israel bombardeou indiscriminadamente, reduzindo-a efectivamente a um terreno baldio. Em 16 de outubro, um ataque aéreo israelense atingiu a sede municipal de Nabatiyeh, matando 16 pessoas, incluindo o prefeito.
Foi o maior ataque a um edifício estatal desde que Israel intensificou a sua campanha de bombardeamentos contra o Hezbollah, em 22 de setembro.
“(Israel pensa) que se as pessoas estiverem perto de onde estamos bombardeando, não nos importamos. Esse é o problema deles”, disse Goldberg à Al Jazeera.
Agravando tensões sectárias
Karim Emilie Bitar, professor de relações internacionais na Universidade Saint Joseph de Beirute, acredita que as áreas que Israel atinge fora do sul do Líbano não têm qualquer importância militar ou estratégica.
“Parece haver uma intenção de fomentar conflitos civis no Líbano”, disse ele à Al Jazeera.
“A forma como podemos ler estes ataques é… que é uma mensagem enviada aos cristãos em particular para terem cuidado e não acolherem estes refugiados (xiitas).
“Se (Israel) continuar neste caminho, então poderá levar a um aprofundamento das falhas no Líbano. As pessoas tornar-se-ão cada vez mais cautelosas e isso poderá, mais cedo ou mais tarde, provocar incidentes graves e conflitos civis.”
Em muitos bairros predominantemente cristãos de Beirute, residentes e facções sectárias começaram a monitorizar hóspedes e visitantes nos seus bairros, muitas vezes fazendo verificações de antecedentes.
Em muitos casos, as pessoas deslocadas foram proibidas de entrar em edifícios ou despejadas de áreas para onde se mudaram recentemente, de acordo com Yahiya, do Carnegie Center.
Ela acrescentou que as pessoas em várias comunidades estão cada vez mais “aterrorizadas” de ter vizinhos que não conhecem e que podem ser alvo de Israel.
“(As táticas de Israel) criaram uma política de medo”, disse ela à Al Jazeera.
“E está alimentando o fogo sectário ao tentar basicamente fazer com que outras comunidades rejeitem os deslocados onde quer que estejam.”

Grande estratégia?
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deu a conhecer as suas intenções durante o seu discurso televisivo ao povo libanês em 8 de Outubro, alertando que eles poderiam enfrentar “destruição como Gaza” a menos que agissem agora para “salvar o Líbano” do Hezbollah.
As suas observações indicaram que Israel pretende remodelar a política do Líbano, desmentindo as suas afirmações anteriores de que Israel lançaria uma operação limitada no sul do Líbano para permitir que milhares de israelitas deslocados regressassem às suas casas no norte de Israel, através da fronteira.
Goldberg, o comentador de Israel, acredita que não existem objectivos políticos realistas no país.
“O que é preocupante é que não acho que haja um fim de jogo. Oficialmente, (Israel) quer estabelecer uma zona tampão de 10 km (6,2 milhas), com 7 km (4,3 milhas) sob controle das Forças Armadas Libanesas e 3 km (1,9 milhas) pelo exército israelense, mas não acho que isso seja credível”, disse ele à Al Jazeera.
Pior ainda, Goldberg acredita que o governo de Israel se sente bastante confortável em manter uma guerra indefinida contra o Líbano, tal como está a acontecer em Gaza.
“Israel quer bombardear”, disse ele. “No curto prazo, tem uma lista de alvos e objetivos, mas os bombardeios serão intermináveis.
“(Israel) quer aproveitar sua superioridade aérea e quer fazer chover fogo.”
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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