NOSSAS REDES

ACRE

Como Israel matou o líder do Hamas, Yahya Sinwar? O que sabemos até agora | Notícias do conflito Israel-Palestina

PUBLICADO

em

Na quinta-feira, a notícia de que o líder do Hamas Yahya Sinwar62 anos, foi morto lutando contra um grupo de soldados israelenses em treinamento que o encontraram por acaso, começou a circular.

Na sexta-feira, o Hamas confirmado sua morte durante a batalha em Tal as-Sultan, Rafah, na quarta-feira.

O facto de Sinwar ter morrido lutando acrescentou um capítulo final à sua história como combatente e líder que está envolvido com o Hamas desde a sua fundação.

Um menino palestino segura um retrato do líder assassinado do Hamas, Yahya Sinwar, em um comício em Ramallah, Cisjordânia ocupada, em 18 de outubro de 2024 (John Wessels/AFP)

Quem foi Yayha Sinwar?

Sinwar era o líder do Hamas.

Ele liderou o Hamas em Gaza desde o mortes dos líderes políticos do grupo, Ismail Haniyeh, em Teerã, e o comandante sênior Mohammed Deif, em Gaza, em julho deste ano.

Ele passou 22 anos na prisão israelense antes de ser libertado em 2011, durante uma troca de prisioneiros.

Diz-se que ele dirigiu a resposta do Hamas à guerra israelense em Gaza, bem como as negociações para um cessar-fogo.

Os negociadores nas conversações de paz no Cairo e em Doha dizem que os responsáveis ​​do Hamas suspenderiam as discussões para encaminhar instruções para Sinwar em Gaza.

Ao longo do ano passado, os militares israelitas vasculharam o que resta da Faixa de Gaza depois de terem destruído grande parte da infra-estrutura do enclave e matado mais de 42 mil pessoas.

Israel tem tentado matar Sinwar por supostamente planejar o ataque liderado pelo Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, durante o qual 1.139 pessoas morreram e cerca de 250 foram feitas prisioneiras.

Como Sinwar foi morto? Fazia parte de uma operação específica?

Não.

Em algum momento entre 14h e 15h de quarta-feira, uma patrulha da unidade de treinamento da Brigada Bislach do exército israelense estava conduzindo buscas no bairro de Tal as-Sultan, em Rafah.

Eles viram um pequeno grupo de combatentes movendo-se entre os edifícios, um dos quais mais tarde foi identificado como Sinwar.

Usando drones para ajudar a identificar a localização dos combatentes, a patrulha trocou tiros com o grupo, matando três combatentes.

Um lutador entrou em um prédio danificado e a patrulha enviou um drone atrás dele.

Sinwar
Este vídeo divulgado pelos militares israelenses em 17 de outubro de 2024 mostra um prédio destruído e um homem que os militares israelenses identificaram como Yahya Sinwar sentado em uma cadeira (AP)

Desafiador até o fim, Sinwar, que estava ferido e descansando em uma poltrona danificada, jogou um pedaço de pau no drone que vasculhava o prédio em busca do último combatente mascarado.

O prédio foi então bombardeado por tanques e mísseis, matando Sinwar.

Seu corpo permaneceu intacto por algum tempo, pois os soldados tinham medo de armadilhas e esperaram até que a área fosse protegida.

O corpo de Sinwar foi então levado para um laboratório em Israel, onde a polícia confirmou uma correspondência com os seus registos dentários e impressões digitais, recolhidos durante a sua prisão anterior.

Infográfico mostrando onde Sinwar foi morto
(Al Jazeera)

Onde Sinwar foi morto?

Em Tal as-Sultan, um bairro que o exército israelita já destruiu em grande parte.

O grupo investigativo Bellingcat verificou a localização, usando imagens filmadas pelo exército israelense em setembro.

Isto sugere que o distrito já era conhecido das tropas israelitas antes do seu encontro casual com o líder do Hamas esta semana.

Israel encontrou Sinwar usando sua inteligência?

Alegadamente, a unidade que tropeçou em Sinwar era um dos comandantes de esquadrão em treinamento que não sabia que o líder do Hamas estava lá, de acordo com o New York Times, citando quatro autoridades israelenses não identificadas.

Tanto os EUA como Israel afirmam que a sua inteligência contribuiu para localizar Sinwar, ou para estreitar a área onde ele poderia circular.

Mas não há muitas evidências para apoiar isso.

Respondendo à notícia da morte de Sinwar, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse que “ordenou ao pessoal de Operações Especiais e aos nossos profissionais de inteligência que trabalhassem lado a lado com os seus homólogos israelitas para ajudar a localizar e rastrear Sinwar”, pouco depois do ataque liderado pelo Hamas a Sinwar. Israel.

Israel também se apressou em dar crédito à sua inteligência, alegando que os seus esforços tinham determinado a área onde se encontrava Sinwar e que estavam a aproximar-se do líder do Hamas.

Que recursos foram mobilizados para localizar Sinwar?

Sinwar tem sido o alvo número um do governo israelita em Gaza desde 7 de outubro de 2023.

Uma unidade especial para encontrar Sinwar foi criada no Shin Bet, a força de inteligência doméstica de Israel.

Apoiando o Shin Bet, as agências dos EUA estariam interceptando comunicações eletrônicas para ajudar a localizar Sinwar e fornecendo “radar de penetração no solo”.

Apesar de tudo isto, o homem descrito como um “homem morto andando” pelos militares israelitas, escapou à detecção por uma das redes de vigilância mais sofisticadas do mundo.

Autoridades israelenses e americanas disseram que Sinwar era mais difícil de encontrar porque ele não usava comunicações eletrônicas, que poderiam ser rastreadas.

Em Fevereiro, autoridades israelitas disseram que Sinwar estava escondido nos túneis do Hamas, rodeando-se de prisioneiros que eram usados ​​como escudos humanos, segundo o Washington Post.

Soldados israelenses revistaram as proximidades de onde Sinwar morreu lutando, mas não encontraram prisioneiros usados ​​como escudos humanos.

Yehya AlYe-Sinwar
Um parente de Sinwar posa com sua foto em sua casa, no sul da Faixa de Gaza, em 8 de abril de 2007 (Mohammed Salem/Reuters)

Israel já esteve perto de matar Sinwar antes?

Certamente afirma que sim.

Em maio de 2021, um ataque aéreo israelense atingiu a casa de Sinwar em Khan Younis. Nenhuma vítima foi relatada.

Em 7 de Novembro do ano passado, o Ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, afirmou que as forças israelitas tinham cercado a Cidade de Gaza e que Sinwar estava “preso” num bunker ali.

No dia 6 de Dezembro, os militares israelitas cercaram a casa de Sinwar, apesar de os meios de comunicação israelitas reportarem que “não havia qualquer indicação de que ele residia lá, uma vez que está escondido e possui várias casas”.

Em Setembro deste ano, a Direcção de Inteligência Militar de Israel teria sugerido que Sinwar poderia ter sido morto em ataques anteriores em Gaza. Admitiu que não tinha provas para essa afirmação, a não ser a recente falta de comunicações interceptadas.

Sinwar comunicou-se com a equipe de negociação do Hamas em Doha no mês seguinte.

O que acontece a seguir?

Ainda não se sabe como a morte de Sinwar poderá afectar o curso da guerra sangrenta de Israel em Gaza.

A morte de Sinwar suscitou uma retórica ainda mais agressiva tanto da liderança militar de Israel como do seu primeiro-ministro, Benyamin Netanyahu, que disse aos telespectadores – num aparente aceno ao líder britânico da Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill – que embora a morte de Sinwar possa não marcar o fim da guerra de Israel contra Gaza, pode sinalizar “o começo do fim”.





Leia Mais: Aljazeera

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS