ACRE
Como o mundo votou em 2024 | Notícias Eleitorais
PUBLICADO
2 anos atrásem
Um número significativo de países trouxe de volta líderes em exercício, dos quais alguns, como Cyril Ramaphosa da África do Sul e Modi da Índia, regressaram ao poder com números e coligações reduzidos, em vez das maiores maiorias que tinham anteriormente.
Titulares:
Argélia: O líder argelino, Abdelmadjid Tebboune, foi reeleito presidente com um 94,7 por cento de votos em setembro.
Azerbaijão: O Presidente Ilham Aliyev garantiu um quinto mandato assumiu o cargo em Fevereiro, após uma forte repressão dos meios de comunicação social e na ausência de qualquer oposição real.
Bielorrússia: O presidente Aleksandr Lukashenko manteve o poder na legislatura em eleições parlamentares em fevereiro. Forte aliado da Rússia, Lukashenko foi acusado de manipular eleições anteriores e de reprimir a oposição política. A votação presidencial será realizada em janeiro de 2025.
Bulgária: O partido de centro-direita QUERIDO assumiu a liderança, mas não conseguiu obter a maioria dos votos, nas sétimas eleições antecipadas do país em quatro anos em outubro.
Chade: Mahamat Idriss Deby foi confirmado como vencedor do concurso de maio eleição presidencial depois de rejeitar desafios de dois candidatos derrotados – estendendo o governo de décadas de sua família. O país realizou eleições parlamentares no domingo, 29 de dezembro. Os resultados ainda não foram anunciados.
Comores: O Presidente Azali Assoumani ganhou um quarto mandato de cinco anos na nação insular. Ele foi declarado vencedor contra cinco adversários, com 62,97% dos votos. Os protestos abalaram o país e o exército impôs um toque de recolher após o anúncio dos resultados.
Croácia: O primeiro-ministro Andrej Plenkovic A União Democrática Croata (HDZ) formou uma coligação para continuar a governar após a votação de Abril.
República Dominicana: Luis Abináder ganhou um segundo mandato em maio, com 58,5% dos votos, depois de uma posição dura sobre a migração do vizinho Haiti ter garantido o seu apoio.
Geórgia: O partido governante Georgian Dream do fundador bilionário Bidzina Ivanishvili obteve mais de 54 por cento dos votos nas eleições parlamentares. Os resultados são vistos como um golpe para os georgianos pró-ocidentais, que consideraram as eleições como uma escolha entre um partido governamental que aprofundou os laços com a Rússia e uma oposição que esperava acelerar a integração com a União Europeia.
Índia: O BJP de Narendra Modi venceu um terceiro mandato, mas não com maioria – ao contrário dos mandatos anteriores. Modi foi forçado a formar uma coligação para governar, contra uma oposição liderada por Rahul Gandhi que ganhou assentos e visibilidade em todo o país.
Lituânia: Gintautas Paluckas assumiu o cargo de primeiro-ministro em dezembro, quando os sociais-democratas formaram um governo de coligação com os partidos Nemunas Dawn e For Lithuania, com o controlo de 86 assentos no parlamento de 141 membros.
Paquistão: Em Fevereiro, o primeiro-ministro Shehbaz Sharif regressou ao poder após eleições controversas que viram o seu partido político liderado pela família, a Liga Muçulmana do Paquistão Nawaz (PMLN), não conseguir garantir os números por si só. O partido Paquistão Tehreek-e-Insaaf do ex-primeiro-ministro Imran Khan foi desqualificado antes da votação, mas seus candidatos concorreram como independentes, conquistando mais assentos do que qualquer outro partido. Sharif formou um governo em coalizão com o Partido Popular do Paquistão. O PTI alega negligência eleitoral na votação, o que o governo nega.
Rússia: Vladímir Putin venceu sua quinta eleição presidencial com 87 por cento dos votos, o resultado mais elevado de sempre na história pós-soviética da Rússia.
Ruanda: Paulo Kagame conquistou seu quarto mandato com 99 por cento dos votos. Seus críticos o acusam de repressão aos oponentes. Os seus apoiantes afirmam que os seus críticos são pouco mais do que fantoches ocidentais que não estão dispostos a aceitar a sua popularidade.
África do Sul: Cirilo Ramaphosa do Congresso Nacional Africano foi reeleito presidente da África do Sul para um segundo mandato. Depois de ter perdido a maioria no parlamento pela primeira vez desde 1994, o Congresso Nacional Africano, no poder, formou uma coligação difícil de manejar com rivais políticos para permanecer no poder.
Taiwan: Em janeiro, Lai Ching-te – também conhecido como William Lai – do Partido Democrático Progressista (DPP), no poder, venceu as eleições presidenciais de Taiwan, apesar dos avisos da China para não votar nele. A China reivindica Taiwan como parte do seu território e vê Lai, um crítico ferrenho de Pequim, como um separatista. Lai foi vice-presidente de Taiwan no governo do presidente cessante, Tsai Ing-wen.
Ir: O partido UNIR, no poder no Togo, liderado pelo presidente Faure Gnassingbe, conquistou 108 dos 113 assentos no parlamento. A grande maioria segue-se à aprovação de reformas constitucionais controversas pelo parlamento cessante que poderão prolongar o governo de 57 anos da família Gnassingbe.
Tunísia: Em outubro, o presidente Kais Saied conquistou um segundo mandato nas eleições presidenciais. Vários outros candidatos presidenciais foram presos. Em 2021, Saied dissolveu o parlamento eleito e reescreveu a constituição numa medida que a oposição chamou de golpe de Estado.
Venezuela: Em julho, Nicolas Maduro foi reeleito com 51 por cento dos votos – a sua terceira vitória desde que assumiu a presidência em 2013, após a morte do seu mentor e ex-presidente Hugo Chávez. O Partido Socialista Unido está no poder há 25 anos. Os protestos eclodiram, exigindo a divulgação dos resultados eleitorais por assembleias de voto individuais, enquanto a oposição afirmava que os resultados das eleições de 28 de Julho foram fraudados. O governo de Maduro reprimiu os manifestantes e líderes da oposição, forçando muitos a refugiar-se em embaixadas estrangeiras.
Novos líderes:
Áustria: Em setembro, ÁustriaO Partido da Liberdade (FPO), de extrema direita, saiu vitorioso após as eleições parlamentares do país. Embora o FPO tenha obtido o maior número de votos, não venceu com uma margem suficientemente grande para governar sozinho. As negociações da coligação continuarão no novo ano, uma vez que os três partidos centristas estão sob pressão para chegar a um acordo, e nenhum dos partidos quer dar as mãos ao FPO.
Botsuana: Em novembro, Duma Boko foi declarado vencedor das eleições sobre o presidente em exercício, Mokgweetsi Masisi, numa mudança sísmica que pôs fim aos 58 anos do partido no poder desde a independência da Grã-Bretanha em 1960.
Butão: Tshering Tobgay regressou como primeiro-ministro, com o seu Partido Democrático Popular (PDP) a conquistar o maior número de assentos nas eleições parlamentares do Butão em Janeiro e a derrotar o Druk Nyamrup Tshogpa (DNT).
Islândia: Em Dezembro, a Aliança Social Democrata de centro-esquerda da Islândia obteve o maior número de votos em eleições antecipadas motivadas pelo colapso da coligação no poder durante os últimos sete anos. Kristrun Frostadottir assumiu o cargo de primeira-ministra em 21 de dezembro. Anteriormente, em junho, Halla Tómasdóttir foi eleita presidente da Islândia, derrotando o atual Gudni Johannesson com 55 por cento dos votos.
Indonésia: O ex-general Prabowo Subianto tornou-se presidente do terceiro país mais populoso do mundo, com o companheiro de chapa Gibran Rakabuming Raka, filho do ex-presidente Joko Widodo.
Irã: Masoud Pezeshkian venceu as eleições presidenciais em julho. Reformista, Pezeshkian assumiu o papel de presidente no meio da guerra em curso travada por Israel na Palestina e das suas consequências no Médio Oriente alargado, e após a morte do antigo Presidente Ebrahim Raisi.
México: Claudia Sheinbaumcientista climática e ex-prefeita da Cidade do México, tornou-se a primeira mulher presidente do México após uma vitória esmagadora em junho, substituindo o líder de seu partido Morena, Andrés Manuel López Obrador.
Portugal: Em Março, uma aliança de centro-direita liderada pelo Partido Social Democrata venceu as eleições gerais de Portugal por uma pequena margem e formou um governo minoritário. O extrema-direita O partido Chega obteve grandes ganhos e exigiu um lugar no gabinetemas a aliança de centro-direita formou um gabinete sem eles.
Senegal: Em Março, o candidato da oposição Bassirou Diomaye Faye obteve 54 por cento dos votos nas eleições presidenciais. Sua vitória veio apenas 10 dias depois de ele ter sido libertado da prisão.
Sri Lanka: Em novembro, Anura Kumara Dissanayake a coligação de esquerda obteve uma vitória esmagadora nas eleições parlamentares antecipadas, conferindo ao autoproclamado líder marxista um mandato poderoso para combater a pobreza e a corrupção na nação atingida pela crise.
Tuvalu: O ex-procurador-geral, Apartamento Téofoi nomeado novo primeiro-ministro após uma eleição geral que destituiu o líder pró-Taiwan da ilha. A elevação de Teo a primeiro-ministro ocorreu depois que seu antecessor pró-Taiwan, Kausea Natano, perdeu seu assento nas eleições de 26 de janeiro.
Reino Unido: Na menor participação eleitoral em 20 anos, os eleitores do Reino Unido terminou 14 anos do governo do Partido Conservador em uma eleição antecipada que trouxe Keir Starmer e o Partido Trabalhista de volta a Downing Street.
No meio de uma crise económica e de saúde, houve um aumento no apoio ao partido populista de direita Reform UK.
Estados Unidos: Donald Trump saiu vitorioso em novembro, após derrotar Kamala Harris no Colégio Eleitoral por uma margem confortável, já que muitos estados que anteriormente votavam nos democratas caíram nas mãos dos republicanos.
Líderes removidos:
Bangladesh: Sheikh Hasina foi reeleita em janeiro de 2024 para o seu quinto mandato como primeira-ministra. Em Junho, eclodiram protestos contra uma política de quotas que rapidamente se transformou num movimento contra o seu regime cada vez mais autoritário. Após dias de confrontos mortais entre manifestantes e forças de segurança, Hasina renunciou e fugiu para a Índia no início de agosto. Pelo menos 280 pessoas morreram e milhares ficaram feridas.
O Prêmio Nobel Muhammad Yunus foi nomeado chefe de um governo interino até a realização das eleições.
Síria: Bashar al-Assad realizou eleições parlamentares em julho, nas quais todos os 250 assentos foram para o seu partido baathista. Mas cinco meses depois, ele estava sem poder. As forças da oposição tomaram Damasco nas primeiras horas de 8 de Dezembro, após um ataque relâmpago, encerrando o reinado de 50 anos da família al-Assad numa ofensiva surpresa.
Uma guerra civil de 13 anos em que centenas de milhares de pessoas foram mortas, milhares desapareceram e seis milhões fugiram do país finalmente chegou ao fim.
A ofensiva liderada por Hayat Tahrir al-Sham (HTS) e o seu líder Ahmed al-Sharaa, conhecido como Abu Mohammed al-Julani, instalou uma administração interina que estabelecerá a nova constituição e um novo governo.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

Relacionado
ACRE
Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
4 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
Relacionado
ACRE
Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
4 dias atrásem
21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE6 dias agoUfac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
ACRE6 dias agoPavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
ACRE4 dias agoUfac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
ACRE2 dias agoLicenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login