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Como os fogos de artifício funcionam? – 28/12/2024 – Bibi Bailas
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2 anos atrásem
Os fogos de artifício são um verdadeiro espetáculo de cores e sons que encantam muita gente, especialmente durante o Ano Novo e em outras grandes celebrações. Mas você já parou para pensar como eles funcionam? O que faz com que aquelas explosões de luz e som aconteçam?
Vamos desvendar esse mistério com um pouco de ciência e curiosidade! Tudo começa com um tubo especial, onde estão armazenados os ingredientes mágicos dos fogos de artifício. Quando a pessoa acende a mecha (o cordão que faz o fogo começar), o calor vai descendo até o fundo do tubo, onde está a carga de lançamento.
Essa carga é feita de pó preto, uma mistura de carvão, enxofre e nitrato de potássio. Quando esse pó pega fogo, ele gera um monte de gás quente e energia, que cria pressão suficiente para fazer o tubo ser lançado para o alto, como um foguete. Isso faz a carga subir e chegar a uma altura incrível no céu, onde vai acontecer o grande show.
Dentro dessa carga existem pequenas bolinhas chamadas estrelas, e são elas que produzem as cores e os efeitos bonitos que vemos no céu. As estrelas são feitas de sais metálicos, ou seja, de substâncias químicas que têm metais e outros elementos. Quando essas substâncias ficam bem quentes, elas liberam luz!
E, o mais legal, a cor dessa luz depende do tipo de metal que está ali dentro. Por exemplo, o estrôncio faz a luz ficar vermelha, o bário deixa ela verde, o cálcio cria um laranja bem forte, e o cobre faz o azul aparecer. Com esses metais, é possível criar uma verdadeira paleta de cores no céu, e cada combinação traz um efeito único.
Mas não é só a luz que torna os fogos tão especiais. Você já reparou no som alto que eles fazem? Aqueles estalos e explosões?
Esse barulho é causado pela expansão rápida dos gases gerados pela combustão do pó preto e dos outros materiais. Quando esses gases se expandem rapidamente, eles geram uma onda de pressão que viaja pelo ar, criando o famoso som de “bang” ou “boom”. O som pode ser bem alto, dependendo do tipo de material usado. Alguns fogos fazem sons mais suaves, outros têm estalos fortes ou até efeitos como crackles (estalos mais finos).
Nos últimos tempos, surgiram os fogos de artifício silenciosos. Isso mesmo! Agora, é possível ter o show de cores no céu sem aquele barulho forte. Isso é possível porque, nesses fogos, a composição química da carga foi ajustada para evitar a rápida expansão dos gases, o que elimina o estalo. Esses fogos são uma ótima opção para quem gosta do espetáculo visual, mas prefere um ambiente mais tranquilo.
Eles também são uma alternativa para quem tem animais de estimação ou mora em locais onde o barulho dos fogos pode causar desconforto, como hospitais ou bairros residenciais. Os fogos de artifício silenciosos estão se tornando cada vez mais populares, especialmente porque ajudam a criar um evento bonito, mas sem atrapalhar o descanso de ninguém. É uma forma de manter a magia das cores no céu, respeitando a sensibilidade de todos ao redor.
Em resumo, os fogos de artifício são um exemplo incrível de como a ciência pode ser usada para criar um show sensorial com cores, luzes e sons.
A química dos metais dentro das estrelas é o segredo para as cores brilhantes, enquanto a física dos gases explica o som das explosões. E com os fogos silenciosos, a ciência também nos oferece uma forma mais tranquila de celebrar, sem perder a beleza do espetáculo.
Agora, sempre que você topar com um fogo de artifício, vai saber que por trás de cada explosão tem muito mais ciência e magia do que você imagina!
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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