ACRE
Como Sonic estabeleceu um novo universo nos cinemas – 24/12/2024 – Ilustrada
PUBLICADO
1 ano atrásem
Reconhecido pelo humor irreverente e pela alta velocidade, Sonic enfrentou obstáculos antes de estrear nos cinemas. Se hoje ele corre pelas salas de exibição uma terceira vez, não foi fácil cruzar a linha de chegada em 2020, quase três décadas depois de criado.
O visual em live-action do ouriço azul foi rechaçado com a divulgação do primeiro trailer, que revelou o apego dos fãs pelo design original e forçou a Paramount a repensar estratégias. A tentativa de transformar o personagem em ser realista deu lugar a uma versão cartunesca, e o filme alcançou uma das maiores bilheterias daquele ano.
Quatro anos mais tarde, “Sonic 2” se mantém como a sexta adaptação mais rentável de um jogo para o cinema, e o diretor Jeff Fowler entrega o novo capítulo como presente de Natal.
“É o melhor desafio possível ter esse universo que existe há 33 anos à disposição. São muitas histórias e jogos, e tivemos a sorte de ter tido o nosso próprio tempo para trazê-lo aos cinemas”, afirma o cineasta.
Além do impacto sobre decisões estéticas, Fowler reconhece a importância dos fãs para o crescimento da saga nas telonas. Ele diz que os produtores estão sempre atentos às expectativas e apostas feitas online.
“Nós adoramos acompanhar as discussões sobre quais personagens serão os próximos a aparecer. Isso mantém a energia dos fãs e é ótimo que existam tantas opções que as pessoas queiram ver nesses filmes.”
Se nas outras empreitadas o antagonismo se concentrava no desajeitado Doutor Robotnik, cientista maléfico interpretado mais uma vez por um empolgado Jim Carrey, Sonic também terá de enfrentar outro inimigo, uma ameaça fabricada em laboratório que parte em busca de vingança.
Criado em 2001, o ouriço Shadow surgiu como um oposto ao protagonista. Sua pelugem vermelha e preta e as motivações sombrias —mas justificadas pelo passado trágico— contrastam com o virtuosismo de Sonic. Ele surge como complemento mas estrela seu primeiro jogo solo em 2005 e se torna figurinha carimbada de outros exemplares.
“Tanto Shadow quanto Sonic vieram para a Terra de outros mundos, mas eles tiveram experiências completamente diferentes. O Sonic teve a família, os amigos, a vida perfeita. Shadow não teve nenhuma dessas coisas, tudo foi tomado dele. Trazer ele foi a melhor maneira de desafiar Sonic e sua equipe”, afirma Fowler.
Se Shadow já vinha como figura emblemática, ficou ainda mais popular no Brasil quando apareceu em um meme viral. A adição do anti-herói ao universo cinematográfico foi revelada em uma cena pós-créditos do segundo capítulo, imortalizada pelos gritos de Nicolas, pelos personagens, que percorreram as redes sociais.
Representante de diversas crianças, o garoto vive um entusiasmo construído além das exibições. Dos vídeos de TikTok, passando pelos produtos licenciados e chegando às festas temáticas, Sonic é celebrado até mesmo pelos que nunca viram um Mega Drive —console que lançou o ouriço azul para o mundo— ou sequer jogaram qualquer título da franquia.
Apesar de não lembrar da gravação em específico, Fowler dividiu com Nicolas os bastidores da CCXP 2024, quando a Paramount decidiu homenagear o menino em um painel sobre o novo filme.
“Uma das minhas coisas favoritas no mundo é ver as pessoas reagirem a esses teasers dos novos personagens. E eu sei que o Brasil é uma ótima base de fãs para o Sonic”, afirma o cineasta.
Responsável por dar voz à imponência de Shadow, quem também se une ao time de nomes como Ben Schwarz e Idris Elba é o astro da saga “John Wick”, Keanu Reeves —embora a exibição em cabine dublada e aberta a crianças tenha impedido a imprensa brasileira de conferir seu trabalho.
Segundo Fowler, os trabalhos recentes do ator influenciaram as sequências de ação. “Keanu era o único nome na lista de pessoas que pretendíamos chamar. Ele era o sujeito perfeito e estava completamente consciente do que os fãs amam sobre Shadow e sua história”, diz ele.
Na tentativa de se manter tão ágil quanto o próprio protagonista, “Sonic 3” aposta em nomes de sucesso, novos personagens e uma cadeia de cenas de ação que parece ter saído diretamente de um videogame.
As piadas que demonstram a especialidade do ouriço azul em cultura pop também estão de volta, e a receita de outra jornada para todas as idades já vem dando resultados.
Em seu primeiro dia de pré-estreia nos Estados Unidos, o longa arrecadou quase o dobro de outro blockbuster desse fim de ano: o prelúdio do “Rei Leão” de 2019, que detém a décima maior bilheteria de todos os tempos, “Mufasa”.
Se Sonic é incapaz de reconhecer a voz de um dos seus ídolos —conforme revela uma cena do primeiro filme, em que assiste “Velocidade Máxima” como se a vida dependesse disso—, é certo que antigos e novos fãs terão muito o que identificar na tela.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
PUBLICADO
6 dias atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
Relacionado
ACRE
Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 semanas atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 semanas atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
Economia e Negócios7 dias agoSambaex apresenta plano estratégico no Brasil e projeta crescimento com foco em inovação e responsabilidade social até 2028
Oportunidade5 dias agoBolsa americana: BNED dispara mais de 5% e reacende interesse do mercado após rompimento técnico relevante
DINHEIRO6 dias agoBarnes & Noble Education (BNED) avança na transformação do ensino superior e reacende o interesse do mercado
ACRE6 dias agoVÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login