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Como Trump abordará – e possivelmente transformará – o poder presidencial? | Notícias de Donald Trump

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Washington, DC – O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, assumirá o cargo em apenas cinco dias, completando um impressionante reversão da fortuna que o viu se recuperar da derrota após sua tentativa fracassada de reeleição em 2020.

O segundo mandato de Trump na Casa Branca, que começa segunda-feira, servirá como o mais recente teste à sua abordagem forte ao poder presidencial.

A forma como ele proceder poderá transformar um cargo que, durante décadas, cresceu em potência, apesar da sua concepção constitucional como um equilíbrio para os ramos legislativo e judicial do governo dos EUA.

Na verdade, as amplas reivindicações de autoridade presidencial de Trump – tanto no seu primeiro mandato, que quebrou as normas, como nos anos seguintes – causaram inquietação entre os especialistas que questionam o que poderá acontecer nos próximos quatro anos.

Marjorie Cohn, professora emérita da Escola de Direito Thomas Jefferson, disse que a segunda presidência de Trump tem o potencial de alterar fundamentalmente as operações das agências federais que supervisionam a saúde, segurança, água, clima e trabalho.

Ela também disse à Al Jazeera que os desejos pessoais – e rivalidades – de Trump poderiam confundir os limites do que as agências federais de aplicação da lei e de inteligência estão autorizadas a fazer.

“(Trump) pediu ‘tribunais militares televisionados’ para prender seus críticos, incluindo Joe Biden, Kamala Harris, Mitch McConnell, Chuck Schumer, Liz Cheney e Mike Pence”, disse Cohn.

“Ele também pode recrutar os militares para atacar os americanos envolvidos em protestos legais – contra o genocídio de Israel em Gaza, pelos direitos das mulheres, dos trabalhadores e dos LGBTQ.”

Tendência de expansão de autoridade

Na verdade, prever o que o inconstante Trump poderá fazer é um exercício difícil.

Mas os próximos quatro anos irão provavelmente revelar onde o estilo de discurso duro de Trump se separa dos seus objectivos reais, de acordo com Mitchel Sollenberger, professor da Universidade de Michigan-Dearborn que escreveu extensivamente sobre o poder presidencial.

Trump pode ser flagrante sobre o seu entusiasmo pelo poder, mas Sollenberger explicou que os presidentes modernos lançaram, durante anos, as bases para a expansão da autoridade executiva.

Isso, por sua vez, foi impulsionado pela cautela do Congresso em reverter esses poderes.

“Estamos numa era relativamente única deste tipo de ‘presidencialismo’ ou governação centrada no presidente”, disse Sollenberger à Al Jazeera.

Ele argumentou que o primeiro mandato de Trump assistiu ao mesmo “aumento” dos poderes presidenciais de muitos dos seus antecessores que, nos últimos 100 anos, confiaram cada vez mais em ordens executivas, privilégios presidenciais e czares políticos para implementar as suas agendas.

Mas há limites, acrescentou Sollenberger. Um ponto de viragem ocorreu sob o presidente Richard Nixon, cuja crença na expansão dos poderes presidenciais sustentou uma campanha secreta de bombardeamentos durante a Guerra do Vietname e as escutas telefónicas de opositores políticos.

Quando essas ações se tornaram públicas, provocaram uma reação generalizada e Nixon renunciou em 1974.

No entanto, os presidentes subsequentes também procuraram aumentar o alcance da Casa Branca.

Em 2001, por exemplo, o então presidente George W. Bush supervisionou a aprovação da Autorização para o Uso da Força Militar (AUMF), que lhe permitiu usar a “força necessária e apropriada” para prosseguir a chamada “guerra global ao terrorismo”. .

Os críticos argumentam que a autorização permitiu a Bush e aos seus sucessores contornar o poder do Congresso como o único órgão capaz de declarar guerra, justificando uma vasta gama de ordens militares presidenciais.

Até que ponto o próprio Trump pode levar o poder presidencial será delineado pelo “dar e receber” entre Trump, o Congresso e o poder judicial, acrescentou Sollenberger.

Trump assume o cargo com um Maioria republicana tanto na Câmara dos Representantes como no Senado, bem como uma maioria absoluta conservadora no Supremo Tribunal, incluindo três nomeados do primeiro mandato de Trump.

Ditador por um dia?

As declarações recentes de Trump apenas aumentaram as preocupações sobre o seu segundo mandato – e se ele irá ampliar a autoridade constitucional concedida à presidência.

Durante a sua campanha de reeleição, Trump referiu-se às eleições de 2024 como “a nossa batalha final”, chegando a dizer aos seus apoiantes na Florida que não “teriam de votar novamente” se ele ganhasse.

Entretanto, na sua plataforma Truth Social, a conta de Trump partilhou um vídeo que se referia a um “Reich unificado”, uma palavra alemã para “reino” frequentemente associada à Alemanha nazi.

Os seus oponentes políticos também aproveitaram as suas inclinações de homem forte para criticá-lo como um “autocrata”. Por exemplo, a vice-presidente Kamala Harris, a candidata democrata, descreveu Trump como “um presidente que admira ditadores e é fascista”.

Trump inclinou-se para o clamor, com comentários aparentemente concebidos para deixar as línguas abanadas.

Respondendo às críticas em 2023, por exemplo, disse à Fox News que seria um ditador se fosse eleito, mas “apenas no primeiro dia”, centrando-se nas ações executivas que esperava tomar ao assumir o cargo.

Desde a sua vitória eleitoral em Novembro, Trump nomeou uma lista de legalistas à sua próxima administração, que ecoou o seu desejo de reprimir os críticos.

Uma de suas escolhas mais polêmicas inclui Kash Patel, um ex-promotor federal que sinalizou que poderá usar seu cargo como diretor do Federal Bureau of Investigation (FBI) para processar jornalistas.

“Iremos atrás das pessoas na mídia que mentiram sobre os cidadãos americanos, que ajudaram Joe Biden a fraudar as eleições presidenciais”, disse Patel em um podcast, repetindo as falsas alegações de Trump sobre fraude eleitoral durante as eleições de 2020.

Projeto 2025

Trump também expandiu a nomeação dos chamados “czares” políticos, que não necessitam de confirmação do Senado, para supervisionar áreas que incluem a segurança das fronteiras e a inteligência artificial.

Algumas dessas nomeações elevaram arquitetos-chave por trás do Projeto 2025, um roteiro de política ultraconservadora desenvolvido pela Heritage Foundation, um think tank conservador.

Trump rejeitou em grande parte o Projecto 2025, mas as suas escolhas de pessoal sinalizam que alguns dos seus princípios podem tornar-se parte da sua agenda presidencial.

O “czar da fronteira” Tom Homan, o vice-chefe de política Stephen Miller, e Russell Vought, escolhido por Trump para diretor do Gabinete de Gestão e Orçamento, participaram todos no Projeto 2025. Vought até foi o autor do seu capítulo sobre a autoridade presidencial.

Uma análise do documento feita pelo Center for American Progress, um instituto político de tendência esquerdista, alertou que o Projeto 2025 “visa derrubar o sistema de freios e contrapesos e reimaginar um poder executivo com esteróides e livre de quaisquer algemas”.

Alertou que a presidência poderia ganhar “poder irrestrito para assumir o controle do país e controlar as vidas dos americanos”.

A análise destacou sete áreas de expansão do poder presidencial delineadas no Projecto 2025.

Incluem a transformação do Departamento de Justiça em arma, a utilização da Lei da Insurreição para reprimir a dissidência e a politização de agências independentes e funcionários públicos.

Vários desses objetivos já se sobrepõem aos objetivos declarados ou ações passadas de Trump, acrescentou o relatório.

Trump disse repetidamente que irá buscar retribuição contra oponentes políticos e críticos proeminentes.

No caso da colega republicana Liz Cheney, ele perguntado seus seguidores nas redes sociais para avaliar se gostariam de vê-la presa: “REVERDADE SE VOCÊ QUER TRIBUNAIS MILITARES TELEVISADOS”.

Relatos da mídia sugerem que sua equipe de transição também questionou funcionários públicos de carreira durante entrevistas de emprego sobre em quem eles votaram.

Dito isto, a análise argumenta que o Projecto 2025 constituiria “uma filosofia de governo radical, que contraria a tradicional separação de poderes (e) confere aos presidentes o controlo quase completo sobre a burocracia federal”.

Imunidade presidencial

Cohn e outros analistas argumentaram que a ideologia do Projeto 2025 se encaixa na decisão de julho da Suprema Corte que concede aos presidentes ampla imunidade para atos oficiais.

A equipa jurídica de Trump utilizou a decisão para contrariar os processos criminais contra ele, incluindo a acusação federal que o acusava de tentar anular as eleições de 2020.

Essa acusação destaca as ações de Trump durante o ataque ao Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021quando os seus apoiantes usaram a violência para impedir temporariamente a certificação das eleições.

Embora a decisão sobre imunidade do Supremo Tribunal tenha levantado mais questões do que respostas, espera-se que encoraje Trump durante o seu segundo mandato.

“Trump está ileso por fomentar a insurreição de 6 de janeiro porque a Suprema Corte lhe deu um cartão para sair da prisão”, disse Cohn.

Os analistas também apontam que Trump conseguiu evitar quaisquer repercussões graves para as quatro acusações criminais que enfrentou enquanto estava fora do cargo.

Os dois casos federais que ele enfrentou foram arquivados desde a sua reeleição, com autoridades citando uma política do Departamento de Justiça de não processar presidentes em exercício. Um terceiro caso, também envolvendo interferência eleitoral, ficou paralisado no estado da Geórgia.

E em Nova Iorque, a condenação de Trump pela falsificação de registos comerciais resultou numa grande frase desdentada de “quitação incondicional”, sem prisão, liberdade condicional ou multas aplicadas como pena.

Sollenberger observou que o caso federal de interferência eleitoral não foi necessariamente fundamentado devido aos seus méritos legais.

Em vez disso, os promotores mantido Trump teria sido condenado por usar “mentiras como arma para derrotar uma função do governo federal fundamental para o processo democrático dos Estados Unidos”.

Esse caso pressagia como Trump poderá mais uma vez testar os limites da presidência, de acordo com os seus críticos. Mas esses limites continuam longe de ser claros, segundo Sollenberger.

Sollenberger disse que “permanece uma área cinzenta sobre o que é dever presidencial e o que não é”.

“A questão permanece: como podemos analisar isso?”



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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