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‘Como um gato em uma máquina de lavar’: remador resgatado temia que ele morresse nas ondas monstro de Cyclone Alfred | Austrália News

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'Como um gato em uma máquina de lavar': remador resgatado temia que ele morresse nas ondas monstro de Cyclone Alfred | Austrália News

Kate Lyons

Aurimas Mockus finalmente chegou à Austrália, mas não da maneira que ele imaginou.

Em vez de remar triunfantemente no Kursis, o barco de um lugar que ele estava remar há quase cinco meses no Oceano Pacífico como parte de uma missão solo de San Diego a Brisbane, ele chegou ao porto de Sydney, aliviado e vivo, a bordo de um navio naval australiano de 16.000 toneladas.

Não tinha sido para Ciclone tropical Alfredele provavelmente teria completado a jornada de 12.000 km e se juntou a apenas algumas pessoas para remar o solo do Pacífico.

Mas Alfred, que estava diretamente no caminho do remador lituano, frustrou -o. Os mares de monstro atingiram o kursis, fazendo com que ele rolasse repetidamente. Por três dias, ele não conseguiu descansar ou dormir enquanto lutava contra ondas gigantes, em um barco constantemente enchendo com água do mar e toda a comunicação com sua equipe de apoio perdida.

“Eu era como um gato em uma máquina de lavar”, disse ele a repórteres na Base Naval HMAS Kuttabul em Potts Point, a leste do CBD de Sydney, na manhã de sexta -feira, depois de desembarcar de Choules HMAs e, finalmente, depois de quase cinco meses no mar, tocando em terra seca.

Aurimas Mockus Route para atravessar o Oceano Pacífico.

Mais seriamente, ele disse, sua voz quebrando, ele sabe que estava muito perto da morte.

Quando seu barco virou repetidamente em mares gigantes, ele concentrou sua energia em manter a promessa a sua esposa e filhos adolescentes quando ele embarcou na jornada no ano passado: que ele voltaria para eles.

“(Eu estava) rolando talvez 30 vezes, não estou contando -os, talvez mais. Muitas vezes (pensei) pode ser a última vez ”, disse ele.

“Estes últimos três dias no oceano … eu tenho que – muitas vezes, muitas horas – lutar (por) minha vida, porque … meu barco está afundando; Toda a navegação … para, eu só tenho rádio VHF, tenho problemas no meu corpo. Sinto que, se eu perdi a cabeça, se eu perdesse minha crença (que) posso lutar pela minha vida, eu (não estaria aqui) junto com você hoje.

“Agora eu sei … o inferno não é … quente, está na verdade ventos molhados e muito fortes.”

A esposa de Mockus, Sonata Mockuviene, estava na base naval em Sydney esperando para cumprimentar o marido, a quem ela não viu desde que partiu de San Diego na costa oeste dos EUA em meados de outubro. Ela voou para a Austrália da Lituânia na quinta -feira.

‘Estávamos preocupados, foi muito longo’

Depois de descer o passageiro do navio, Mockus caiu de joelhos na frente de sua esposa e, soluçando, enterrou o rosto no estômago dela, enquanto ela abraçava a cabeça dele e o beijava.

Mockuviene disse que a viagem a remo não foi a coisa mais louca que seu marido já fez, mas é o “mais louco” que ele tentou.

Ela estava em contato quase diário com ele durante toda a jornada, recebendo uma mensagem ou um telefonema curto para saber que ele estava seguro e bem. Mas na semana passada as comunicações pararam.

“Quando ele perdeu todas as conexões, não tínhamos nenhuma informação, estávamos preocupados, demorou muito … não recebendo a mensagem dele”, disse ela.

O HMAS Choules, um navio de desembarque da Marinha Australiana de 16.000 toneladas, resgatou Mockus. Fotografia: James Gourley/The Guardian

Então, por volta das 22h na sexta-feira, 28 de fevereiro, Mockus ativou seu sitólio de emergência, transmitindo um sinal para um satélite que saltou para um centro de resposta 24/7 em Canberra, e desencadeando uma cadeia de ação que acabaria por levar a seu dramático resgate de um alto mar com ciclone pelos choules HMAS.

“Como você pode imaginar, não é uma tarefa pequena encontrando um objeto tão pequeno no meio do nosso oceano”, disse Mark Morrow, diretor executivo de resposta da Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA), que coordenou a busca por Mockus.

Além da dificuldade estava o ciclone, que produzia ventos superiores a 130 km/h e mares pesados ​​acima de nove metros.

“Normalmente, estaríamos em uma posição em que poderíamos desviar um navio para nos ajudar”, disse Kevin McEvoy, gerente do AMSA Response Center. Mas o TC Alfred significava que não havia navios na área. “Não tínhamos esse luxo.”

Mockus acabou sendo visto por uma aeronave Challenger.

A AMSA foi capaz de fazer contato com o rádio com Mockus, usando um tradutor lituano, que Mockus agradeceu emocionalmente na sexta -feira. A equipe fez seis vôos durante três dias, mantendo contato com ele.

A voz de Mockus quebrou quando ele contou ao ver a aeronave acima dele pela primeira vez.

“Eu pensei que não estou sozinho. Mas como ele pode ajudar, eu não sei. ”

O HMAS Choules foi destacado de Brisbane e Mockus foi resgatado na segunda -feira.

“Não tenho palavras para isso”, disse Mockus, quando perguntado como ele se sentia ao ver o navio da Marinha Australiana Real chegando em seu auxílio. “Apenas amo.”

Os marinheiros da Marinha australiana do HMAS Choules usam um barco inflável para resgatar o remador da Lituânia Aurimas Mockus. Fotografia: CPOIS Helen Frank/AP

A jornada deles de volta a Sydney foi repleta.

Os choules do HMAS encontraram mares de 12 metros e foram lançados em rolos de 28 graus-ou um rolo de 90 pés de um lado para o outro-causando alguns danos ao equipamento a bordo do navio, incluindo o envio de camas hospitalares através de anteparas, embora ninguém tenha sido ferido.

Mockus disse que, depois de ser trazido a bordo do HMAS Choules e ser verificado pela equipe médica-ele tem alguns cortes e hematomas por ser jogado em condições selvagens, mas nada sério ou com risco de vida-ele estava focado em ficar horizontal.

“Quando estou afundando, estou pensando em uma cama limpa, porque três, quatro dias, passei no mar molhado e rolante.”

Alegria

Um exagerado Darius DeGutis, embaixador lituano na Austrália, agradeceu ao governo australiano, força de defesa e pessoas pelo resgate.

“É um dia muito especial, porque temos aurimas. Temos um ditado na língua lituana, saudável e vivosaudável e vivo. Ele está saudável e vivo. ”

DeGutis leu em voz alta uma carta do ministro das Relações Exteriores da Lituânia agradecendo à Austrália por resgatar o remador.

“A Lituânia é profundamente grata ao seu compromisso inabalável de salvar vidas e sempre lembraremos desse extraordinário ato de solidariedade e cooperação”, afirmou a carta.

Aurimas Mockus desembaraça os choules do HMAS enquanto atende em Sydney. Fotografia: James Gourley/The Guardian

Por enquanto, Mockus e sua esposa passarão algum tempo na Austrália antes de retornar aos filhos na Lituânia.

Mockus disse que não se arrepende da viagem. Mas perguntou se ele estaria tentando novamente, para ver se ele pode completar a viagem, ele riu. “Ainda não”, disse ele.

Quando a Mockuviene foi perguntada se ela aprovaria o marido tentando novamente, ela disse que estava fora das mãos.

“Eu não posso mantê -lo … em casa. É impossível. ”

Relatórios adicionais de Daisy Dumas



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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