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Conclusões do debate conservador: um choque de estilos, um formato domesticado e uma vitória para Badenoch | Liderança conservadora
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2 anos atrásem
Peter Walker and Rosie Anfilogoff
Kemi Badenoch e Robert Jenrick se enfrentaram pelo que poderia ser o único confronto televisionado do concurso de liderança conservadora. Na verdade, não foi um debate: a dupla se revezou para responder às perguntas dos membros do partido e dos telespectadores do GB News.
Abaixo estão algumas das coisas que aprendemos.
1. Badenoch foi o vencedor – pelo menos o público achou que sim
Julgar o vencedor de tais eventos é um negócio impreciso, com a ressalva adicional de que a impressão obtida por quem está dentro do estúdio pode não ser a mesma que os telespectadores assistem na TV. Mas Badenoch definitivamente teve uma recepção melhor.
Jenrick recebeu aplausos regulares e educados por seu discurso bem ensaiado e com muitas políticas. A resposta a Badenoch, no entanto, parecia mais forte e frequente. Levantar a mão no final para quem as pessoas achavam que se saiu melhor parecia uma vitória de cerca de 75% a 25% para Badenoch.
2. Isto foi políticas versus visão
Os dois aspirantes adotaram abordagens muito diferentes. Para Jenrick tratava-se de políticas específicas – ele quer limitar a imigração a dezenas de milhares, abandonar a convenção europeia sobre direitos humanos, construir cidades mais densas e cortar impostos.
Para Badenoch, a questão era “consertar o sistema que está quebrado” e renovar o partido e o país. Isto não envolve, argumentou ela, “deitar fora muitas políticas” – uma referência clara à abordagem de Jenrick.
3. O formato manteve as coisas calmas
Embora os debates internos sobre a liderança do partido possam muitas vezes ser mais brutais do que as eleições gerais, o formato do evento manteve as coisas moderadas. Os contendores não estavam no palco ao mesmo tempo, exceto no início, e o público de membros conservadores – quase todos pareciam ser de Londres – fez principalmente perguntas amplas e incontestáveis, permitindo que Badenoch e Jenrick entrassem em discursos familiares.
O apresentador do GB News, Christopher Hope, tentou animar as coisas com uma rodada rápida de perguntas, como se algum deles já havia consumido drogas – eles não haviam – mas isso não conseguiu aumentar a temperatura.
4. Christopher Chope escapou com um leve chute
O elemento mais notável da disputa antes do debate de quinta-feira foram os comentários do veterano parlamentar conservador Christopher Chope, que disse não poder apoiar Badenoch. já que ela está “preocupada com os próprios filhos”.
Questionada sobre o que ela diria a Chope na próxima vez que o visse, Badenoch, que como Jenrick tem três filhos em idade escolar, respondeu apenas: “Devo lembrá-lo de que nem sempre são as mulheres que têm responsabilidades parentais”.
5. Jenrick não é fã de Liz Truss
Durante sua hora sob os holofotes, Jenrick foi cuidadosamente educado, recusando quando questionado sobre a maior fraqueza de Badenoch. “Não vou dizer isso – eu realmente gosto de Kemi”, disse ele.
Jenrick tentou a mesma resposta quando solicitado a listar seu primeiro-ministro conservador favorito dos últimos 14 anos, dizendo: “Sou pai de três filhas. Eu sei que você não escolhe favoritos. Mas questionado se poderia ser Liz Truss, ele finalmente respondeu: “Não seria Liz, devo dizer. Os outros têm boas qualidades.”
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Projeto Capes/Cofecub executa missão de trabalho em MG — Universidade Federal do Acre
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13 de julho de 2026O projeto “Agricultura Tropical e Subtropical, Pecuária e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, coordenado pela Ufac, realizou visitas técnicas em Minas Gerais, entre 26 de junho e 5 de julho. Aprovado em chamada pública do programa Capes/Cofecub, o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil, o projeto está no segundo ano de execução, num total de quatro anos.
A missão ocorreu no Centro de Pesquisa de Cana-de-açúcar da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa); na Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão em Melhoramento Genético e Sistemas de Produção de Palmáceas e Outras Oleaginosas; na Universidade Federal de Viçosa (UFV); nas fazendas São Pedro, Guimarinho, Santa Cruz e Serra das Cabeças, além do sítio Jardim.
É a primeira vez na história do programa Capes/Cofecub, iniciado na década de 1970, que uma instituição acreana coordena um projeto aprovado, cuja execução fica a cargo de professores e pós-graduandos das Universidade Federais do Acre, de Viçosa e do Paraná, além do Instituto Agrícola de Dijon (Agro Dijon, França).
Participaram das visitas os pesquisadores Almecina Balbino e Eduardo Mattar, da Ufac; Natalia Torres, do PPG em Produção Vegetal, da Ufac; Luís Cláudio da Silveira, Denise Cunha, Raquel Barro e Aziz da Silva Junior, da UFV; Ridha Ibidhi e Christelle Phileppeau, do Agro Dijon.
Rede de trabalho
O projeto formou uma rede de trabalho internacional que objetiva propor sistemas integrados de produção focados em uma sustentabilidade econômica, social e ambiental, através de proposição de sistemas e execução de pesquisas aplicadas. Até o momento, estão sendo executados estes projetos de pesquisa em cooperação:
– Early Development of Trichanthera Gigantea Under Different Light Conditions;
– ‘Cratylia argentea’ (Desv.) Kuntze: Da Prospecção de Acessos à Conservação Ex Situ na Amazônia Ocidental;
– Caracterização Ecológica de Espécies Forrageiras Não Convencionais Arbóreas e Arbustivas para Uso de Sistemas Silvipastoris;
– Representação Dasimétrica da Lotação Animal Bovina: Um Estudo de Caso no Acre;
– Sistema Silvipastoril Sucessional: Opção para Recomposição de Reserva Legal na Amazônia Sul-Ocidental Brasileira;
– Ecosystem Services in Livestock-Based Integrated Systems in South America: A Bibliometric and Qualitative Review;
– Agroecological Performance of Dairy Farms in the Brazilian Amazon: An Assessment Using the TAPE Methodology;
– Agroecological Performance of Integrated Farming Systems in the Brazilian Amazon: Evidence from Reca Cooperative Using the TAPE Methodology.
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Ufac lança Plano de Acessibilidade no campus-sede em 17/07 — Universidade Federal do Acre
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13 de julho de 2026O projeto Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança realiza o lançamento do Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física da Ufac 2026-2029, nesta sexta-feira, 17, às 9h, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções. O objetivo da ação é promover a acessibilidade e a inclusão, além de eliminar barreiras na infraestrutura física da universidade.
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Ufac entrega cartão para fortalecer curricularização da extensão — Universidade Federal do Acre
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13 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex), da Ufac, realizou a entrega do cartão Acex, sigla para Ações Curriculares de Extensão Universitária, o qual garantirá condições materiais e financeiras para execução dessas ações nos cursos de graduação. A solenidade ocorreu nesta segunda-feira, 13, na sala de reuniões da Pró-Reitoria de Graduação, campus-sede.
O instrumento foi operacionalizado pelo edital Proex n.º 38/2025, com R$ 300 mil provenientes de emenda parlamentar de bancada. Segundo a reitora Guida Aquino, a iniciativa está alinhada ao planejamento estratégico da instituição e é resultado da atuação conjunta de diferentes setores da universidade. “Ninguém faz nada sozinho; nós somos mais fortes e é assim que saiu o cartão Acex”, afirmou.
Nesta primeira edição, foram contemplados seis dos oito centros acadêmicos da Ufac. Guida destacou a importância da continuidade da iniciativa nas próximas edições e desejou que os professores beneficiados desenvolvam ações que fortaleçam a presença da universidade junto à sociedade.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, classificou a entrega como um momento histórico e explicou que a implantação do cartão exigiu a articulação entre a Proex e as Pró-Reitorias de Graduação e Pesquisa e Pós-Graduação. O processo também envolveu a regulamentação das ações e a criação de condições para a operacionalização dos recursos.
Carlos ressaltou que a Ufac optou por regulamentar a curricularização da extensão antes de buscar os recursos necessários para sua execução. “Nós organizamos a casa, mostramos a regulamentação e partimos em busca do financiamento.” Para ele, o cartão Acex despertou o interesse de representantes de outras universidades do país.
Com a maioria dos cursos já regularizados em relação à curricularização da extensão, a iniciativa busca contribuir para a qualidade das ações inseridas nos currículos. Conforme Carlos, essas atividades fortalecem o compromisso social da universidade e ampliam a atuação de estudantes e professores nos diferentes territórios.
Durante a solenidade, também foi informada a destinação de R$ 700 mil, pelo Ministério da Educação, para apoiar as ações de curricularização da extensão. Os recursos poderão contribuir para continuidade e ampliação da iniciativa na Ufac.
Também participaram da solenidade a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho; e o diretor de Ações de Extensão, Gilvan Martins do Nascimento.
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