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Concurso TJ RO divulga edital para técnicos e analistas

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Saiu o edital do concurso TJ RO para a área de apoio. No total, são oferecidas 25 vagas de técnicos e analistas, nos níveis médio e superior. Os ganhos mensais podem chegar a R$17,1 mil em início de carreira.

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As vagas são distribuídas da seguinte forma:

  • Nível médio: dez vagas para técnico judiciário;
  • Nível superior: 15 vagas para analista judiciário.

Além disso, também será formado um cadastro de reserva para provimento durante todo o prazo de validade do concurso, se necessário.

No caso do cargo de técnico, as dez vagas estão distribuídas da seguinte forma: seis para ampla concorrência; uma para pessoas com deficiência; duas para candidatos negros; e uma para indígenas.

Já as vagas para o cargo de analista estão divididas nas seguintes especialidades:

  • Administrador
  • Analista de Sistemas
  • Arquivologista
  • Assistente Social
  • Biblioteconomista
  • Contador
  • Economista
  • Enfermeiro
  • Engenheiro Civil
  • Engenheiro Eletricista
  • Engenheiro Eletrônico
  • Estatístico
  • Fisioterapeuta
  • Fonoaudiólogo
  • Historiador
  • Jornalista
  • Matemático
  • Médico Cardiologista
  • Médico Clínico Geral
  • Médico do Trabalho
  • Médico Pediatra
  • Médico Psiquiatra
  • Nutricionista
  • Odontólogo
  • Oficial de Justiça
  • Pedagogo
  • Psicólogo
  • Publicitário

A lotação dos aprovados poderá ocorrer tanto no Tribunal de Justiça (em Porto Velho) quanto nas comarcas do Estado de Rondônia.

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Salários do concurso TJ RO

Os salários iniciais serão de R$4.289,99 para técnico judiciário e R$7.715,82 para analista judiciário.

Além do vencimento básico, os servidores terão direito a benefícios como auxílio-transporte, plano de saúde, vale-alimentação, entre outros.

Com esses adicionais, a remuneração poderá atingir R$10.924,82 para técnicos e até R$17.132,48 para analistas, dependendo da especialidade.

Confira a seguir os valores adicionais:

  • Auxílio-alimentação: R$2.300;
  • Auxílio-saúde: R$680; e
  • Auxílio-transporte: R$264.

O TJ RO também oferece a Gratificação por atividade de Tecnologia da Informação e Comunicação (GTIC) para os servidores que conseguirem aprovação no cargo de analista, na área analista de sistemas.

O valor do benefício corresponde a 80% do padrão inicial, alcançando R$7.715,82.

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Edital do concurso TJ RO é publicado com 25 vagas imediatas

(Foto: Governo de Rondônia)

Concurso TJ RO terá inscrições até dezembro

As inscrições para participar do concurso TJ RO serão aceitas de 5 de novembro a 5 de dezembro, na página eletrônica da banca.

Para participar, basta acessar o site do Instituto Consulpan, banca organizadora da seleção do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. O candidato deve preencher o formulário com todos os dados necessários.

Logo após, precisa imprimir o boleto bancário e quitar a inscrição. As taxas custam R$100 (técnico) e R$150 (analista).

Quem não puder arcar com esse custo ainda assim poderá participar, desde que solicite a isenção e tenha o pedido aprovado. Para isso, é necessário estar enquadrado em um dos seguintes requisitos:

  • doadores regulares de sangue
  • candidatos hipossuficientes
  • doadores de medula óssea, órgãos e/ou tecidos
  • pessoas que trabalham nas eleições

As solicitações serão aceitas entre as 15h do dia 5 de novembro e as 23h59 do dia 11 de novembro.

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TJ RO terá provas aplicadas em 2025

Todos os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas e discursivas, no dia 2 de fevereiro de 2025.

De acordo com o edital, as avaliações estão previstas para acontecer na capital do Estado de Rondônia, em Porto Velho, mas também nas cidades de Ariquemes, Buritis, Cacoal, Costa Marques, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Machadinho D’Oeste, Rolim de Moura, São Francisco do Guaporé e Vilhena. 

A prova objetiva contará com 60 questões de múltipla escolha, versando por conteúdos de Conhecimentos Gerais e Específicos, sendo:

  • Língua Portuguesa: 15 questões;
  • Conhecimentos Transversais: 14 questões;
  • História e Geografia do Estado de Rondônia: seis questões;
  • Conhecimentos específicos do cargo/especialidade: 25 questões.

Será aprovado na prova objetiva o candidato da ampla concorrência que alcançar, pelo menos, 60% do total de pontos, ou seja, 60 pontos. Para os demais, será possível obter êxito com 20% a menos, ou seja, 48 acertos.

A prova discursiva também será para todos os candidatos, sendo:

  • Técnico judiciário: uma dissertação, versando sobre tema da atualidade.
  • Analista judiciário: uma questão discursiva, para todas as especialidades, versando sobre estudo de caso acerca de tema de conhecimentos específicos, conforme conteúdo programático.

A prova discursiva valerá até 30 pontos.

O prazo de validade do atual concurso TJ RO da área de Apoio será de dois anos, contado a partir da homologação do resultado final e podendo ser prorrogado por igual período.

*Colaborou com este conteúdo: Gustavo Portella

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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