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conduta de policial militar do Bope que causou acidente que matou mulher

Notícias da Hora, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A promotora de Justiça, Maria Fátima Ribeiro Teixeira, quer saber o que de fato aconteceu naquela tarde do último sábado que teve como consequência a morte da secretária Silvinha Pereira e deixando José da Silva e Silva gravemente ferido 

O Ministério Público do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada do Controle Externo da Atividade Policial, conduzida pela promotora de Justiça, Maria Fátima Ribeiro Teixeira, determinou a abertura de investigação criminal para apurar a conduta do policial militar do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Alan Melo Martins.

A representante do Ministério Público quer saber o que levou o agente de segurança pública a ser o autor de um grave acidente que vitimou Silvinha Pereira da Silva e deixou com ferimentos graves José da Silva e Silva no último sábado em uma rotatória da Dias Martins. 

Maria de Fátima Ribeiro diz na portaria publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público que considera “a necessidade de prevenção de qualquer abuso de autoridade ou omissão por parte dos policiais (…) que deve se pautar pelo respeito aos direitos humanos e obediência ao princípio constitucional da legalidade”. 

Ela também acrescenta que a investigação tem o objetivo de esclarecer os fatos à sociedade, uma vez que o caso envolve um agente público, como agravante a isso, da Segurança Pública, sendo este incumbido de zelar pela paz social e não promover o caos.

“Considerando haver necessidade serem realizadas diligências, levantamentos de informações e documentos visando o completo esclarecimento dos fatos”, explica a promotora.

O militar do Bope, Alan Melo Martins, já responde na Justiça acreana em um processo por participação na ação policial que, em maio de 2018, uma bala perdida ceifou a vida da pequena Maria Cauane, de 11 anos, no Preventório, em Rio Branco. A prisão dele chegou a ser solicitada pelos promotores Teotônio Rodrigues Soares Júnior e Washington Nilton Medeiros Moreira, mas foi negada pelo Judiciário. Como o processo corre em segredo de Justiça, não se sabe qual a participação dele na ação. Os promotores vão pedir a quebra do segredo de Justiça com o objetivo de apresentar à sociedade sobre o que ocorreu naquele maio de 2018.

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