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Conflitos em Moçambique enquanto oposição protesta contra ‘fraude’ eleitoral | Notícias de protestos
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2 anos atrásem
A polícia disparou gás lacrimogêneo contra manifestantes em Moçambique, na maior manifestação até agora contra o partido Frelimo, de longa data no poder, que foi declarado vencedor das disputadas eleições no mês passado.
A raiva aumentou desde que as autoridades eleitorais disseram que a Frelimo ganhou a votação de 9 de Outubro, prolongando os seus 49 anos no poder. Grupos de direitos humanos disseram que pelo menos 18 pessoas foram mortas na repressão policial aos protestos desde então.
As eleições gerais foram fortemente disputadas com muitos jovens a apoiarem o candidato presidencial independente Venâncio Mondlane, que disse que a votação foi fraudada e apelou a uma semana de protestos que culminaria na Quinta-feira. Grupos da sociedade civil e observadores ocidentais também afirmaram que as eleições foram injustas e que os resultados foram alterados.
Na quinta-feira, polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar milhares de manifestantes na capital, Maputo.
Mondlane – um antigo apresentador de rádio de 50 anos que, segundo resultados oficiais, perdeu para Daniel Chapo da Frelimo – disse que foi um “momento crucial” para o país.
“Sinto que existe uma atmosfera revolucionária… que mostra que estamos à beira de uma transição histórica e política única no país”, disse Mondlane a partir de um local não revelado. Ele disse que não poderia revelar o seu paradeiro, a não ser dizer que não estava em África.
A Ordem dos Advogados de Moçambique alertou que havia “condições para um banho de sangue” na quinta-feira, quando uma forte presença de segurança foi implantada em toda a capital. É o lar de mais de um milhão de pessoas, mas parecia uma cidade fantasma com lojas, bancos, escolas e universidades fechadas.
As autoridades restringiram o acesso à Internet em todo o país, num aparente esforço para “suprimir protestos pacíficos e críticas públicas ao governo”, segundo a Human Rights Watch.
O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, também alertou contra a “força desnecessária ou desproporcional”, dizendo que a polícia deve “garantir que gere os protestos de acordo com as obrigações internacionais de Moçambique em matéria de direitos humanos”.
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.
A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira
Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.
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