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Conselho Federal de Medicina diz que Acre perdeu quase 80 leitos de internação do SUS em oito anos; Saúde rebate
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8 anos atrásem
No mesmo período, estado ganhou 19 leitos particulares e região Norte apresentou saldo positivo com 184 leitos a mais. G1 não conseguiu contato com Central de Leitos do Acre para comentar os dados.
Foto: Número de leitos no Acre caiu para 1.304 nos últimos oito anos, segundo CFM (Foto: Aldejane Pinto/Arquivo pessoal).
O Acre perdeu quase 80 leitos de internação do Sistema Único de Saúde (SUS) nos últimos oito anos. Em 2010, o estado tinha 1.383 leitos na saúde pública e em 2018 esse número caiu para 1.304.
O levantamento é do Conselho Federal de Medicina (CFM) que foi divulgado no último dia 12 deste mês.
A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) rebate os dados e informou, por meio de nota, que conforme o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) há 1.414 leitos de internação do SUS no estado atualmente.
Segundo o órgão, esse dado mostra que não houve redução nos últimos oito anos e sim aumento na oferta de leitos.
A Sesacre afirma que foram ampliados oito leitos cirúrgicos em contratualidades no Hospital Santa Juliana e que houve aumento de oito leitos na UTI do Pronto-Socorro de Rio Branco. A Saúde disse que segue determinação de cobertura assistencial do SUS com três leitos para cada mil habitantes.
Além disso, possui uma cobertura de 95% do total da população dependente do SUS, porcentagem acima da média do Ministério da Saúde que trabalha com 75,5%.
Os dados mostram também que Acre ganhou 19 leitos particulares no mesmo período. Além disso, a região Norte apresentou saldo positivo de 1%, cerca de 184 leitos a mais.
O CFM listou ainda o número de leitos de internação que foram reduzidos ou aumentados nos últimos oito anos no Acre. Nesse período houve redução de 71 leitos cirúrgicos, 19 obstétricos e 22 pediátricos. Ainda de 2010 a 2018, houve a criação de 30 leitos clínicos.
Rio Branco, capital acreana, possuía em 2010, segundo o CFM, 727 leitos e este ano possui apenas 711. Houve a perda de 16 leitos de internação. G1Ac.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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