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Coreia do Norte diz que Yoon mergulhou Seul num pandemônio – 11/12/2024 – Mundo
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Choe Sang-Hun
A Coreia do Norte se manifestou pela primeira vez, nesta quarta-feira (11), sobre a crise que seu vizinho do sul atravessa desde a tentativa de autogolpe do presidente Yoon Suk Yeol, há pouco mais de uma semana. Segundo a mídia estatal de Pyongyang, o líder da Coreia do Sul mergulhou seu país em um “pandemônio”.
“A chocante decisão do fantoche Yoon Suk Yeol (…) de declarar um decreto de lei marcial e apontar armas e baionetas de sua ditadura fascista contra seu próprio povo transformou o fantoche do Sul em um pandemônio”, diz o artigo, nos termos que o regime de Kim Jong-un normalmente se refere ao presidente sul-coreano e ao país vizinho.
O texto foi publicado com pouco destaque no principal jornal do Norte, o Rodong Sinmun, na sexta página da edição desta quarta. Também divulgado pela agência estatal KCNA, o artigo citou a tentativa fracassada de Yoon de decretar lei marcial no país pela primeira vez em décadas, a disseminação de protestos por toda a Coreia do Sul e a incerteza política que prevalece desde então.
O artigo não indicou como a turbulência no Sul poderia afetar as relações entre as Coreias. Desde que Yoon assumiu o cargo, em 2022, com uma retórica de confronto com o Norte, o relacionamento entre os dois países atingiu seu ponto mais baixo em anos.
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O texto, no entanto, menciona o fracasso dos legisladores da oposição de abrir um processo de impeachment contra Yoon, no último sábado (7), transformando toda a Coreia do Sul em um “palco de protestos”.
O aparente vácuo de poder no Sul levanta preocupações em relação à força de Seul para eventuais escaladas com o Norte, país com o qual está tecnicamente em guerra desde o armistício da década de 1950.
Em uma tentativa de acalmar as ruas e se manter formalmente no poder, a sigla de Yoon, o PPP (Partido do Poder do Povo), propôs passar as funções do presidente para o primeiro-ministro, arranjo que não está previsto na Constituição sul-coreana e é visto como uma segunda tentativa de golpe pela oposição.
Na terça, um novo plano do partido sugeriu que o presidente renuncie em fevereiro ou março e que novas eleições aconteçam entre abril e maio. A proposta, porém, ainda não foi adotada por toda a sigla, que parece dividida sobre a questão.
Nos últimos meses, a Coreia do Norte enviou milhares de balões carregados de lixo para o Sul, enquanto a Coreia do Sul respondeu com transmissões de propaganda por alto-falantes na fronteira. Além disso, Kim declarou que o Norte não está mais interessado na reunificação da Península Coreana e passou a chamar o Sul de inimigo, ameaçando a nação com armas nucleares.
A oposição sul-coreana planeja tentar novamente o impeachment de Yoon no sábado. Se ele for impugnado, será imediatamente suspenso do cargo até que o Tribunal Constitucional decida se o reintegra ou o destitui formalmente. Se o tribunal o remover, a Coreia do Sul realizará uma eleição nacional para escolher um novo líder.
Yoon, um conservador, tem baixos índices de popularidade desde que assumiu o cargo. Sua remoção melhoraria as chances dos progressistas de retomar o poder na Coreia do Sul. Ambos os campos ideológicos dependem dos Estados Unidos para defender o país, mas os progressistas, como o antecessor de Yoon, Moon Jae-in, preferem o diálogo e a reconciliação com o Norte, enquanto os conservadores defendem sanções e pressão.
Em uma entrevista ao jornal americano The New York Times na última segunda (9), Lee Jae-myung, líder do opositor Partido Democrático, disse que ele e seu partido discutiram informalmente o que fazer se Yoon instigasse um conflito armado com a Coreia do Norte e usasse isso como pretexto para declarar lei marcial. Lee disse que esse risco existiria enquanto Yoon permanecesse no poder, embora o presidente tenha dito que nunca mais declararia lei marcial.
O projeto de impeachment que falhou na semana passada, elaborado apressadamente pelos partidos de oposição, acusou Yoon de antagonizar com Coreia do Norte, China e Rússia, e criticou o que chamou de política “estranha” em relação ao Japão. Os críticos do presidente o acusam de melhorar os laços com Tóquio, que já colonizou a Coreia, em detrimento dos interesses da nação.
Segundo Lee, incluir as políticas externas de Yoon no projeto de impeachment foi um erro e não foi ideia de seu partido. Ele afirmou que, em um projeto revisado, a referência às políticas externas de Yoon seria removida.
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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