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Coreia do Sul cogita enviar equipe para a Ucrânia – DW – 30/10/2024
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30 de outubro de 2024
Rússia diz ter capturado outra aldeia no leste da Ucrânia
Moscou disse na quarta-feira que capturou a vila de Kruhliakivka, no região nordeste de Kharkivonde há meses pressiona uma ofensiva.
A aldeia fica a cerca de 20 quilómetros a sul do reduto ucraniano de Kupiansk, que Moscovo tem tentado cercar.
Unidades do exército russo “libertaram o assentamento de Krugliakovka, na região de Kharkiv”, disse o Ministério da Defesa em um comunicado diário, usando um nome russo para a vila.
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30 de outubro de 2024
Kiev e Moscou negociam pausa na segmentação de instalações de energia, relata
A Ucrânia e a Rússia estão nas fases iniciais de negociação de um potencial acordo para travar ataques aéreos em instalações de energia em ambos os países, à medida que nos aproximamos de um terceiro inverno de guerra na Ucrânia, informou o jornal britânico Financial Times, citando fontes não identificadas.
As negociações foram prejudicadas pela incursão da Ucrânia em Kursk no verão, disseram fontes não identificadas ao FT.
“Há conversas muito iniciais sobre a possibilidade de reiniciar algo”, disse o FT citando um diplomata que, segundo o jornal, foi informado sobre as negociações. “Agora há negociações sobre as instalações de energia.”
No entanto, o jornal também citou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, dizendo que havia muitas notícias falsas, mesmo nos meios de comunicação mais conceituados, que “não têm nada a ver com a realidade”, quando questionado sobre as reportagens.
Ucrânia e Rússia lutam pelo controle da infraestrutura energética
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30 de outubro de 2024
China e Rússia discutem Ucrânia
chinês O ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, recebeu o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Andrey Rudenko, em Pequim na quarta-feira, com a Ucrânia na agenda.
Wang descreveu a relação da China com a Rússia como “inevitável e forte”, enfatizando que “não é afetada pela mudança da situação internacional e não é dirigida ou influenciada por terceiros”.
A China considera tanto a Rússia como a Coreia do Norte, que recentemente enfrentou críticas por alegadamente enviar tropas para apoiar a Rússia na Ucrânia, como aliados próximos.
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30 de outubro de 2024
Coreia do Sul quer enviar equipe para monitorar tropas norte-coreanas na Rússia
Coréia do Sul pretende enviar uma equipe para Ucrânia para monitorar e analisar as atividades dos soldados norte-coreanos que foram destacados para a Rússia, disse uma autoridade presidencial na quarta-feira.
Isto ocorre depois da OTAN e de Washington terem dito que alguns oficiais militares e tropas norte-coreanas de alto escalão foram enviados para a Rússia.
O funcionário, que falou sob condição de anonimato, disse que Seul e seus aliados estimam pelo menos 11 mil Norte-coreano tropas foram enviadas para a Rússia, com mais de 3.000 delas agora posicionadas perto das linhas de frente na Ucrânia.
O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, descreveu esta cooperação militar entre a Rússia e a Coreia do Norte como “ilegal” e uma “ameaça significativa à segurança da comunidade internacional”.
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30 de outubro de 2024
Coreia do Norte e Rússia mantêm conversações “estratégicas” em Moscovo
da Coreia do Norte e da Rússia Altos diplomatas estavam envolvidos em conversações “estratégicas” em Moscou na quarta-feira, disseram autoridades russas.
A ministra das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Choe Son Hui, estava em visita oficial a Moscou para realizar “consultas estratégicas” com seu homólogo russo, Sergei Lavrov, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
“Iremos informá-los adicionalmente sobre os detalhes”, disse Zakharova.
A visita ocorre em meio à crescente preocupação ocidental sobre o apoio da Coreia do Norte à Rússia na Ucrânia, com os EUA afirmando na segunda-feira que 10 mil soldados norte-coreanos estavam treinando na Rússia e poderiam ser enviados para a Ucrânia dentro de semanas.
mfi/lo (AFP, AP, dpa, Reuters)
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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