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Corredor desaparecido por 1 mês é encontrado vivo e volta para a família

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Este corredor se perdeu na trilha e ficou um mês desaparecido. Felizmente, ele foi encontrado vivo. Robert Shock contou que nesse período se alimentou de cogumelos!

O esportista, de 39 anos, é um experimente ultramaratonista de Washington, nos Estados Unidos. Em 31 de julho, ele saiu para correr 32 km em Washington ‘s North Cascades National Park, junto com seu cachorro, Freddy. Mas o parque que ele conhecia havia mudado e o pesadelo começou.

Sem sinal de celular, no segundo dia ficou desorientado na mata e mandou Freddy buscar ajuda. O tempo passou e Robert travou uma verdadeira batalha pela vida. No dia 30 de agosto que ele foi encontrado por profissionais que faziam uma manutenção no local e a notícia boa do resgate dele foi divulgada agora.

Parque mudou

Havia anos que Robert não corria no local, mas ele conhecia uma velha trilha. O problema é que incêndios florestais mudaram a geografia do parque e confundiram o homem. E se perder na região poderia ser mortal!

Quando se organizou para sair, Robert tinha uma pequena mochila, Freddy e a vasilha de água do cachorro.

Com a mudança da trilha, ele ficou totalmente confuso e, para piorar, o celular morreu.

“Quando cheguei lá, a trilha não estava mais lá. Fiquei curioso para saber o que aconteceu com a trilha e minha curiosidade meio que me fez continuar”, contou em entrevista à People.

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Cachorro buscou ajuda

No terceiro dia, Robert se deu conta da enrascada em que estava metido. Foi quando ele deu uma ordem para Freddy: busque ajuda!

Sem contato com o filho, a mãe do rapaz, Jan Thompson, acionou as autoridades que começaram as buscas.

A primeira coisa que eles encontraram foi Freddy, o cachorrinho! Com a localização do animal, os policiais tinham pelo menos alguma pista.

A operação era grande, mas ainda assim não havia nenhum sinal do rapaz. A mãe dele, ainda que distante, tinha a certeza de que o filho estava vivo.

“Honestamente, eu nunca senti que ele tivesse morrido no parque, apesar da probabilidade”, contou.

Como sobreviveu

Para sobreviver, Robert procurava antigos ninhos feitos por ursos.

Além disso, comia cogumelos e algumas frutas que encontrava.

“Eu comia aquela coisa [cogumelo] o dia todo e o gosto era de um cogumelo normal, que você come com pizza. Era a única coisa que tinha pra comer, além de frutas vermelhas, elas eram bem nojentas”, lembrou.

Durante o período que ficou perdido, ele chegou a ver um helicóptero e gritou para a aeronave. Mas o barulho do motor era alto e os gritos não foram ouvidos pela tripulação.

Último grito

No dia 30 de agosto, às margens do Rio Chilliwack, ele sentiu que o fim estava próximo. “Era como se eu estivesse perto da morte”, disse.

Nesse momento, tirou forças de onde já não havia mais. “Vou gritar uma última vez. Eu disse, ‘Socorro!’”.

Uma equipe de profissionais que fazia manutenção em uma trilha próxima ouviu o pedido de ajuda.

“Um dos caras tirou a camisa e me deu. Aquele cara que veio e me vestiu salvou minha vida. É um eufemismo dizer o quão verdadeiramente grato eu sou por essas pessoas, porque elas chegaram bem perto da minha linha de chegada”, comemorou.

Se recuperando

Robert foi transportado de helicóptero para um hospital.

Segundo a mãe, a equipe médica disse que é inacreditável que o filho tenha saído vivo dessa situação.

“Além de algumas dores articulares subjacentes, eu estou me recuperando bem.”

Quanto à região em que ficou perdido, nem sonhando ele volta!

“Eu não quero ir para lá em particular por um bom tempo até que eu me esqueça daquele local”, finalizou.

Robert, o corredor desaparecido por 1 mês e encontrado vivo, pediu que Freddy, seu cachorro, fosse buscar ajuda. – Foto: Facebook

Robert é um experimente ultramaratonista, mas foi traído pela geografia do parque e ficou um mês perdido por lá. - Foto: Facebook

Robert é um experimente ultramaratonista, mas foi traído pela geografia do parque e ficou um mês perdido por lá. – Foto: Facebook



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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