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Cradock Four: Por que as vítimas do apartheid estão processando o governo da África do Sul | Notícias sobre crimes

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Famílias de sul-africanos assassinados pela polícia do apartheid – incluindo um grupo de activistas anti-apartheid mortos num dos casos mais horríveis da época, em 1985 – estão a processar o governo por danos no valor de 9 milhões de dólares.

De acordo com um processo apresentado no Tribunal Superior de Pretória na segunda-feira, 25 sobreviventes e familiares das vítimas estão a processar o Presidente Cyril Ramaphosa e o seu governo pelo que consideram uma falha na investigação adequada. era do apartheid ofensas e fazer justiça.

Entre os candidatos estão famílias do “Cradock Quatro“, que foram assassinados há 40 anos. Eles acusaram o governo de “fracasso grosseiro” em processar os seis funcionários de segurança da era do apartheid supostamente responsáveis ​​pelos assassinatos, e de “suprimir” as investigações sobre o caso.

Os quatro – Matthew Goniwe, Fort Calata, Sparrow Mkhonto e Sicelo Mhlauli – eram todos activistas anti-apartheid da cidade de Cradock (actual Nxuba), na província do Cabo Oriental. Em 1985, foram raptados e assassinados pela polícia, provocando raiva entre muitos sul-africanos negros e marcando um ponto de viragem na pressão pela libertação do regime racista.

No entanto, todos os seus supostos assassinos faleceram sem que a justiça fosse feita.

Aqui está o que você deve saber sobre os Cradock Four e o novo caso lançado contra o governo 30 anos após o fim do apartheid:

Oito homens, incluindo o líder anti-apartheid Nelson Mandela, erguem os punhos em desafio através das janelas gradeadas do carro da prisão, após serem condenados pelo regime do apartheid em 12 de junho de 1964 (AFP)

O que aconteceu em 1985?

Na comunidade de Cradock, na década de 1980, os quatro activistas eram conhecidos por lutarem contra as condições difíceis para os sul-africanos negros, incluindo infra-estruturas de saúde precárias e rendas elevadas. Mathew Goniwe, em particular, era uma figura popular e liderou a Associação Juvenil Cradock (CRADORA). Fort Calata também foi um dos principais membros do grupo.

Os agentes da polícia do apartheid vigiavam constantemente o CRADORA e prenderam membros como Goniwe e Calata várias vezes antes dos assassinatos. As autoridades também tentaram separá-los: Goniwe, um professor de escola pública, foi transferido para outra região para lecionar, por exemplo, mas recusou-se a trabalhar lá e foi despedido pelo departamento de educação.

Na noite de 27 de junho de 1985, os quatro viajavam juntos em um veículo, acabando de terminar os trabalhos de mobilização rural na periferia da cidade. Os agentes da polícia detiveram-nos numa barreira nos arredores de Gqeberha, que era então chamada de Port Elizabeth. Os homens foram raptados e agredidos e depois os seus corpos foram queimados e dispersos em diferentes partes de Gqeberha.

As suas mortes causaram tristeza e raiva entre os sul-africanos negros e marcaram uma intensificação crucial do activismo anti-apartheid. Milhares de pessoas compareceram ao seu funeral. Os Craddock Four tornaram-se ícones, com camisetas e pôsteres com seus nomes.

Funcionários do governo do apartheid negaram envolvimento nos assassinatos. Um inquérito judicial sobre o caso em 1987 concluiu que os quatro tinham sido mortos por “pessoas desconhecidas”.

No entanto, em 1992, documentos vazados revelaram que os líderes da CRADORA, Goniwe e Calata, estavam na lista de alvos do Gabinete de Cooperação Civil, um esquadrão da morte do governo. O então presidente FW de Klerk convocou outro inquérito, no qual um juiz confirmou que as forças de segurança eram responsáveis, embora nenhum nome tenha sido mencionado.

O que descobriu a TRC e porque é que as famílias se sentem traídas?

Após a queda do apartheid e a introdução do regime democrático em 1994, o governo de unidade liderado pelo partido Congresso Nacional Africano (ANC) lançou uma Comissão de Verdade e Reconciliação (CVR) em 1996 para investigar, processar ou perdoar crimes da era do apartheid. .

O caso Cradock Four foi um dos analisados. A comissão investigou seis policiais supostamente envolvidos. A saber: os oficiais Eric Alexander Taylor, Gerhardus Johannes Lotz, Nicolaas Janse van Rensburg, Johan van Zyl, Hermanus Barend du Plessis e o coronel Harold Snyman, que se acredita ter ordenado os assassinatos. Na época das audiências, Snyman já havia falecido.

Embora o tribunal tenha concedido indultos a muitos criminosos políticos na altura, também ordenou a investigação de centenas de outros, incluindo os assassinos dos Quatro Cradock, a quem foi negada anistia. As autoridades disseram que os homens não conseguiram fazer uma “revelação completa” sobre as circunstâncias dos assassinatos. A TRC exigiu que os perpetradores acusados ​​divulgassem completamente os eventos em que estiveram envolvidos para serem considerados para perdão.

Na altura, os familiares dos Cradock Four descreveram a sua felicidade com a decisão, acreditando que o governo sul-africano iria então processar os acusados. No entanto, sucessivos governos, desde o antigo Presidente Thabo Mbeki (1999-2008) até Ramaphosa, não concluíram as investigações, apesar de o ANC, que ajudou a inaugurar a democracia sob Nelson Mandela, ter estado sempre no poder. Atualmente, todos os seis funcionários acusados ​​​​faleceram, com o último homem morrendo em maio de 2023.

Cradock Quatro famílias processaram pela primeira vez a Autoridade Nacional de Procuradoria (NPA) do país e a polícia sul-africana em 2021, pedindo ao tribunal que os obrigasse a terminar as investigações e a determinar se o caso iria a julgamento. No entanto, as autoridades só reabriram outro inquérito em janeiro de 2024, meses após a morte do último funcionário acusado. O processo está previsto para começar em junho de 2025.

Os críticos do ANC alegam há muito tempo que houve um acordo secreto entre o governo pós-apartheid e o antigo governo de minoria branca para evitar processos. Em 2021, um antigo funcionário do NPA testemunhou perante o Supremo Tribunal num caso separado que a administração de Mbeki interveio no processo da TRC e “suprimiu” processos judiciais em mais de 400 casos.

Mbeki nega essas acusações. “Nunca interferimos no trabalho da Procuradoria Nacional (NPA)”, disse ele num comunicado em março de 2024.

“O executivo nunca impediu os procuradores de prosseguirem os casos remetidos ao NPA pela Comissão da Verdade e Reconciliação. Se as investigações… referidas foram interrompidas, foram interrompidas pela NPA e não a mando do Governo.”

Sobre o que é o novo processo judicial?

Em o novo casoas famílias dos Quatro Cradock juntaram-se aos sobreviventes e às famílias de outras vítimas para processar o governo por não ter investigado adequadamente os seus casos. O processo nomeava especificamente o Presidente Ramaphosa, os ministros da justiça e da polícia, o chefe do NPA e o comissário nacional da polícia.

As famílias pedem “danos constitucionais” no valor de 167 milhões de rands (9 milhões de dólares), pelas “violações flagrantes” dos seus direitos. No caso dos quatro activistas de Cradock, familiares disseram que porque os funcionários do governo atrasaram o processo, todos os agentes acusados ​​morreram, garantindo que nenhum processo criminal seria possível, negando às famílias “justiça, verdade e encerramento”.

As famílias também pediram aos tribunais que obrigassem o Presidente Ramaphosa a criar uma comissão independente de inquérito sobre a alegada interferência do governo durante a administração Mbeki.

Odette Geldenhuys, advogada da Webber Wentzel, empresa que representa as famílias no processo, disse à Al Jazeera que os danos, se concedidos, serviriam como uma forma “alternativa” de justiça.

“Ao longo das duas décadas… não só morreram vítimas e familiares das vítimas, mas também morreram os perpetradores”, disse Geldenhuys. “A lei penal é clara: um cadáver não pode ser processado. A justiça alternativa irá de alguma forma lidar com a dor contínua e intergeracional.”

Os fundos estariam disponíveis para todas as outras vítimas e sobreviventes de crimes políticos da era do apartheid e seriam utilizados para futuras investigações, memoriais e educação pública, acrescentou Geldenhuys.

Manifestantes no apartheid na África do Sul
Manifestantes são dispersados ​​por gás lacrimogêneo disparado pela polícia do apartheid, 17 de agosto de 1990 (John Parkin/AP)

Por que o caso gerou interesse na África do Sul?

Os Quatro Cradock foram figuras importantes durante a era do apartheid, mas o facto de as suas mortes nunca terem sido totalmente processadas, despertou o interesse de muitos sul-africanos, especialmente no meio de alegações de cumplicidade do governo pós-apartheid.

Num comunicado divulgado na quinta-feira, o partido de oposição de esquerda Combatentes pela Liberdade Económica (EFF) ficou do lado das famílias e dos sobreviventes e acusou o governo do ANC de libertar os perpetradores condenados, incluindo o ex-assassino, o coronel Eugene de Kock, que foi inicialmente condenado à prisão perpétua, mas foi concedeu liberdade condicional em 2015, sob o governo Ramaphosa.

“A forma como o ANC lidou com os casos de violência da era do apartheid sempre foi suspeitamente tolerante”, dizia a declaração da EFF. “É inaceitável que, mais de 30 anos após a queda do apartheid, estas famílias ainda não tenham respostas ou uma conclusão sobre o destino dos seus entes queridos.”

Vários outros casos que não foram totalmente investigados após o processo da TRC também estiveram envolvidos no processo de segunda-feira. O Ministro da Habitação, Thembi Nkadimeng, está, por exemplo, entre os requerentes no último caso. Acredita-se que a sua irmã Nokuthula Simelane, morta em 1983, tenha sido raptada e torturada pelas forças de segurança do apartheid.

Sobreviventes do massacre do Highgate Hotel, em 1993, na cidade de East London, quando cinco homens mascarados invadiram o bar do hotel e atiraram nas pessoas que estavam lá, também fazem parte do novo caso. Cinco pessoas morreram, mas os sobreviventes Neville Beling e Karl Weber, feridos no tiroteio, juntaram-se ao processo de segunda-feira. Ninguém jamais foi preso ou investigado. Em 2023, foi aberto pela primeira vez um inquérito oficial, com tramitação iniciada este mês.

No total, o caso poderá causar a morte de quase 30 pessoas recentemente investigadas. No entanto, é provável que vários perpetradores tenham falecido.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

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A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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