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Cresci em uma família disfuncional, diz Paola Carosella – 03/11/2024 – Celebridades

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Leonardo Volpato
São Paulo
A chef de cozinha Paola Carosella, 52, afirma que faz terapia há 25 anos e que procura proporcionar à filha, Francesca, 12, uma educação empática. Até porque, conta que a infância não foi das melhores e que hoje faz de tudo para não reproduzir o ambiente machista e autoritário que experimentou em casa.
“Cresci em uma família disfuncional, autoritária, machista. Eram imigrantes, com poucos recursos, tanto financeiros quanto de acesso à educação. Meu pai era bipolar e a situação se agravou porque o ambiente era violento. Minha mãe trabalhava fora e estudava à noite, tinha depressão. Muitas vezes, se trancava no quarto na sexta e só saía domingo”, disse em entrevista ao jornal O Globo.
A cozinheira perdeu o pai quando chegou ao Brasil, e a mãe morreu afogada na piscina de casa em 1999. “A dor da morte dela eu carreguei por anos. E ainda tenho muitos cantos para tirar dos lugares escuros. Há buracos na vida de quem não tem família, sobretudo quando é imigrante. Mas sou guerreira e preenchi esses buracos com amigos, amores e minha filha.”
Segundo Paola, ser mãe de adolescente não é difícil. “A gente se dá bem. Eu e Francesca temos um relacionamento bonito, dou uma educação empática. Ela é um ser humano excepcional. Gosta de instrumentos musicais.”
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Livro aborda parte da política e história da Ufac de 1968 a 1988 — Universidade Federal do Acre

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28 de agosto de 2025
A Editora da Ufac (Edufac) lançou o livro “Da Reforma Universitária à Constituição Federal de 1988: Reflexos na Ufac — Ensaio Filosófico” (137 p.), do pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes. A obra, que retrata parte da política e da história da universidade, foi apresentada ao público nessa quarta-feira, 27, no hall da Assessoria de Comunicação e da editora.
O trabalho nasceu com o propósito de prestigiar os 60 anos de ensino superior da Ufac, mas foi além da comemoração. Segundo o autor, a motivação partiu de sua curiosidade em compreender a formação institucional brasileira e os reflexos da Reforma Universitária de 1968 até a promulgação da Constituição Federal de 1988.
O livro percorre diferentes momentos da história do ensino superior, explorando desde transformações institucionais até experiências locais que marcaram a consolidação da universidade pública no Brasil. Ao reunir análises históricas e reflexões críticas, busca oferecer uma visão ampla sobre a evolução do ensino superior e os desafios enfrentados ao longo de sua trajetória.
Moraes destacou que escrever a obra foi uma honra, resultado de intensas pesquisas e dedicação. Para ele, a intenção não é apenas revisitar a história acadêmica, mas também tornar o conhecimento acessível e enriquecedor para todos. Para isso, recorreu a uma diversidade de autores e a relatos de pessoas que vivenciaram a experiência universitária, o que contribuiu para ampliar a compreensão do tema.
No início do lançamento, houve apresentação musical do Grupo Vybe. A seguir, compuseram o dispositivo de honra a reitora Guida Aquino, que assina o prefácio da obra, o autor e o assessor de Comunicação e diretor da Edufac, Gilberto Lobo. Também foram convidados para compor o dispositivo a servidora aposentada Eliana Barroso, o professor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Enock da Silva Pessoa, e a servidora Maria Perpetuo Socorro Noronha Mendonça, já que seus depoimentos constam no capítulo 4 da obra: “Ufac, Somos Parte dessa História”.
Eliana recebeu uma placa de homenagem e flores entregues pela reitora Guida Aquino pelos serviços prestados no Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) e em reconhecimento a sua trajetória profissional na universidade. Em suas palavras, a reitora descreveu Eliana como uma mulher extraordinária, sábia e humana e desejou que essa nova etapa de sua vida seja marcada por tempo, tranquilidade e alegria.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac promove ações pelo fim da violência contra a mulher — Universidade Federal do Acre

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4 dias atrásem
25 de agosto de 2025
A Ufac realizou ações de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, em alusão à campanha Agosto Lilás. A programação, que ocorreu nesta segunda-feira, 25, incluiu distribuição de adesivos na entrada principal do campus-sede, às 7h, com a participação de pró-reitores, membros da administração superior e servidores, que entregaram mais de 2 mil adesivos da campanha às pessoas que acessavam a instituição. Outro adesivaço foi realizado no Restaurante Universitário (RU), às 11h.
“É uma alegria imensa a Ufac abraçar essa causa tão importante, que é a não violência contra a mulher”, disse a reitora Guida Aquino. “Como mulher, como mãe, como gestora, como cidadã, eu defendo o nosso gênero. Precisamos de mais carinho, mais afeto, mais amor e não violência. Não à violência contra a mulher, sigamos firmes e fortes.”
Até 12h, o estacionamento do RU recebeu o Ônibus Lilás, da Secretaria de Estado da Mulher, oferecendo atendimento psicológico, jurídico e outras orientações voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher.
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