NOSSAS REDES

ACRE

Crise do Oriente Médio ao vivo: Israel acusado de usar ‘comida como arma de guerra’ no bloqueio de ajuda em Gaza | Israel

PUBLICADO

em

Crise do Oriente Médio ao vivo: Israel acusado de usar 'comida como arma de guerra' no bloqueio de ajuda em Gaza | Israel

Yohannes Lowe

Israel acusado de usar ‘comida como arma de guerra’, pois é condenado ao bloqueio de ajuda em Gaza

Bem -vindo à nossa cobertura ao vivo dos últimos desenvolvimentos no Oriente Médio como Israel é amplamente condenado por bloquear a entrada de toda ajuda humanitária na faixa de Gaza.

Gabinete de Benjamin Netanyahu disse ontem que estava impondo um bloqueio a Gaza porque o Hamas não aceitava um plano que, segundo ele, havia sido apresentado pelo enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, para estender a fase um do cessar -fogo e continuar a liberar reféns e adiar a fase dois, que deve, em teoria, ver Israel retirar completamente suas forças de Gana, no efeito, no final da guerra.

“Com o final da fase um do acordo de reféns e à luz da recusa do Hamas em aceitar o esboço de Witkoff para conversas contínuas – com que Israel concordou -, o primeiro -ministro Netanyahu decidiu que, até esta manhã, toda a entrada de mercadorias e suprimentos na faixa de Gaza cessará. Israel não permitirá um cessar -fogo sem o lançamento de nossos reféns ”, afirmou em comunicado. “Se Hamas Continua sua recusa, haverá outras consequências. ”

Após o anúncio, o porta -voz de Netanyahu, Omer Dostri, disse: “Nenhum caminhão entrou Gaza Hoje de manhã, eles nem eles vão nesta fase. ”

Egito e Catar estavam entre os estados árabes que disseram que a decisão de Israel violou o acordo de cessar -fogo. O Ministério das Relações Exteriores egípcias acusou Israel de usar a fome como “uma arma contra o povo palestino”. Da mesma forma, o Ministério das Relações Exteriores do Catar disse: “O Catar condena fortemente a decisão do governo de ocupação israelense de parar de trazer ajuda humanitária para a faixa de Gaza e considera uma violação flagrante do acordo de cessar -fogo (e) da lei humanitária internacional”, acrescentando sua “rejeição de uso de alimentos como armas de uma guerra”.

O secretário -geral da ONU, António Guterres, reagiu exigindo que “a ajuda humanitária flua de volta para Gaza imediatamente” com o chefe humanitário da organização, Tom Fletcher, descrevendo o movimento como “alarmante”.

Um porta -voz do grupo militante palestino Hamas disse que o bloqueio de Israel era “chantagem barato” e um “golpe” contra o acordo de cessar -fogo mediado internacionalmente.

O povo palestino sentou -se ao lado de um incêndio entre os escombros de edifícios destruídos no campo de refugiados de Jabalia, no norte de Gaza. Fotografia: Mahmoud Issa/Reuters

Eventos -chave

A polícia israelense diz que está procurando cúmplices em potencial No ataque de esfaqueamento de Haifade acordo com relatos. As autoridades israelenses disseram anteriormente que o agressor foi morto.

“O incidente não concluiu”, foi citado o porta -voz da polícia Ariyeh Doron como tendo dito.

“Grandes quantidades de policiais e forças de segurança estão operando na área … Depois de concluir a busca, declararemos o fim do incidente”.

Homem idoso morto em ataque de faca na cidade israelense de Haifa

Um homem de 70 anos foi morto e outros feridos em um ataque de faca na cidade de Israel do norte de Haifa Na segunda -feira de manhã, dizem os médicos.

“Paramédicos e paramédicos declararam a morte de um homem por volta de 70 anos e estão fornecendo tratamento médico e evacuando quatro indivíduos feridos”, disse o serviço de emergência de Magen David Adom de Israel (MDA), depois que a polícia informou que o suspeito foi morto.

Três pessoas, um homem e uma mulher na casa dos 30 anos e um garoto de 15 anos, estão em estado crítico, e uma mulher de 70 anos tem ferimentos “moderados” após o ataque em uma movimentada estação de ônibus em Haifa, disse o MDA.

Israel acusado de usar ‘comida como arma de guerra’, pois é condenado ao bloqueio de ajuda em Gaza

Bem -vindo à nossa cobertura ao vivo dos últimos desenvolvimentos no Oriente Médio como Israel é amplamente condenado por bloquear a entrada de toda ajuda humanitária na faixa de Gaza.

Gabinete de Benjamin Netanyahu disse ontem que estava impondo um bloqueio a Gaza porque o Hamas não aceitava um plano que, segundo ele, havia sido apresentado pelo enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, para estender a fase um do cessar -fogo e continuar a liberar reféns e adiar a fase dois, que deve, em teoria, ver Israel retirar completamente suas forças de Gana, no efeito, no final da guerra.

“Com o final da fase um do acordo de reféns e à luz da recusa do Hamas em aceitar o esboço de Witkoff para conversas contínuas – com que Israel concordou -, o primeiro -ministro Netanyahu decidiu que, até esta manhã, toda a entrada de mercadorias e suprimentos na faixa de Gaza cessará. Israel não permitirá um cessar -fogo sem o lançamento de nossos reféns ”, afirmou em comunicado. “Se Hamas Continua sua recusa, haverá outras consequências. ”

Após o anúncio, o porta -voz de Netanyahu, Omer Dostri, disse: “Nenhum caminhão entrou Gaza Hoje de manhã, eles nem eles vão nesta fase. ”

Egito e Catar estavam entre os estados árabes que disseram que a decisão de Israel violou o acordo de cessar -fogo. O Ministério das Relações Exteriores egípcias acusou Israel de usar a fome como “uma arma contra o povo palestino”. Da mesma forma, o Ministério das Relações Exteriores do Catar disse: “O Catar condena fortemente a decisão do governo de ocupação israelense de parar de trazer ajuda humanitária para a faixa de Gaza e considera uma violação flagrante do acordo de cessar -fogo (e) da lei humanitária internacional”, acrescentando sua “rejeição de uso de alimentos como armas de uma guerra”.

O secretário -geral da ONU, António Guterres, reagiu exigindo que “a ajuda humanitária flua de volta para Gaza imediatamente” com o chefe humanitário da organização, Tom Fletcher, descrevendo o movimento como “alarmante”.

Um porta -voz do grupo militante palestino Hamas disse que o bloqueio de Israel era “chantagem barato” e um “golpe” contra o acordo de cessar -fogo mediado internacionalmente.

O povo palestino sentou -se ao lado de um incêndio entre os escombros de edifícios destruídos no campo de refugiados de Jabalia, no norte de Gaza. Fotografia: Mahmoud Issa/Reuters

//platform.twitter.com/widgets.js



Leia Mais: The Guardian

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

//www.instagram.com/embed.js



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS