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Crise no Oriente Médio ao vivo: chefe militar iraniano alerta Israel sobre ‘consequências amargas’ dos ataques aéreos do fim de semana | Oriente Médio e norte da África

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Yohannes Lowe

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Teerã “usará todas as ferramentas disponíveis” para responder a Fim de semana de Israel sobre alvos militares no Irã no fim de semanaporta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano Esmaeil Baghaei disse.

Falando em entrevista coletiva semanal televisionada, Baghaei, que não especificou qual seria a natureza da resposta do Irã, disse:

(Irão) utilizará todas as ferramentas disponíveis para dar uma resposta definitiva e eficaz ao regime sionista (Israel).

O líder supremo do Irão, Ali Khamenei, disse ontem que o ataque não deveria ser “exagerado ou subestimado”, mas não prometeu retaliação imediata, enquanto o presidente do país, Masoud Pezeshkian, também adoptou um tom cauteloso, dizendo que Teerão “daria uma resposta apropriada” ao ataque. ataque.

Oriente Médio em turbulência enquanto Israel ataca o Irã – reportagem em vídeo

A força aérea israelense atacou cerca de 20 bases militares em todo o Irã, incluindo locais de fabricação de mísseis e drones e sistemas de defesa aérea, nas primeiras horas de sábado. O ataque, que matou pelo menos quatro soldados, foi uma retaliação a uma barragem de mísseis lançada pelo Irão em 1 de Outubro em que cerca de 180 mísseis balísticos dispararam contra Tel Aviv e bases militares. A maioria destes mísseis foi interceptada por Israel, com a ajuda de aliados ocidentais.

Um ataque israelense no Shujayee bairro de Cidade de Gaza matou pelo menos três pessoas, informou a Al Jazeera. Traremos mais informações sobre isso assim que as conseguirmos.

O número de mortos no ataque israelense a Tiro sobe para pelo menos 5, afirma o Ministério da Saúde libanês

No resumo de aberturamencionamos que um ataque israelense à histórica cidade portuária libanesa de Pneu matou pelo menos três pessoas.

O Ministério da Saúde do Líbano afirma agora que o ataque aéreo israelense no centro da cidade na segunda-feira matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras 10. O ministério disse que equipes de emergência estão removendo os escombros do prédio atingido esta manhã.

Resumo de abertura

Olá e bem-vindo à cobertura contínua do Guardian sobre a crise do Médio Oriente no meio das guerras em curso de Israel no Líbano e em Gaza.

O principal comandante do Corpo da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) alertou Israel que enfrentaria “consequências amargas” após o ataque a instalações militares iranianas na manhã de sábado, de acordo com relatos da mídia local.

Os ataques aéreos israelenses mataram quatro soldados iranianos, disse o exército iraniano. Como escreve meu colega Patrick Wintour em esta históriainiciou-se um debate dentro do Irão sobre se o ataque, mais limitado do que alguns previram, justifica uma resposta militar e se o país será visto como fraco se não fizer nada.

Os ataques aéreos de Israel foram uma retaliação à Ataque de 1 de outubro pelo Irãque disparou cerca de 200 mísseis contra Israel, embora a maioria tenha sido interceptada pelas defesas aéreas do país.

Chefe do IRGC, major-general Salame Hossein foi citado na segunda-feira como tendo dito que Israel “não conseguiu atingir os seus objetivos ameaçadores” com o ataque aéreo de sábado, chamando-o de um sinal de “erro de cálculo e desamparo”. Ele alertou que “suas consequências amargas serão inimagináveis” para Israel.

O IRGC é uma importante força militar, política e económica no Irão. Detém um poder significativo dentro do país, com as suas próprias forças terrestres, marinha e força aérea.

O major-general Hossein Salami está entre os oficiais superiores do IRGC que aconselham rotineiramente o líder supremo. Fotografia: Sepahnews/ZUMA Wire/REX/Shutterstock

Aqui está um resumo dos outros eventos principais do dia:

  • O parlamento de Israel – o Knesset – deverá votar na segunda-feira um par de projetos de lei que, se aprovados, tornarão impossível para a agência de ajuda e trabalho da ONU para os palestinos (Unrwa) operar em Israel. Gaza e a Cisjordânia. Um dos projetos de lei visa proibir a Unrwa de operar dentro do território soberano de Israel, afirmando que a agência “não estabelecerá qualquer representação, fornecerá quaisquer serviços ou conduzirá quaisquer atividades dentro do território de Israel”. Isto levaria ao encerramento da sede da Unrwa em Jerusalém Oriental e ao fim dos vistos para o pessoal da Unrwa. As medidas parecem ter uma maioria interpartidária de cerca de 100 dos 120 membros, apesar da oposição generalizada de outros países, incluindo a maioria dos aliados de Israel.

  • Pelo menos três pessoas morreram e outras duas ficaram feridas em ataques israelenses no bairro de Raml, na cidade libanesa de Tiro.segundo a agência nacional de notícias do país.

A Agência Nacional Libanesa informa que três pessoas foram mortas e duas feridas após um ataque aéreo israelense contra uma casa no bairro de Raml, em Tiro, no sul do Líbano. pic.twitter.com/thQs3SJOjW

– Rede de Notícias Quds (@QudsNen) 28 de outubro de 2024

  • Cerca de 70 pessoas foram mortos em ataques aéreos israelenses no último diadisseram autoridades de saúde em Gazajá que o novo ataque de Israel ao norte da faixa não mostra sinais de abrandamento. As informações sobre a situação no norte de Gaza tornaram-se cada vez mais esporádicas e difíceis de verificar à medida que o novo ataque terrestre e aéreo de Israel centrado em Jabaliya, Beit Lahiya e Beit Hanoun entra na sua quarta semana. Os serviços de Internet e telefone ficaram indisponíveis durante horas seguidas e os trabalhadores da defesa civil não conseguiram chegar aos locais dos ataques recentes devido ao cerco cada vez mais apertado das forças israelitas e aos ataques às suas tripulações.

  • O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou o seu choque com as condições terríveis em que se encontram os restantes residentes retidos no norte de Gaza. O seu porta-voz divulgou um comunicado, com o chefe da ONU a chamar a terrível situação de “insuportável”, enquanto os cidadãos permanecem presos em extremo perigo e privação, sob cerco dos militares israelitas. Guterres ficou “chocado com os níveis angustiantes de mortes, ferimentos e destruição no norte”.

  • O presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi disse que seu governo propôs um cessar-fogo de dois dias em Gazaapós o que as negociações deverão ser retomadas dentro de 10 dias, nos esforços para chegar a um acordo permanente. Durante os dois dias, ele sugeriu a troca de quatro reféns detidos em Gaza pelo Hamas por quatro prisioneiros palestinos detidos por Israel.

  • A liderança do Irão afirmou que é avaliando uma resposta aos ataques aéreos israelenses deste fim de semanajá que o país convocou o conselho de segurança da ONU para se reunir na segunda-feira. O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, disse que Teerão não procura uma guerra, mas que responderá “apropriadamente” aos ataques de Israel. “Não buscamos a guerra, mas defenderemos os direitos de nossa nação e país”, disse Pezeshkian em uma reunião de gabinete no domingo. Ele acrescentou: “Daremos uma resposta adequada à agressão do regime sionista”.

  • O Iraque apresentou uma queixa à ONU sobre o uso de seu espaço aéreo por Israel para atacar o Irã no sábado.disse um porta-voz do governo iraquiano na segunda-feira.

  • Uma pessoa morreu quando um caminhão bateu em um ponto de ônibus em Ramat Hasharon, ao norte de Tel Avivno domingo, no que a polícia israelense está tratando como uma suspeita de ataque terrorista. Cerca de 40 pessoas ficaram feridas em vários graus, algumas gravemente, e foram levadas para hospitais próximos, disse a polícia. Os grupos militantes palestinos Hamas e Jihad Islâmica elogiaram o suposto ataque, mas não o reivindicaram. O motorista do caminhão era um cidadão palestino de Israel, disse a polícia, e foi “neutralizado” por transeuntes portando armas de fogo.





Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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