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Crise no Oriente Médio ao vivo: Israel diz que manterá ‘controle de segurança’ de Gaza após a guerra | Guerra Israel-Gaza
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2 anos atrásem
Yohannes Lowe
O ministro da defesa de Israel diz que as forças do seu país serão livres para agir na Faixa de Gaza mesmo após o fim da guerra
Estamos a reiniciar a nossa cobertura da crise em curso no Médio Oriente, com a guerra de Israel em Gaza a continuar e os grupos rebeldes sírios a lutar para formar um governo de transição na sequência da queda do regime de Assad.
O ministro da defesa de Israel, Israel Katzdisse que as forças do seu país manterão o “controlo de segurança” sobre os devastados Gaza Strip, mesmo após o fim da guerra, com soldados israelenses capazes de agir com “plena liberdade de ação” sobre o território.
Em uma postagem no XKatz, o ex-ministro das Relações Exteriores, disse:
Depois de derrotarmos o poder militar e governamental do Hamas em Gaza, Israel terá o controlo da segurança sobre Gaza com total liberdade de acção, tal como aconteceu na Judeia e na Samaria. (um termo israelense para a Cisjordânia ocupada).
Não permitiremos que qualquer organização terrorista contra comunidades israelitas e cidadãos israelitas saia de Gaza. Não permitiremos um retorno à realidade anterior ao dia 7 de outubro.
A questão da governação de Gaza no pós-guerra continua por resolver, um ano depois do ataque de 7 de Outubro liderado pelo Hamas, no qual cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 250 feitas reféns.
O antecessor de Katz, Yoav Gallant, que foi demitido em novembroopôs-se a qualquer controlo prolongado de Gaza por parte de Israel, da qual Israel retirou tropas e colonos em 2005, após décadas de domínio direto. O Hamas assumiu o controle total de Gaza em 2007.
Em Maio, então como ministro da Defesa, Gallant disse que “não concordaria com o estabelecimento de uma administração militar israelita em Gaza”. “Israel não deve ter controlo civil sobre a Faixa de Gaza”, disse Gallant na altura, instando o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, a elaborar um plano pós-guerra para o território.
Em outros desenvolvimentos:
O chefe do Mecanismo Internacional, Imparcial e Independente, um órgão de investigação da ONU, escreveu às novas autoridades da Síria para expressar a vontade de se envolver com elas e de viajar para Síria para obter provas que possam implicar altos funcionários do antigo governo. “Existe agora a possibilidade de aceder a provas do mais alto nível do regime”, disse ele. Os comentários foram feitos depois que o chefe de uma organização de defesa da Síria com sede nos EUA disse na segunda-feira que uma vala comum nos arredores de Damasco continha os corpos de pelo menos 100 mil pessoas mortas pelo antigo governo do presidente deposto Bashar al-Assad.
Diplomatas alemães realizarão hoje as suas primeiras conversações com representantes do Hayat Tahrir al-Sham (HTS) em Damasco, concentrando-se num processo de transição para a Síria e na protecção das minorias, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão. A França, um dos principais apoiantes da revolta, também enviou uma delegação à capital síria na terça-feira, com o enviado especial Jean-François Guillaume a dizer que o seu país estava a preparar-se para apoiar os sírios durante o período de transição. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, por sua vez, disse que o seu país estava pronto para se envolver com a nova liderança da Síria após a derrubada de Bashar al-Assad, mas pediu cautela.
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, caracterizou a derrubada de Assad como uma “aquisição hostil” por parte da Turquia, que historicamente tem apoiado a oposição. “Acho que a Turquia é muito inteligente… A Turquia fez uma aquisição hostil, sem que muitas vidas fossem perdidas. Posso dizer que Assad era um açougueiro, o que ele fazia com as crianças”, disse Trump aos repórteres em sua residência na Flórida.
Ahmed al-Sharaa, o líder do grupo HTS que derrubou o presidente sírio Bashar al-Assad, disse que todas as facções rebeldes seriam “dissolvidas e os combatentes treinados para se juntarem às fileiras do ministério da defesa” durante uma reunião com membros da comunidade drusa. . Ele sublinhou a necessidade, numa reunião com uma delegação de diplomatas britânicos, de pôr fim a “todas as sanções impostas à Síria para que os refugiados sírios possam regressar ao seu país”. O Reino Unido, juntamente com outros países ocidentais, considera o HTS uma organização terrorista, embora esta designação possa mudar em breve.
Principais eventos
Como mencionamos na postagem de aberturaos países europeus, incluindo Itália, Grã-Bretanha e França, sinalizaram a vontade de se envolver com o governo sírio de transição após a deposição do ex-presidente Bashar al-Assad pelos rebeldes há mais de uma semana.
A UE disse agora que irá reabrir a sua delegação (que é como uma embaixada) em Síria. Embora a delegação da UE nunca tenha sido oficialmente encerrada, não houve um embaixador acreditado em Damasco durante a guerra na Síria, disse o chefe da política externa da UE. Kaja Kalla disse esta manhã.
Kallas disse ao Parlamento Europeu:
Estamos prontos para reabrir a nossa delegação, que é a embaixada europeia, e queremos que esta esteja novamente totalmente operacional. Acho que este é um passo muito importante, que reabriremos a delegação na Síria.
Kallas disse que pediu ao chefe da delegação da UE que fosse a Damasco na segunda-feira para estabelecer contacto com a nova liderança na Síria e vários outros grupos.
Alemanha, EUA e Grã-Bretanha já haviam estabelecido contato com o grupo islâmico Hayat Tahrir al-Sham (HTS) depois de ter liderado a derrubada de Bashar al-Assad da Síria. Kallas disse que a Rússia e o Irão – que apoiaram militarmente o regime de Assad – “não deveriam ter um lugar” na Síria agora que ele se foi. Ela também disse que a UE não levantará as sanções à Síria antes que os seus novos governantes garantam que as minorias não sejam perseguidas e que os direitos das mulheres sejam protegidos dentro de um governo unificado que rejeite o extremismo religioso.
Número de mortos em ataques aéreos israelenses em Gaza chega a 45.059, diz Ministério da Saúde
Pelo menos 45.059 palestinos foram mortos e 107.041 feridos em ataques aéreos israelenses em Gaza desde 7 de outubro de 2023, disse o Ministério da Saúde de Gaza em um comunicado na terça-feira.
Destes, 31 palestinos foram mortos e 79 feridos no último período de relatório de 24 horas, disse o ministério.
O Ministério da Saúde de Gaza disse no passado que milhares de outras pessoas mortas provavelmente estão perdidas nos escombros do território.
O ministro da defesa de Israel diz que as forças do seu país serão livres para agir na Faixa de Gaza mesmo após o fim da guerra
Estamos a reiniciar a nossa cobertura da crise em curso no Médio Oriente, com a guerra de Israel em Gaza a continuar e os grupos rebeldes sírios a lutar para formar um governo de transição na sequência da queda do regime de Assad.
O ministro da defesa de Israel, Israel Katzdisse que as forças do seu país manterão o “controlo de segurança” sobre os devastados Gaza Strip, mesmo após o fim da guerra, com soldados israelenses capazes de agir com “plena liberdade de ação” sobre o território.
Em uma postagem no XKatz, o ex-ministro das Relações Exteriores, disse:
Depois de derrotarmos o poder militar e governamental do Hamas em Gaza, Israel terá o controlo da segurança sobre Gaza com total liberdade de acção, tal como aconteceu na Judeia e na Samaria. (um termo israelense para a Cisjordânia ocupada).
Não permitiremos que qualquer organização terrorista contra comunidades israelitas e cidadãos israelitas saia de Gaza. Não permitiremos um retorno à realidade anterior ao dia 7 de outubro.
A questão da governação de Gaza no pós-guerra continua por resolver, um ano depois do ataque de 7 de Outubro liderado pelo Hamas, no qual cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 250 feitas reféns.
O antecessor de Katz, Yoav Gallant, que foi demitido em novembroopôs-se a qualquer controlo prolongado de Gaza por parte de Israel, da qual Israel retirou tropas e colonos em 2005, após décadas de domínio direto. O Hamas assumiu o controle total de Gaza em 2007.
Em Maio, então como ministro da Defesa, Gallant disse que “não concordaria com o estabelecimento de uma administração militar israelita em Gaza”. “Israel não deve ter controlo civil sobre a Faixa de Gaza”, disse Gallant na altura, instando o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, a elaborar um plano pós-guerra para o território.
Em outros desenvolvimentos:
O chefe do Mecanismo Internacional, Imparcial e Independente, um órgão de investigação da ONU, escreveu às novas autoridades da Síria para expressar a vontade de se envolver com elas e de viajar para Síria para obter provas que possam implicar altos funcionários do antigo governo. “Existe agora a possibilidade de aceder a provas do mais alto nível do regime”, disse ele. Os comentários foram feitos depois que o chefe de uma organização de defesa da Síria com sede nos EUA disse na segunda-feira que uma vala comum nos arredores de Damasco continha os corpos de pelo menos 100 mil pessoas mortas pelo antigo governo do presidente deposto Bashar al-Assad.
Diplomatas alemães realizarão hoje as suas primeiras conversações com representantes do Hayat Tahrir al-Sham (HTS) em Damasco, concentrando-se num processo de transição para a Síria e na protecção das minorias, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão. A França, um dos principais apoiantes da revolta, também enviou uma delegação à capital síria na terça-feira, com o enviado especial Jean-François Guillaume a dizer que o seu país estava a preparar-se para apoiar os sírios durante o período de transição. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, por sua vez, disse que o seu país estava pronto para se envolver com a nova liderança da Síria após a derrubada de Bashar al-Assad, mas pediu cautela.
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, caracterizou a derrubada de Assad como uma “aquisição hostil” por parte da Turquia, que historicamente tem apoiado a oposição. “Acho que a Turquia é muito inteligente… A Turquia fez uma aquisição hostil, sem que muitas vidas fossem perdidas. Posso dizer que Assad era um açougueiro, o que ele fazia com as crianças”, disse Trump aos repórteres em sua residência na Flórida.
Ahmed al-Sharaa, o líder do grupo HTS que derrubou o presidente sírio Bashar al-Assad, disse que todas as facções rebeldes seriam “dissolvidas e os combatentes treinados para se juntarem às fileiras do ministério da defesa” durante uma reunião com membros da comunidade drusa. . Ele sublinhou a necessidade, numa reunião com uma delegação de diplomatas britânicos, de pôr fim a “todas as sanções impostas à Síria para que os refugiados sírios possam regressar ao seu país”. O Reino Unido, juntamente com outros países ocidentais, considera o HTS uma organização terrorista, embora esta designação possa mudar em breve.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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