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Crítica do American Primeval – esse mesmo faroeste é muito menos inteligente do que pensa | Televisão e rádio
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2 anos atrásem
Lucy Mangan
UMAmerican Primeval estreia no Território de Utah, 1857. “Selvagem e indomável”, diz a legenda, o que é bom saber. Além disso, “o exército dos Estados Unidos, a milícia mórmon, os nativos americanos e os pioneiros estão todos envolvidos numa guerra brutal pela sobrevivência. Apanhados no sangrento fogo cruzado estão todos os homens, mulheres e crianças que se atrevem a entrar neste primitivo americano.”
E aí, basicamente, você tem. A série de seis partes é claramente um projeto de prestígio – magnificamente fotografado, habilmente dirigido (por Analgésico e Luzes de sexta à noite‘ Peter Berg), orgulhando-se da autenticidade das realidades físicas do exercício do seu destino manifesto, e repleto de bons atores dando excelentes atuações. É ambientado um pouco antes do que estamos acostumados a ver nossos faroestes, no final das Guerras Indígenas e antes dos colonos aparentemente se transformarem em cowboys enraivecidos. Mesmo assim, ainda parece que já vimos tudo isso antes.
Entre um elenco extenso – os homens rosnando cada palavra tão profundamente que o botão de volume do controle remoto recebe quase tanto castigo quanto um estranho que olha engraçado para qualquer pioneiro com uma pá à mão – nossos protagonistas são uma mulher e seu filho tentando ir da Filadélfia até o pai do menino em Crook Springs, Utah. Sara (Betty Gilpin, provando seu talento dramático após sua virada cômica em GLOW) e Devon (Preston Mota) chegam a um pequeno entreposto comercial chamado Fort Bridger com uma bolsa cheia de dólares e um grande desejo de pressa, o que é explicado quando um caçador de recompensas aparece procurando por ela.
Eventualmente, eles ficam sob a orientação do homem da fronteira mais grisalho e rosnante de todos – Isaac Reed (Taylor Kitsch), que foi criado pela tribo e pelo menino Shoshone, isso será útil enquanto eles tentam ir do ponto A ao ponto A. B sem ser morto por nenhuma das tribos, pela milícia mórmon, pelo exército dos EUA ou por diversos grupos de sociopatas violentos que cobrem tanto seu caminho que você se pergunta se ainda resta alguma terra desocupada em algum lugar da América.
Entretanto, um incidente histórico genuíno está a desenrolar-se: o Massacre de Mountain Meadows, perto de Salt Lake City, durante o qual cerca de 150 colonos brancos, incluindo mórmons, foram mortos num ataque que se pensa ter sido realizado a mando de Brigham Young, o fundador da Igreja dos Santos dos Últimos Dias que na época estava muito preocupado em preservar a terra de sua religião nascente.
Seguimos o destino do casal SUD recém-casado Jacob e Abish Pratt (Dane DeHaan e Saura Lightfoot-Leon) que sobrevivem ao massacre, mas se separam. Ela é levada pela tribo Pauite, ele é dado como morto e não se lembra de quem foi o responsável quando é acolhido por seus irmãos em Cristo.
Grande parte da trama se desenrola à medida que os personagens são primeiro afastados e depois começam a se unir novamente à medida que as informações sobre o paradeiro de Sara viajam ao longo dos boatos dos caçadores de recompensas, enquanto Abish é levado de Pauite pelo líder do Shoshone, Pai Vermelho (Derek Hinkey) (a tribo sendo responsabilizada pelo massacre e cujos líderes estão em desacordo sobre se devem envolver-se com os invasores do seu país em termos pacíficos ou violentos). O desejo de todos por terra, liberdade e retribuição os coloca em mais conflitos, com cada facção querendo sua fatia do bolo.
após a promoção do boletim informativo
Apesar de todo o seu poder de obrigar – e é uma história emocionante – não há o peso que um drama tão cuidadosamente assistido deveria ter, ou mesmo parece pensar que tem. A mensagem parece ser a mesma de todos os westerns modernos: a vida dos pioneiros foi desagradável, brutal e curta. Apenas os mais aptos, mais implacáveis e rápidos no saque – mesmo que seja com pás, arcos e flechas neste momento, em vez de Smith & Wessons – sobrevivem. Não é lugar para mulheres e crianças desacompanhadas. Ser bondoso só levará você e seu filho a horrores indescritíveis. A religião não é uma coisa esmagadoramente boa e os fundadores de novas religiões podem ser as pessoas mais cruéis de todas. O inverno em Utah é frio e o nascimento da América não foi fácil nem agradável. American Primeval quer transcender os mitos e encontrar alguma verdade adicional e mais profunda sobre a história de origem do país. Mas ainda está, no fundo, escravizado por eles e incapaz de escapar da tentação de essencialmente repeti-los, embora com adição de sujeira e mórmons.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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