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Crítica do Members Club – strippers masculinos encontram bruxas sedentas de sangue em uma comédia de terror sangrenta | Filme

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Leslie Felperin

RAbsolutamente atrevido, sangrento e muito bobo, essa comédia de terror é inútil, com certeza, mas é levemente divertida e consegue entregar piadas ofensivas que evitam a misoginia total. Isso não é tarefa fácil, já que o enredo central é sobre uma trupe de strippers masculinos de meia-idade que caem em uma armadilha preparada por um clã determinado a ressuscitar dos mortos uma bruxa do século XVI. Para completar este projeto, os pênis devem ser decepados – uma perspectiva que nossos heróis não gostam, por razões óbvias. Você pode imaginar o discurso de elevador: The Full Monty encontra Necromancia, ou algo assim.

O líder das strippers, que atende pelo nome de Wet Dreams, é o irresponsável Alan (Dean Kilbey), de cinquenta e poucos anos, um desastrado terminal que vive em um quarto alugado em um apartamento de estudante e ganha dinheiro como camboy. Sua filha Daisy (Barbara Smith) não quer nada com ele, algo que ela deixa bem claro quando eles se encontram em uma festa que seus colegas de apartamento estão dando. O grupo é gerenciado por Deano (Liam Noble), cujo apelido Double Dip é revelado no final do jogo para efeito máximo. Deano quer encerrar esse negócio falido, o que não parece tão trágico para Ratboy (Mark Monero, Steve de EastEnders há um milhão de anos), que simplesmente continuaria vendendo imóveis. Os outros dois Wet Dreamers, o espetacular Neil (Perry Benson) e a aguçada Carly (David Alexander), não poderiam estar menos incomodados. Mas eles concordam em fazer um último show, que acaba sendo em um clube de aparência duvidosa na periferia da cidade, onde o segurança é um ex-campeão de dardos caolho (Steve Oram) e a anfitriã uma senhora matronal de vestido vermelho. vestido de lantejoulas (Juliet Cowan), todo a serviço da bruxa amadora Christine (Emma Stannard).

O ódio de Christine pelos homens e sua inclinação para as artes das trevas são explicados quando ela recebe a visita de seu ex, um gigolô grego que a abandonou no aeroporto. Este é interpretado por ninguém menos que Peter Andre; são os detalhes absurdos que tornam esse absurdo estranhamente assistível. A brincadeira entre a trupe de dança principal tem um pouco de estalo, e a coisa toda rola com bastante facilidade – até chegar à parte da ressurreição das bruxas, onde vacila um pouco. Você deve ter visto maquiagem macabra melhor nas esquinas comuns no último Halloween, mas tudo bem: claramente não foi feito para assustar ninguém.

Members Club está nas plataformas digitais a partir de 21 de outubro.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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