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Cruz Vermelha doa 4 toneladas de medicamentos para a Venezuela

Agência Brasil, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A organização internacional de ajuda humanitária Cruz Vermelha doou, neste final de semana, quatro toneladas de medicamentos e equipamentos para um hospital na Vanezuela. A ação foi iniciada com a visita do presidente do Comitê Internacional da instituição, Peter Maurer, ao país. A viagem irá durar cinco dias, tendo previsão para encerramento na próxima quarta-feira (10).

Em sua conta no Twitter, Maurer informou que o grupo conheceu o trabalho do Hospital Ruiz y Paez, localizado em Ciudad Bolívar, capital do estado de Bolívar, que faz fronteira com o Brasil. A unidade hospitalar pertence à rede pública de saúde venezuelana.

“Nós trouxemos quatro toneladas de medicamentos e equipamentos ao hospital, para ajudar a sanar a lacuna, para que aqueles que se encontram em necessidade sejam imediatamente tratados”, disse Maurer, ontem, na rede social.

“O sistema de saúde está sobrecarregado: a malária, que já havia sido erradicada, agora retornou; suprimentos médicos agora estão em falta”, complementou.

No final do mês passado, ao anunciar a iniciativa, a Cruz Vermelha comunicou que, além de oferecer antibióticos, kits cirúrgicos e geradores elétricos para hospitais, contribuirá com provisões de alimentos aos venezuelanos. A entrada de alimentos e medicamentos na Venezuela tem sido um dos temas centrais na disputa política entre o governo de Nicolás Maduro e o líder da oposição, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país, em 23 de janeiro.

A dificuldade de acesso a alimentos tem levado venezuelanos a colocar suas próprias vidas em risco. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), muitos deles têm cruzado o Rio Táchira para chegar à Colômbia onde pedem amparo. A travessia se tornou uma alternativa após o fechamento da Ponte Internacional Simón Bolívar.

De acordo com a ONU, 45 mil venezuelanos vão, diariamente, ao país vizinho. A entidade internacional calcula que, em 2018, mais de 250 mil venezuelanos pediram asilo em outros países, a maioria em nações latino-americanas. Ao todo, estima-se que 1,3 milhão de refugiados e migrantes venezuelanos tenham sido beneficiados por outras formas legais de permanência na região.

*Brasil*

Mais de 240 mil venezuelanos entraram no Brasil desde 2017 e quase a metade deles já saiu do país. Cerca de 160 mil foram regularizados até o momento, seja pela solicitação de refúgio (59%) ou por meio de um visto de residência temporária (41%).

Por meio da Operação Acolhida, mais de 5,2 mil refugiados e migrantes venezuelanos foram transferidos de Roraima para outros estados, segundo a Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) .

A fronteira do Brasil com a Venezuela foi fechada no dia 21 de fevereiro, por orientação do presidente Nicolás Maduro.

ACRE

Governo Bolsonaro avalia mudar Constituição para congelar salário mínimo

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O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, analisa retirar da Constituição a obrigatoriedade de que o valor do salário mínimo seja corrigido pela inflação, para então autorizar o seu congelamento provisório em situações de “aperto fiscal”.  Uma das hipóteses é que o valor fique travado por dois anos. Proposta atualmente está em tramitação no Congresso. Informação foi confirmada nesta segunda-feira (16) por Bernardo Caram, da Folha de S.Paulo.

O salário mínimo já não tem mais a obrigatoriedade de ser reajustado acima da inflação, pois tal regra caiu esse ano no governo Bolsonaro. Agora, a nova mudança iria além, permitindo o congelamento do valor, sem reposição da inflação. No entanto, a Constituição define que o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.

A teoria de Paulo Guedes é que, como o governo tem gastos atrelados ao salário mínimo, como as aposentadorias, a medida traria alívio ao Orçamento em situações de “aperto fiscal”.

A medida será incluída na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e tem autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). O texto atualmente está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e é debatido por um grupo de parlamentares, representantes do Ministério da Economia e técnicos de Orçamento no Congresso.

FONTE: FOLHAPRESS

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BRASIL

Com o Brasil vivendo surtos de doenças, governo Bolsonaro quer reduzir compra de vacinas em R$ 393,7 milhões

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Com o Brasil vivenciando um surto de sarampo, além do aumento dos casos de febre amarela, o Ministério da Saúde quer reduzir as despesas com a aquisição e distribuição de vacinas em R$ 393,7 milhões no próximo ano. A proposta de corte está contida no projeto de lei orçamentária que foi encaminhada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional no final de agosto. 

O valor é 7% inferior aos R$ 5,3 bilhões previstos para este exercício e ainda poderá ser encolhido, já que R$ 1,4 bilhão, do total de R$ 4,9 previsto para 2020 terá sua liberação condicionada a uma aprovação legislativa extraordinária. 

Por meio de nota, o Ministério da Saúde que apesar do corte orçamentário “não faltarão recursos para a aquisição de vacinas”. Ainda segundo a pasta, o governo está “ampliando as aquisições e recompondo os estoques com preços mais baixos dos que inicialmente estavam previstos”, o que justificaria a redução orçamentária para   das vacinas no próximo ano. 

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