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Cruzeiro do Sul

Cruzeiro do Sul registrou mais de 60 roubos de motos nos primeiros seis meses deste ano

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Roubos e furtos de motocicletas têm sido os crimes contra o patrimônio mais praticados em Cruzeiro do Sul, segundo maior cidade do Acre, nos últimos anos. Apesar de uma redução de 66% desse tipo de crime em relação ao ano passado, apenas no primeiro semestre de 2019, de acordo com dados da PM, já foram registrados 62 ocorrências na segunda maior cidade do Acre.

Já em 2018, só no primeiro semestre, foram 181 roubos de motos em Cruzeiro do Sul. Deste total, a PM afirma que conseguiu recuperar 81 motocicletas.

“Essas motos geralmente são levadas pelos bandidos para cometer outros pequenos delitos. Eles tentam se evadir com motos que são mais rápidas e mais práticas. Mas, a PM tem feito ações com abordagens ao maior número de motos na cidade para tentar recuperar as que foram roubadas ou furtadas”, afirma o comandante do Pelotão de Trânsito, tenente Robson Belo.

Durante uma operação, nesta quarta-feira (3), os policiais seguiram um condutor que demonstrou atitude suspeita e conseguiram recuperar mais uma moto que tinha sido roubada no início do mês de junho.

“Muitas vezes, os bandidos retiram a placa tentando mudar a numeração ou as letras, contudo, se chegaram para nós características das motos, além da placa, a gente faz abordagens ao maior número de motos de acordo com o modelo, cor e outros aspectos que nos foram informados. Com isso, temos conseguido ter um dos maiores índices de recuperação de motos em relação a outras cidades”, garante.

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ACRE

Homem é achado morto em igarapé no interior do Acre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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No AC, bombeiros registraram 33 mortes por afogamento em 2019 — Foto: Gledisson Albano/Rede Amazônica Acre

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ACRE

Em Cruzeiro do Sul, moradora e Prefeitura são condenados por poluição de rua com esgoto a céu aberto

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Juízo da Vara Cível da Comarca de Cruzeiro do Sul baseou-se na legislação sobre a proteção ao meio ambiente e na responsabilidade em reparar dano causado

O Juízo da Vara Cível da Comarca de Cruzeiro do Sul condenou Ente Público e uma moradora que polui a rua na qual reside por dano ambiental. A denúncia foi feita pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) contra  o Ente municipal e a moradora acusada de  jogar esgoto doméstico na rua. Segundo os autos, na casa da denunciada há despejo de esgoto doméstico na rua a céu aberto, o que tem ocasionado transtornos aos vizinhos.

Dessa forma, no prazo máximo de 90 dias, a moradora deverá executar obras de saneamento básico em sua casa, seguindo as orientações da Vigilância Sanitária, “de forma a impedir que o esgoto continue correndo a céu aberto e transborde para a via pública e terrenos particulares”, destaca a sentença, publicada na edição n° 6.512 do Diário da Justiça Eletrônico, da quinta-feira, 9. Caso, ela não cumpra a obrigação será penalizada com multa diária de mil reais.

Já o Município reclamado foi condenado em caráter subsidiário, por competência prevista em lei para cuidar do meio ambiente e promover o saneamento básico, explicou o juiz de Direito Hugo Torquato, titular da unidade judiciária e responsável pela sentença. Assim, o segundo requerido deverá realizar as adequações necessárias para resolver a situação.

Legislação para proteger meio ambiente

Ao avaliar o caso, o magistrado embasou seu julgamento na legislação que trata da proteção ao meio ambiente. “A Constituição da República, em seu artigo 225, prevê os princípios da restauração, recuperação e reparação do meio ambiente, e ainda, no § 3.º, traz expressamente a obrigação de reparar os danos causados”, escreveu o juiz.

Além disso, o magistrado também enfatizou que “conforme a Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei n.º 6.938/81) deve-se ter por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando a assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana”.

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