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“Cult” no Prime Video, “Loft Story” nos bastidores

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VÍDEO PRIME – SOB DEMANDA – MINISÉRIE

“É estúpido ou é ótimo? » Deixaremos os espectadores Adorar a tarefa de decidir, mas na altura foi diante do programa holandês chamado “Big Brother” que Isabelle de Rochechouart, uma jovem produtora da Philippe Palazzo Productions, ficou sem palavras, para não dizer subjugada. Esses nomes não significam nada para você? Isso é normal, porque a série de bastidores de “Loft Story” é construída com base em dois pesos e duas medidas deliberados.

Os “lofteurs” existem sob a sua identidade real, enquanto os produtores e locutores do programa operam, como personagens fictícios, atrás de uma máscara. A precaução é em vão, pois facilmente reconhecemos a produtora Alexia Laroche-Joubert por trás da personagem Isabelle, mas ela fala da impureza deste estranho projeto, que tem a particularidade de ser produzido pela mesma pessoa que esteve à frente do “Loft”, o verdadeiro, em 2001 na M6.

Para além da reconstrução de uma época, com as suas referências pop e o toque do Nokia 3310 como manta de conforto, é portanto difícil decidir entre o que é um documentário e o empreendimento de reabilitação deste formato até agora controverso. quase se poderia dizer que deu origem a uma prática por si só, a «odeio assistir». Surpreendentemente, a série caminha com habilidade desconcertante nessa linha de imprecisão, levada pela direção de Louis Farge e pela contribuição da comediante Marina Rollman nos diálogos, cuja mordida acerta em cheio.

Velha guarda ofendida

Convencida de que poderá trazer de volta à emissora uma geração que está sendo capturada pela Internet de alta velocidade, Isabelle oferece uma versão da AB Productions de “Big Brother” para transformá-lo em um jogo de namorando moderno entre os jovens – “Nós fazemos Helene e os meninosmas na vida real. » Depois de um início lento, o público decolou graças à famosa cena da piscina, apenas quarenta e oito horas após o início do espetáculo. A França está fascinada, a velha guarda está ofendida, a intelectualidade não sabe o que pensar. Patrick Le Lay, ele próprio inventor do “tempo disponível para o cérebro” denunciar o “tv lixo” nas páginas de Mundo – a série, rápida em desmascarar todas as hipocrisias, lembra-nos que a TF1 estava, no entanto, na corrida para comprar os direitos do “Big Brother”.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Um aperitivo com Alexia Laroche-Joubert: “Adoro problemas”

Desta comédia filmada vinte e quatro horas por dia, Adorar ainda não mostra quase nada. O que importa é o que acontece nos bastidores, sejam as negociações financeiras levadas a cabo pelos produtores Philippe e Raphaël (cujo personagem é vagamente inspirado em Stéphane Courbit), os gritos em torno do público, uma discussão repetida vezes sem conta para convença-se de que estamos avançando na direção da história, ou mesmo (e sobretudo) no caminho traçado por Isabelle (Anaïde Rozam) através de alianças de circunstância, com sua editora-chefe Elena (Jacqueline Corado) ou seu chefe de projeto Karim (Sami Outalbali). Esta convicção, levada pela interpretação convincente e vertiginosa de Anaïde Rozam, é o motor da série.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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