NOSSAS REDES

ACRE

DC CRASH: O que sabemos sobre as vítimas e investigação em andamento | Notícias da aviação

PUBLICADO

em

Todas as 67 pessoas a bordo de um Voo da American Airlines E um helicóptero preto Hawk que colidiu no ar enquanto o avião estava aterrissando no Aeroporto Nacional Ronald Reagan Washington, perto de Washington, DC,, acredita -se estar morto, segundo autoridades.

Esta é a tragédia mais mortal da aviação nos Estados Unidos desde 12 de novembro de 2001, quando um avião da American Airlines colidiu com uma área residencial de Belle Harbor, Nova York, logo após decolar do Aeroporto Internacional John F Kennedy em Nova York, matando 260 passageiros a bordo e cinco pessoas no chão.

Aqui está o que sabemos sobre o vítimas Do acidente de quarta -feira, o que aconteceu e o que as investigações iniciais sugerem pode ter contribuído para o acidente.

Como o avião caiu?

O voo 5342, operado pela American Eagle, uma filial regional da American Airlines, estava voando de Wichita, Kansas, para o aeroporto nos arredores de Washington, DC. Ao se aproximar de Ronald Reagan Airport por volta das 21h na quarta -feira (02:00 GMT na quinta -feira), a aeronave colidiu com um helicóptero do Exército de Sikorsky Black Hawk.

Pouco antes do pouso, os pilotos do avião foram convidados a trocar de passarelas. Enquanto o avião deveria pousar na pista principal 1, o avião foi convidado a girar para a pista 33, o que é muito mais curto. Os mapas de rastreamento de vôo mostraram que os pilotos aceitaram essa solicitação e ajustaram o avião.

Menos de 30 segundos antes do acidente, um controlador de tráfego aéreo perguntou ao helicóptero do Exército se pudesse ver o avião.

“Pat25 (helicóptero do exército), você tem um CRJ (avião da American Airlines) à vista? Pat25, passe atrás do CRJ ”, disse um controlador de tráfego aéreo às 20:47.

Pouco tempo depois, os controladores de tráfego aéreo podem ser ouvidos dizendo: “Crash, Crash, Crash, este é um alerta três”.

As duas aeronaves travou no rio Potomac. A causa da colisão ainda não é conhecida.

(Al Jazeera)

Houve algum sobrevivente?

O voo da American Airlines estava carregando 60 passageiros e quatro tripulantes, enquanto o Black Hawk tinha três soldados do Exército dos EUA a bordo.

“Agora estamos em um ponto em que estamos mudando de uma operação de resgate para uma operação de recuperação. Neste ponto, não acreditamos que haja sobreviventes desse acidente ”, disse o chefe dos bombeiros de Washington, DC, John Donnelly em comunicado televisionado na quinta -feira.

Quantos corpos foram recuperados?

Donnelly acrescentou que os corpos de 27 pessoas foram recuperados do avião enquanto um corpo foi recuperado do helicóptero. Separadamente, uma fonte de aplicação da lei disse à CBS News que pelo menos 40 corpos foram recuperados.

O que sabemos sobre a investigação até agora?

O National Transportation Safety Board (NTSB) está realizando uma investigação de “todos os mãos no convés”, disse a presidente Jennifer Homendy durante uma entrevista coletiva na quinta-feira.

O NTSB é uma agência federal independente que investiga acidentes de aviação civil nos EUA, bem como incidentes graves relacionados a outros modos de transporte.

Na sexta -feira, o NTSB anunciou que tinha Encontrei as caixas pretas do avião. Caixas pretas registram dados de voo, conversas dos pilotos e comunicações de rádio durante os vôos. Esses gravadores fornecem informações significativas na investigação de incidentes de aviação porque podem revelar ações piloto ou fatores externos que podem ter contribuído para acidentes.

“Os gravadores estão no NTSB Labs para avaliação”, disse a agência em um post no X.

Enquanto a investigação está em um estágio inicial, vários meios de comunicação dos EUA, incluindo o New York Times e a NBC News, citaram fontes sem nome dizendo que havia uma escassez de controlador de tráfego aéreo na noite de quarta -feira no aeroporto de Reagan.

Embora normalmente exista um controlador de tráfego aéreo para aviões e outro para helicópteros, a mesma pessoa estava lidando com aviões e helicópteros na quarta -feira à noite.

Para a investigação, o NTSB formará grupos de trabalho para analisar diferentes áreas conectadas ao acidente, de acordo com o membro do conselho do NTSB, Todd Inman.

(Abaixo: acho que este graf funcionaria melhor como itens com marcadores – mais fácil de ler e entender)

Inman explicou que esses grupos incluiriam: operações, tarefas da tripulação de investigação e históricos de vôo; sistemas de energia, olhando para motores de aeronaves; estruturas, documentando a cena do acidente e os destroços da estrutura de ar; Fatores de sobrevivência, analisando lesões sofridas; sistemas, analisando componentes elétricos, hidráulicos e pneumáticos do avião e do helicóptero; e um grupo de controle de tráfego aéreo.

O NTSB não disse quanto tempo levaria a investigação, mas as investigações sobre incidentes de aviação podem levar de um a dois anos. A agência normalmente libera um relatório preliminar algumas semanas após o acidente que contém informações coletadas no local.

Quem foram as vítimas do acidente de avião?

Pouco se sabe ainda sobre os três soldados no helicóptero.

No voo da American Airlines, 14 pessoas eram afiliadas à comunidade de patinação artística e estavam voltando para casa de um campo de desenvolvimento nacional de patinação artística para jovens skatistas em Wichita, disse na quinta -feira o CEO do CEO do Boston, CEO do Boston.

Eles incluíram um casal de patinação campeão russo e dois patinadores de figuras adolescentes e suas mães.

Aqui está mais sobre as vítimas:

Samuel Lilley

Lilley, 28 anos, foi um dos pilotos da American Airlines mortos no incidente, o pai de Lilley, Timothy Lilley, confirmou em um post no Facebook e comentários à mídia.

Timothy Lilley escreveu que seu filho estava “indo muito bem” em sua carreira e vida pessoal e deveria ter se casado este ano.

“Agora dói tanto que eu não consigo nem me chorar até dormir. Eu sei que vou vê -lo novamente, mas meu coração está quebrando ”, ele escreveu no post.

Jonathan Campos

O capitão de vôo Campos, 34 anos, também foi morto, segundo um colega piloto, informou a CNN.

Sua Universidade Aeronáutica de Alma Mater, na Flórida, divulgou um comunicado dizendo que o instituto ficou “profundamente triste ao saber da morte do capitão Jonathan Campos”.

A declaração acrescentou que os Campos se formaram com um diploma de ciência aeronáutica em 2015.

Vadim Naumov e Evgenia Shishkova

Um casal russo casado – Naumov, 55, e Shishkova, 52 – eram treinadores de patinação artística. Naumov e Shishkova venceram o campeonato mundial em pares de patinação artística em 1994.

O casal se mudou para os EUA nos anos 90 e se tornou treinadores de patinação.

O porta -voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou na quinta -feira que o casal estava no voo. “Lamentamos e enviamos condolências às famílias e amigos que perderam os de nossos concidadãos que morreram no acidente de avião”, disse ele.

Eles são sobrevividos por seu filho, Maxim Naumov, 23 anos, que conquistou o quarto lugar no Campeonato Nacional dos EUA em Wichita no domingo. Maxim Naumov, que nasceu nos EUA, não estava no voo.

Jinna e Jin Han

O clube de skate de Boston também disse que a patinadora da figura Jinna Han e sua mãe, Jin Han, também foram mortas no acidente.

“Vimos Jinna crescer aqui apenas de um pequeno Tyke nesse incrivelmente maduro de 13 anos”, disse Zeghibe.

Spencer e Christine Lane

O clube de skate disse que Spencer Lane, 16, e sua mãe, Christine Lane, 49, também foram mortos.

O patinador de Barrington, Rhode Island, costumava postar sobre sua jornada de patinação em suas contas de mídia social, incluindo Tiktok.

Na quarta -feira, horas antes do acidente, ele postou uma foto em sua história do Instagram de dentro do avião antes de partir de Wichita.

Spencer Lane foi adotada da Coréia do Sul em 2008 por Christine e Doug Lane, seu pai nos disse que a Media Outlet Newsnation.

Doug Lane disse que seu filho era uma “força da natureza” que começou a patinar há três anos. “É apenas devastador”, disse ele.

Alexandr Kirsanov, Sean Kay e Angela Yang

Um treinador de patinação de Delaware, Kirsanov, 46 anos, também foi morto, disse sua esposa, Natalya Gudin, à ABC News.

Gudin disse que Kirsanov estava acompanhando dois jovens patinadores de gelo na viagem. Ela disse que falou pela última vez com o marido enquanto ele embarcou em seu voo.

Kirsanov era o treinador da dupla de jovens patins, Kay e Yang, que também estavam no voo. Suas idades não estão claras no momento.

Olivia ter

Ter, 12, era um patinador de Maryland e também estava no avião, de acordo com um comunicado da Comissão de Planejamento e Planejamento de Capital Nacional de Maryland.

Ian Epstein

Epstein, 53 anos, era um comissário de bordo da American Airlines que também foi morto no acidente, confirmou a irmã de Epstein, Robbie Bloom, à CNN.

A comissária de bordo deixa duas crianças e dois enteados.

Asra Hussain Raza

Hussain Raza, 26, também foi morto no acidente, disse seu sogro à CNN.

Hussain Raza era filha de imigrantes indianos e era consultor com sede em Washington, DC. Ela viajava para Wichita duas vezes por mês para trabalhar em um projeto para um hospital lá.

Outras vítimas identificadas

Outras vítimas que foram identificadas pela mídia local até agora incluem Wendy Jo Shaffer, Brielle Beyer, Justyna Beyer, Grace Maxwell e Casey Crafton.



Leia Mais: Aljazeera

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

//www.instagram.com/embed.js



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS