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De JLo a Beyoncé: a faca de dois gumes do endosso de celebridades | Cultura
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2 anos atrásem
Adrian Horton
TA eleição presidencial de 2024 é, pelo que se pode perceber pela arte inexata das pesquisas, essencialmente uma disputa. Ninguém sabe quem vai ganhar na terça-feira (e provavelmente não saberemos por um tempo depois, aliás). Em vez de qualquer vantagem definitiva nos números, tanto os prognosticadores como os observadores casuais estão a recorrer às vibrações – aquele sentido amorfo, indefinível e pessoal de quem tem o impulso, onde a energia está a mudar, o que sentimentos verdadeiro. E para os candidatos, uma forma garantida de afirmar uma vibração – embora talvez não a que pretendiam – é recrutar, sem dúvida, o elemento definidor da política americana moderna: a celebridade.
Somente nas últimas duas semanas, tanto Trump quanto Harris reuniram seus respectivos vingadores famosos (inclusive no caso de Harris, os verdadeiros Vingadores), para apoiar sua campanha. Harris, sem surpresa, possui muito mais endossos e de maior perfil, incluindo, mas não limitado a: Taylor Swift, LeBron James, George Clooney, Jennifer Aniston, Julia Roberts, Marc Anthony, Arnold Schwarzenegger, Julia Louis-Dreyfus, Tyler Perry, Usher, Lizzo, Eminem e a superestrela porto-riquenha Bad Bunny, que lançou um vídeo essa semana repreendendo os comentários racistas feita pelo comediante Tony Hinchcliffe durante a campanha de Trump comício no Madison Square Garden. Durante as últimas semanas da campanha, Harris foi acompanhado por Beyoncé, Bruce Springsteen, Stevie Wonder, Maggie Rogers, Willie Nelson, Jennifer Lopez e Oprah, entre outros.
O que fazer com a lista? Por um lado, sugere um nível de entusiasmo popular por Harris, em forte contraste com Trump, que apresentou o seu habitual grupo de ex-lutadores e um punhado de atores. As celebridades que aderiram à campanha de Trump no mês passado incluem Kid Rock, Elon Musk, Hulk Hogan, Dennis Quaid, Zachary Levi, o rapper Kodak Black, Dr Phil, o ex-quarterback da NFL Brett Favre e o cantor country Jason Aldean. O endosso de celebridades é uma forma de medir as vibrações numa eleição cujas sondagens estão demasiado apertadas – e, para uma grande parte do eleitorado, marcado ou encantado em 2016, demasiado indigna de confiança – para distinguir razoavelmente o favorito, e ao nível da estrela. poder, Harris certamente tem vantagem.
Mas um baluarte de apoio de celebridades também apresenta o que Shamira Ibrahim, escrevendo para o Guardian logo após o tão cobiçado endosso de Swift em setembro, chamou de “espada de dois gumes” do brilho de Hollywood. Os endossos podem despertar o entusiasmo entre a base de fãs de uma estrela, mas também contribuem para os argumentos dos republicanos de que os democratas são o partido das elites costeiras. (Deve-se notar, no entanto, que Trump, uma celebridade de profissão, não se esquivou de qualquer endosso semi-famoso, até mesmo postando um Endosso de AI deepfake Swift que ela mais tarde condenou.)
Também dá a impressão de desespero – seja por parte da campanha ou das celebridades – pela relevância numa eleição que tem sido relativamente leve em questões substantivas (mais uma vez, um duplo padrão injusto para a campanha de Trump, mas uma queixa apresentada por muitos em próprio partido de Harris). Enquanto Harris estava perplexa com a expansão do crédito fiscal infantil, com a reconstrução da classe média, com a restauração das liberdades reprodutivas e com o “não retorno”, muitas manchetes se concentraram em seus convidados – o presença beatífica de Beyoncé principal entre eles, dando flashbacks misteriosos aos últimos dias de auto-satisfação da campanha de Clinton em 2016.
Todo esse discurso de celebridades, embora ainda haja poucas evidências que apoiem a noção de que o endosso de celebridades faz muita diferença. O exemplo padrão ouro de influência de celebridade continua sendo Oprah apoiando Barack Obama em 2008 – seu primeiro endosso presidencial, creditado com a obtenção de cerca de 1 milhão de votos para o então senador por Illinois. Mas isso foi durante as primárias democratas, quando os eleitores democratas empenhados decidiam em grande parte entre Obama e Clinton, e não nas eleições gerais entre Obama e John McCain. Nas eleições gerais, o efeito celebridade continua a ser difícil de quantificar e é mais ou menos insignificante. De acordo com um recente Pesquisa YouGovapenas 11% dos americanos relatam que uma celebridade os levou a reconsiderar a sua posição sobre uma questão política, e apenas 7% dizem que um endosso os levou a votar num determinado candidato. Os democratas são muito mais provável dizer que as celebridades que participam na política ajudam a democracia, embora menos de metade delas o façam – 41% em comparação com 12% para os independentes e 7% para os republicanos.
Onde as celebridades podem fazer a diferença é atrair angariação de fundos, atenção e participação, se não necessariamente mudando o voto. Depois de rápido postou seu endosso de Harris em setembro, 406.000 pessoas clicou seu link para Vote.gov, que direciona as pessoas para sites de votação estaduais (embora não se saiba quantos seguiram e realmente se registraram). Um 2024 estudar da Harvard Kennedy School descobriu que as celebridades podem aumentar o recenseamento eleitoral ou as inscrições dos trabalhadores eleitorais com as suas plataformas, especialmente para os eleitores mais jovens desiludidos com vozes ou instituições mais antigas. Um exemplo citado foi quando Kylie Jenner postou um link de registro eleitoral apartidário em 2020; mais tarde, o site relatou um aumento de 1.500% no tráfego em comparação com o dia anterior e um aumento de 80% no total de usuários registrados para votar. Como David Paleólogodiretor do Centro de Pesquisa Política da Universidade de Suffolk, coloque-o no CBS 58: “No geral, as celebridades gostariam de pensar que poderiam influenciar o comportamento dos eleitores, mas são mais valiosas como ferramentas de arrecadação de fundos e oportunidades de abertura de portas para seus seguidores.”
Registrar-se para votar, embora não seja nada, também não é o mesmo que realmente votar, muito menos votar no candidato preferido de uma celebridade. Mas quando a eleição pode chegar a um punhado de condados em alguns estados, numa eleição projetada para apresentar recorde de participação eleitoral da geração Za vibração é urgente. Há uma sensação de desespero, tentando fazer com que cada eleitor ultrapasse a linha de chegada – talvez um fã de Maggie Rogers em Michigan, ou um fã de Beyoncé em Houston, ou uma mulher secretamente inclinada a Harris movida por Anúncio de Julia Robertsembora seja difícil entender como um eleitor indeciso ou desligado 1) prestaria atenção apenas ao comício com a referida celebridade ou 2) reconsideraria seriamente não votar em Trump por causa disso. (Ao contrário, é difícil imaginar os obstinados Hogan ou Quaid em cima do muro, mas talvez eles existam!)
No final das contas, dada a falta de evidências – ainda – de que uma celebridade realmente faça as pessoas votarem em seu caminho, o significado de todos esses endossos remonta às vibrações. Talvez a esmagadora vantagem de Harris no poder de fogo das celebridades pareça uma vantagem real, talvez pareça ameaçadoramente fora de alcance. Quer você veja os endossos como uma coisa boa ou um presságio, nestes dias finais da campanha é exatamente como você se sente.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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