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De ‘Silvio’ a ‘Megalópolis’: os 7 piores filmes de…
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2 anos atrásem
O cinema em 2024 foi marcado por grandes sucessos, mas não escapou de algumas derrapadas feias. Pensando nisso, VEJA selecionou os 7 piores filmes do ano, com produções que vão da cinebiografia Silvio ao pretensioso Megalópolis, de Francis Ford Coppola. Confira detalhes sobre cada título:
Madame Teia
Trama derivada dos quadrinhos da Marvel, Madame Teia segue uma super-heroína que tem visões do futuro próximo e, assim, descobre que um maníaco quer assassinar três adolescentes ao seu redor, das quais então vira guardiã. O filme foi um fiasco de bilheteria e conseguiu desagradar à crítica, aos fãs e até mesmo à Dakota Johnson, intérprete da personagem-título. Em uma entrevista, a atriz detonou o longa, lamentando a transformação do projeto que havia concordado em fazer antes do início das filmagens. “Eu nunca tinha feito nada parecido antes. Provavelmente nunca mais farei algo assim, porque não faço sentido nesse mundo. E eu sei disso agora”, confessou a americana.
Silvio
Estrelada por Rodrigo Faro — apresentador que voltou a atuar como ator após quinze anos apenas para o projeto — e dirigida por Marcelo Antunez, a cinebiografia de Silvio Santos foi lançada apenas quase um mês após a morte do apresentador, aos 93 anos, em 17 de agosto passado. Ao longo de duas horas intermináveis, o filme utiliza o episódio do sequestro de Silvio, em agosto de 2001, como fio condutor de uma provável reflexão do comunicador sobre a própria trajetória. Acaba sendo, contudo, um retrato caricato que transforma o acontecimento sério em cômico, com atuações medíocres, diálogos sofríveis, um roteiro pouco palatável e uma montagem confusa. Leia mais sobre o filme aqui.
Feios
Em uma sociedade futurística obcecada pela perfeição, jovens são obrigados a passar por cirurgias plásticas assim que completam 16 anos. Aqueles que recusam o procedimento e permanecem feios são ostracizados. Produzido e estrelado por Joey King, o filme se assemelha às grandes franquias distópicas adolescentes que dominaram o cinema no início da década passada, mas não adiciona nada ao gênero já saturado. Além disso, o longa traz uma mensagem de aceitação rasa e previsível.
O Poço 2
Produção espanhola de sucesso na Netflix, O Poço (2019) introduziu o público a uma prisão violenta, dividida em níveis, na qual as pessoas enlouquecem ou morrem de inanição por causa da estranha distribuição de comida: diariamente, uma plataforma repleta de alimentos desce do nível 1 ao 333, o último. Os sortudos que estão em cima se fartam do banquete, deixando pouco ou absolutamente nada para os que estão abaixo. Assim como o longa anterior, O Poço 2 é uma mistura de terror gore, com muito sangue e cenas nojentas, e uma metáfora social que pincela de tudo um pouco sem chegar a lugar algum. Em busca de ser cult, o filme deixa pontas soltas, mostra grupos de personagens sem justificativa e não economiza no falatório vazio. Leia mais sobre o filme aqui.
Coringa: Delírio a Dois
Alvo de grandes expectativas ao longo de todo o ano de 2024, Coringa: Delírio a Dois frustrou boa parte do público que lhe assistiu nos cinemas. Na trama, o palhaço assassino Arthur Fleck se prepara para o julgamento pelos crimes que cometeu no primeiro filme, em uma batalha legal que logo se transforma em crise de identidade. Um detalhe, porém, diferencia Delírio a Dois de seu antecessor: a nova aventura conta com diversos números musicais. O longa amargou um prejuízo gigantesco nas bilheterias e foi fonte de decepção também para o estúdio Warner Bros., que investiu 300 milhões de dólares na produção e conseguiu apenas 200 milhões em retorno. Leia mais sobre o filme aqui.
Megalópolis
Um dos projetos mais ambiciosos da carreira de Francis Ford Coppola, Megalópolis mescla futurismo e Roma antiga em uma história sobre poder e avanços de políticas extremistas. O filme custou absurdos 120 milhões de dólares para ser produzido, valor pago do bolso do próprio cineasta, que não conseguiu convencer estúdio algum de bancar sua ideia — e não é difícil entender o porquê. Seu roteiro exagerado e filosófico, o qual sugere que a humanidade está fadada ao fim por culpa do surgimento da civilização, em muitos momentos é raso e usa o histórico romano sem contexto adequado. Leia mais sobre o filme aqui.
Emilia Pérez
Maior rival de Ainda Estou Aqui no Oscar, o longa franco-mexicano Emilia Pérez ainda não estreou no circuito comercial brasileiro, mas foi exibido por aqui no Festival do Rio 2024. Estrelada por Karla Sofia Gascón, Zoe Saldaña e Selena Gomez, a trama segue um temido narcotraficante do México que decide deixar a vida no crime para trás e fazer uma cirurgia de redesignação de gênero. O detalhe capcioso é que o filme combina drama, crime, mistério, comédia e até mesmo números musicais. Apesar de ousada, a mistura não funciona.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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