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Deixe -nos nossa cabra de volta: o tribalismo continua sendo um bar para apreciar a grandeza de Djokovic | Novak Djokovic
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2 anos atrásem
Barney Ronay
CHo sabe, talvez um dia Novak Djokovic E o povo da Austrália vai parar no meio do argumento, os lábios trituradores e apenas beijar tudo, bem ali na frente das câmeras, enquanto em segundo plano o público do estúdio suspira e grita e cortamos tentadoramente para o intervalo com um alegre baixo solo.
Talvez ainda não. A julgar pelas vaias e zombares dispersas da multidão como as notícias filtradas por esse Djokovic foram aposentando -se com lesão Após o primeiro set de sua semifinal australiana de Open na sexta-feira, parece que ainda há um caminho a seguir nesse arco narrativo.
De qualquer maneira, Djokovic e Austrália continuam sendo um épico de duas mãos esportivas. Embora seja sombreado agora por alguma conversa que seja isso, que Djokovic pode não voltar para outra parcela nessa coda de florescimento tardio para a carreira de indiscutivelmente a maior pessoa esportiva individual que o mundo já viu.
Foi no final uma hora estranhamente quebradiça e 20 minutos na quadra com Alexander Zverev em Melbourne. Na terça-feira quarter-final against Carlos Alcaraz. Dois dias depois, seus dois primeiros jogos de serviço sob aquele sol amarelo duro duraram 18 minutos, com quatro pontos de interrupção a serem salvos e um pirouetting de 27 tiros de morte no jogo de abertura.
Zverev é um centímetro mais alto, uma década mais jovem e perfeitamente esculpida, aproximando -se da rede como uma gigante de ferro subindo das ondas. Um Djokovic totalmente operacional pode ter vencido o primeiro conjunto de tie-tie. Mas toda a sua carreira supremacia é baseada em fisicalidade extrema e sem resposta, em se esforçar além dos limites normais de Twang e Flex. Djokovic também precisa ser capaz de andar no final de tudo isso. Ele sabia que havia terminado.
Depois foi comovente ouvir Zverev falando como um pai em um casamento, pedindo um pouco de calor e companheiro para seu oponente, e ouvir a multidão em casa oferecer aplausos afetuosos em resposta. Isso realmente será a história final aqui? É o suficiente?
Por tanto tempo Djokovic foi o menos comentado dos três grandes no topo do tênis masculino, o Outro cara Para os mais populares, santo, elegantes e, francamente, Roger e Rafa. Djokovic agora surgiu nos números como o maior de todos. Mas foi a Austrália 2022-2025 que lhe deu um arco de carreira tardia violentamente que está, que está, francamente, além da capacidade dos outros dois.
A parte covid foi inteiramente sua culpa. Houve uma arrogância enlouquecedora às tentativas de Djokovic de entrar na Austrália em 2022. Ele foi totalmente demonizado por isso. Temos protestos e cenas de tribunal. As âncoras de notícias australianas eram o Mic’t Hot Mic’d chamando Djokovic de furo e um idiota. O primeiro -ministro Scott Morrison entrou, sentindo um alvo fácil. Desvie o olhar das políticas fracassadas. Confira o garoto de espinafre e seu visto desonesto.
Isto foi seguido por um arco de vingança quente. As simpatias políticas podem ter impedido que algumas pessoas realmente gostem disso. Mas foi deliciosamente realizado e objetivamente muito engraçado. Morrison perdeu devidamente sua eleição. Djokovic retornou em 2023 e passou o caminho através do torneio a caminho da vitória E os aplausos cativos da multidão, literalmente se algemando de lado pelo menos um de seus críticos mais públicos na quadra.
E mesmo agora essa coisa continua reivindicando vítimas. Alguém já esteve mais errado do que brincalhão Canal nove transmissão Guy Tony Jones E seu canto zombeteiro dos fãs sérvios? Novak é um Has-Been. Er, parece que não. Novak é superestimado. Novamente provavelmente o oposto. Envie -o para casa. Você não pode realmente fazer isso. Mesmo que ele seja estrangeiro. Eu considerei o humor. Novamente incorreto, embora, para ser justo, essa é a primeira coisa engraçada que você disse.
A parte mais interessante do caso do Channel Nine foi a maneira como nos trouxe de volta ao mundo em geral, ao oportunismo político, Donald Trump, e ao sem fim do tribalismo que se apegou a Djokovic nos últimos quatro anos, e que também é o maior Bar para apreciar o quão bom ele é.
Você prestou atenção suficiente às inúmeras ordens executivas de Trump nesta semana? Quero dizer exatamente sobre o motivo pelo qual precisamos de uma regra de que todos os turnovers da Apple devem ser retangulares, porque temos os melhores turnovers da Apple, realmente admiráveis, os melhores turnovers da Apple. Este é o método Trump. Comente apenas sobre questões que existem naqueles vetores de ouro sobrepostos de instantaneamente emotivo e totalmente incidental às coisas que você fará. O esporte é o maior sistema de endereços públicos do mundo. Então, Trump costuma chegar aqui também, desde seu relacionamento subdom com Gianni Infantino, até Djokovic e Austrália através de seu bocal Elon Musk, que nesta semana condenou o canal nove notícias como um “filtro de negatividade”, falando através de um post por seu próprio Filtro de negatividade global, também conhecido como X.
Este é o ângulo -chave em Djokovic agora. Mãos fora, Roupers Rousers. Afaste -se. O esporte quer sua cabra de volta. Permita -nos considerar apenas sua grandeza. Se apenas porque este também é um exercício muito útil para tentar espiar o véu geral das besteiras.
E Djokovic é claramente o maior. Havia muitos números conversando em torno do Aberto da Austrália sobre a necessidade de ganhar o Grand Slam no 25. Djokovic teria lutado para vencer Jannick Sinner na final, que não tem 39 anos ou desmoronando. Mas isso realmente não importa. Ele já é o maior tenista, operando em absoluto desafio das leis físicas normais.
E a partir daí ele também é sem dúvida a maior pessoa de esportes individuais, mesmo que apenas porque as pessoas tendem a esquecer o quão difícil é o tênis. Não apenas por sua física de alta velocidade e atletismo em todos os corpos, mas pelos aspectos mentais. A melhor parte dos desafiantes – essencialmente um filme sobre nádegas com algum tênis polvilhado – é quando alguém diz que o tênis é sobre ter um relacionamento, os momentos de competição extrema em que você entende completamente seu oponente.
Esta qualidade estava presente em A derrota de Djokovic de Alcaraz na terça -feira. Parte de sua grandeza é a capacidade de aprender um oponente no meio da partida, e só então de subir na zona de Novak, esse filtro de super-herói onde o momento surpreendente se combina com a agilidade sobrenatural, onde de repente não há como combater esse furioso, Substância incansavelmente fluida em toda a rede.
Foi difícil se concentrar nisso nos últimos anos. O Djokovic, pós-Covid, entrou em um espaço desajeitado, percebido como algum tipo de homem-altitude do senhor da guerra libertário, e refém de raiva condenatória coberta ou adoração de heróis inquestionáveis.
Na realidade, a recusa da vacina não estava ligada a nenhum pensamento político coerente. Era mais uma força pessoal, relacionada à sua obsessão pela ingestão e pureza. Djokovic nunca condenou as vacinas como uma conspiração alienígena de paedo-ring, ou falou sobre uma supremacia global de bruxas que pretendia trocar a química do vírus acordado no seu suprimento de água.
Ele é basicamente um nerd, um sui generis, mas também uma figura muito moderna, obcecada por dieta e bem -estar. Ele gosta de pessoas em vestes falando sobre energia, óculos que bloqueiam a energia dos soquetes de plug, filtrando sua água através das pernas de insetos com grama. A partir daquele lugar peculiar, ele foi retirado por oportunistas, iça como uma figura muito franca na guerra mais ampla entre confiança, autonomia, estufa de liberdade, elites secretas e toda a outra merda na internet.
Parece politicamente radical nesta fase, uma pausa nas guerras falsas, para dizer que podemos apenas apreciar Djokovic pelo que ele é, o maior em seu esporte e talvez em qualquer esporte individual. A Austrália tem sido o palco principal dos últimos anos. Talvez essa rodada de aplausos em Melbourne realmente possa ser uma nota final agradável humana.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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