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‘Deixe-os’: Este mantra viral de auto-ajuda pode mudar sua vida? | Bem, na verdade
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2 anos atrásem
Madeleine Aggeler
Há algo mais frustrante do que outras pessoas?
Apesar dos nossos melhores esforços para convencê -los a fazer, digamos e ser o que queremos, eles persistem em melhorar nossos planos tomando suas próprias decisões, sendo seu próprio povo e pensando em seus próprios pensamentos.
Pode -se perder horas em espiral sobre o comportamento dos outros. Por que não fomos incluídos naquela reunião no trabalho? Por que esse estranho nos interrompeu no trânsito? Por que esse amigo ainda está com o namorado dela, apesar de ser péssimo?
Entre: a teoria Let para eles.
Alguém cortou você? Deixe -os. Seu amigo ainda está com o namorado coxo? Deixe -os. Toda vez que você está prestes a começar a ficar obcecado com as ações de outra pessoa, lembre -se: deixe -as!
O conceito foi recentemente popularizado pelo palestrante motivacional e pelo guru de auto-ajuda Mel Robbins. “Acabei de ouvir sobre essa coisa chamada Let para eles teoria”, ela disse a seus milhões de seguidores em uma postagem no Instagram Em maio de 2023. “Eu amo isso.”
O vídeo rapidamente se tornou viral. Pessoas pegou ““Deixe -os” tatuagens. Em dezembro de 2024, Robbins lançou um livro, a teoria Let para eles. Tornou -se um best -seller do New York Times. CNN e o New York Times entrevistou Robbins. Oprah falou sobre isso em Seu podcastdizendo: “Este livro é um divisor de águas. É uma mudança de vida. ”
Existem algumas advertências importantes na teoria, de acordo com Robbins. Primeiro, ela argumenta: “Deixe -os” só funciona se for seguido por “Let Me”. Em outras palavras, não é uma desculpa para inação. Aceitar que não podemos controlar as ações de outras pessoas é um lembrete de que somos totalmente responsáveis por nossos. Você não é responsável por alguém que o interrompa no trânsito, mas é responsável por não lançá -los e gritar obscenidades pela janela.
Além disso, existem certas situações em que você não deve, em nenhuma circunstância, “deixe -as”. Robbins explicou em um Episódio de podcast que a teoria não se aplica se alguém quiser fazer algo perigoso ou se você vir alguém sendo discriminado. Nesses casos, ela diz, você deve falar. Segundo, você sempre deve advogar por si mesmo e o que precisa – negocie um salário mais alto, por exemplo ou insista em obter os cuidados médicos necessários. Finalmente, se alguém violar continuamente seus limites, você não deve “deixá -los” fazer isso, diz Robbins.
O conceito “Let para eles” não deixa de ter seus críticos. As pessoas argumentaram que a teoria é estoicismo reembalado. Outros têm criticado Robbins por não creditar a poeta Cassie B Phillips, cujo poema os deixou viral em 2022.
(Quando enviei um e -mail para Robbins para comentar sobre o poema de Phillips, ela respondeu: “A teoria Let para eles tem suas raízes no budismo, estoicismo, a oração da serenidade, o legado do Dr. Martin Luther King Jr (seu filho dá uma citação no livro sobre ele) e modalidades terapêuticas como teoria do destacamento e aceitação radical! Deixe -os e deixe -me é tão poderoso – parece familiar para todos porque é. ”)
E alguns acham que é simplesmente muito óbvio e uma idéia frágil de sustentar um livro inteiro.
A própria Robbins reconhece isso. Como ela disse ao The New York Times: “Sim, é um truque barato – e Funciona. ”
Robbins, um autor, podcaster e ex -advogado, não é um profissional de saúde mental. Mas os especialistas concordam que desistir de tentar controlar os comportamentos e ações dos outros pode ser extremamente benéfico – não apenas para si mesmo, mas também para as pessoas ao seu redor.
Após a promoção do boletim informativo
“O comportamento de outras pessoas é simplesmente um reflexo de sua jornada”, diz Tchiki Davis, fundador do Berkeley Well-Being Institute. “Quando não sentimos mais a necessidade de” corrigir “ou” salvar “os outros, podemos aceitá -los com mais facilidade por quem eles são”.
Alguns profissionais de saúde mental também descobriram que a teoria let para eles ajuda as pessoas a entender conceitos mais difíceis. Selene Burley, uma terapeuta licenciada na Califórnia, diz que compartilhou a teoria com muitos de seus clientes. “Tem sido revelador para eles”, diz ela.
Burley diz que tem sido especialmente útil para aqueles que lutam com limites saudáveis. “A mentalidade de Let Them simplifica de uma maneira que pareça acessível e empoderadora”, diz ela. “Isso muda o foco de controlar ou consertar outras pessoas para aceitar o que está sob seu controle – suas reações, seu foco, sua paz”.
Burley acrescenta que usou o mantra em sua própria vida, como um lembrete para deixar seus filhos tomarem suas próprias decisões e aprender com seus erros. “Deixá -los descobrir as coisas por conta própria às vezes é difícil, mas é tão bom para eles e para mim”, diz ela.
Como muitos, me deparei com a teoria Let para eles nas mídias sociais. A ideia parecia útil, embora eu já me gostasse muito de limites. Viver e deixar viver; Não são meus macacos, nem meu circo, etc.
Então percebi com que frequência me vi pensando: “Deixe -os”. Quando dois amigos colocaram cabeças, levou tudo em mim para não intervir e suavizar as coisas. “Deixe -os”, pensei, todos os músculos do meu corpo tensos com ansiedade. Depois de uma discussão com um ente querido, pisei na esteira por uma hora, apertou a mandíbula e mencionada mentalmente: “Deixe -os”.
A frase não era uma panacéia. Ainda levou tempo para qualquer emoção que eu sentisse passar. Mas dizer “deixe -os” me impediu de ser reativo. Isso me deu espaço para fazer uma pausa e me lembrar que minhas próprias ações são tudo o que posso controlar. Chato! Mas também libertador. Quando você não está perdendo tempo tentando pensar em como controlar outras pessoas, você tem mais tempo para pensar em outras coisas, como livros ou calça.
Burley diz que “deixe -os” é um conselho que ela deseja ter ouvido mais cedo. “É um lembrete de que não há problema em dar um passo atrás, que as pessoas sejam quem são e pare de carregar coisas que não são nossas para carregar”.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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9 horas atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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