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Departamento de justiça dos EUA planeja pressionar o Google a vender o navegador Chrome | Google
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Mark Sweney
Funcionários do departamento de justiça dos EUA planejam pedir a um juiz que force Google a vender o seu navegador Chrome para desmantelar o monopólio que detém sobre o mercado de pesquisa na Internet, numa grande intervenção contra uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.
O Departamento de Justiça (DoJ) apresentou no mês passado documentos judiciais dizendo que era considerando a aplicação de “remédios estruturais” para impedir que o Google use alguns de seus produtos.
O DoJ supostamente pressionará pelo Google, que é propriedade de Alfabetopara vender o navegador e também pedir a um juiz que exija novas medidas relacionadas à inteligência artificial, bem como ao sistema operacional Android para smartphones, segundo a Bloomberg.
As autoridades da concorrência, juntamente com vários estados dos EUA que aderiram ao caso contra a empresa do Vale do Silício, também planeiam recomendar que o juiz federal Amit Mehta imponha requisitos de licenciamento de dados.
O Google disse que contestará qualquer caso do DoJ e disse que as propostas marcam um “exagero” do governo que prejudicaria os consumidores.
Se Mehta aceitar as propostas, elas poderão remodelar drasticamente o mercado global de buscas online, dos quais o Google controla 90%bem como o papel da empresa no setor de IA em rápido crescimento.
No Reino Unido, o órgão de fiscalização da concorrência abandonou uma investigação sobre a parceria do Google com a Anthropic, a empresa norte-americana que fabrica a série Claude de modelos de IA.
A Autoridade da Concorrência e dos Mercados (CMA) decidiu que o acordo, que envolveu um investimento de US$ 2 bilhões do Google, não significou a aquisição do controle material da Anthropic. A investigação havia sido lançado em meio a preocupações sobre a concentração do poder da IA nas grandes empresas de tecnologia.
A ação contra o Google nos EUA segue uma decisão judicial em agosto a favor do DoJ que descobriu que a empresa violou as leis antitruste e gastou bilhões construindo um monopólio ilegal.
O documento apresentado pelo Departamento de Justiça no mês passado dizia que a conduta do Google resultou em “danos perniciosos” aos usuários e que a importância de restaurar a concorrência em um mercado que era “indispensável” não poderia ser exagerada.
O caso contra o Google foi aberto durante a primeira administração de Donald Trump e continuou sob Joe Biden.
Lee-Anne Mulholland, vice-presidente de assuntos regulatórios do Google, disse que o DoJ continuou a promover uma “agenda radical que vai muito além das questões legais neste caso”.
“Se o governo colocar o dedo na balança desta forma prejudicaria os consumidores, os desenvolvedores e a liderança tecnológica americana precisamente no momento em que é mais necessário.”
O caso tem ecos da tentativa do governo dos EUA de desmembrar a Microsoft na década de 1990, num esforço para desafiar o seu domínio sobre o mercado de software.
após a promoção do boletim informativo
Em 2000, um juiz decidiu a favor do DoJ e disse que a empresa teria de ser dividida em duas, mas a Microsoft recorreu com sucesso um ano depois e o departamento de justiça acabou por desistir do caso.
O Google deverá apresentar suas soluções propostas em resposta ao DoJ até 20 de dezembro.
Ao examinar a parceria do Google com a Anthropic, a CMA disse ter descoberto que o Google não adquiriu a capacidade de influenciar materialmente a política comercial da Anthropic e, portanto, a parceria não atingiu o limite para aplicação do controle de fusão no Reino Unido.
Joel Bamford, diretor executivo de fusões da CMA, disse: “Esta é mais uma decisão da CMA que proporciona maior clareza para as empresas e seus investidores.
“Sabemos que a concorrência justa, aberta e eficaz abre oportunidades de investimento e apoia a inovação em mercados importantes como estes, e é através de análises de fusões que podemos avaliar adequadamente a natureza e o impacto de parcerias complexas, como a que existe entre a Google e a Anthropic.”
O órgão de fiscalização também disse que seu chamado teste de rotatividade não foi cumprido, já que o faturamento da Anthropic UK não excede £ 70 milhões.
Antrópico disse no mês passado que seu modelo Claude AI agora pode realizar tarefas de computação, incluindo preencher formulários, planejar um passeio e construir um site.
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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre
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17 de agosto de 2026O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.
Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”
Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.
O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.
Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.
Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre
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12 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.
Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.
Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.
A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.
A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.
Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”
Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.
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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre
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12 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.
A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.
O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.
O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.
O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.
“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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