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Depois de Calin Georgescu, outro candidato distante, Diana Sosoaca, excluído da eleição presidencial

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Depois de Calin Georgescu, outro candidato distante, Diana Sosoaca, excluído da eleição presidencial

Diana Soniaca para Bucareste, Los 2013 20.25.

A Comissão Eleitoral Romena expressou em comunicado no sábado 15 de março, sua decisão de excluir da corrida presidencial uma segunda personalidade distante, Diana Sosoaca. A Comissão já havia rejeitado o favorito das pesquisas de Callin Georgescuem um clima muito tenso à medida que as eleições de maio se aproximam.

Em sua motivação, ela lembra que o MEP de 49 anos já havia sido excluído da votação anterior em novembro de 2024, depois cancelado. O Tribunal Constitucional então questionou declarações contrárias a “Valores democráticos”evocando um perigo para o pertencimento da Romênia à União Europeia (UE) e à OTAN. Se essa sanção não for válida por toda a vida, este é o mesmo ciclo eleitoral, justifica a comissão.

“Eu sou a prova de que não vivemos na democracia”reagiu ao ex-dominador no Facebook, acrescentando que ela pretendia apelar. Quinta -feira, ela vestiu luvas de boxe para aplicar, prontas para “Lute contra o sistema de novo”.

Este advogado tempestuoso quer “Obtendo sua grandeza para a Europa e a Romênia” Como Donald Trump com seu slogan “Make America Great Again”. Ela é acusada de transmitir mensagens de propaganda favoráveis ​​ao Kremlin e visões anti -semitas. Também conhecida por sua oposição às medidas anticavídicas, ela foi expulsa em julho de 2024 do Hemicycle a Estrasburgo, depois de interromper os debates de seus gritos.

“Violação séria dos direitos”

Seu pequeno partido, SOS România (SOS Romênia), havia coletado nas eleições legislativas de dezembro de 2024, cerca de 7 % dos votos, dando -lhe o direito a 24 assentos de deputados.

O Escritório Eleitoral, por outro lado, validou o arquivo do Chefe do Partido da Aliança para a Unidade Romena (AUR), George Simion, a figura extrema à direita, a melhor colocada desde a exclusão do Sr. Georgescu. Segundo Aur, a rejeição da candidatura de Diana Sosoaca “Representa um novo golpe para a democracia romena e uma violação séria dos direitos e liberdades fundamentais”.

A Romênia caiu no caos desde a emergência surpresa, em novembro de 2024, de Calin Georgescu, após uma campanha massiva em Tiktok contaminada com suspeitas de interferência russa. A eleição foi cancelada no processo, uma decisão extremamente rara dentro da UE, e foi novamente demitida definitivamente nesta semana da votação, cuja primeira rodada está programada para 4 de maio.

Elon Musk, consultor próximo de Trump, apoiou-o em X e o vice-presidente dos EUA JD Vance criou as autoridades romenas que têm “Tanto medo do seu povo que eles silenciam”.

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É nesse contexto que uma demonstração foi realizada no sábado, contra a ascensão do extremo direito em Bucareste. Milhares de pessoas expressaram seu apego à União Europeia, brandindo bandeiras estreladas em um fundo azul ao lado do padrão nacional. Se os protestos, às vezes violentos, tivessem ocorrido após a proibição atingir Georgescu, nenhum incidente foi relatado no sábado.

O mundo com AFP

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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