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Depois de mais de cinco décadas de ditadura, os primeiros passos de uma Síria cheia de esperança nos olhos do fotógrafo Abdulmonam Eassa

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Nascido em 1995 nos subúrbios a leste de Damasco, Abdulmonam Eassa foi forçado a interromper os estudos em 2012, enquanto ele estava no último ano, um ano após a eclosão da revolução síria. Para se manter ocupado, começou a documentar o que acontecia ao seu redor, escrevendo, filmando e tirando fotos. Deixou o seu país em 2018 e só regressou após a queda de Bashar Al-Assad, em dezembro de 2024.

Você pode nos dizer em que circunstâncias você deixou a Síria em 2018?

Nasci em Ghouta Oriental, um subúrbio adjacente a Damasco, na zona leste. Esta região foi sitiada durante quase cinco anos pelas forças do regime de Bashar Al-Assad. No final de Março de 2018, milhares de civis e rebeldes foram forçados a rumar para norte. Os bombardeamentos do exército russo causaram milhares de vítimas civis. Este apoio permitiu a Assad retomar Ghouta. Não posso dizer que “saí” de Ghouta, mas sim que fui deslocado à força da minha cidade natal, que foi em grande parte destruída.

Quando cheguei ao norte da Síria, decidi sair do país e rumar para a Turquia, pois não tinha outra escolha naquele momento. Uma vez lá, solicitei asilo ao consulado francês.

Você voltou desde então?

Desde a minha chegada a França em outubro de 2018, comecei a minha vida do zero. Continuei meu trabalho como fotógrafo de imprensa e comecei a aprender francês e inglês. Não tive o direito de regressar ao meu país devido às especificidades do estatuto de refugiado em França.

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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

Curso combate a incêndio florestal-2026 (3).jpeg

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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