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Desempregada, mãe pede ajuda para sustentar e abrigar as 3 filhas em Rio Branco

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Desempregada e morando em condições precárias em um pequeno barraco improvisado, a dona de casa Benoisa da Silva Araújo, 23 anos, pede ajuda para sustentar as três filhas pequenas e melhorar as condições de moradia da família, que reside no Conjunto Habitar Brasil, em um beco ao lado do Supermercado Atacadão, em Rio Branco.
Além disso, faltam roupas, produtos de higiene pessoal e até calçados para as crianças, que tem 11, 7 e 4 anos de idade. A jovem, que cuida das filhas sozinha, não tem nível médio completo e sobrevive apenas com ajuda do Bolsa Família, algo em torno de R$ 300 reais mensal.
“Tenho tentado trabalhar como diarista, mas está difícil. Não estamos passando fome totalmente porque a professora de uma das minhas filhas vem nos honrando com uma cesta básica toda semana. Mas a situação está piorando cada vez mais e já não sei mais a quem recorrer”, desabafa a mãe.
Benoisa conta que já recorreu diversas vezes a Secretaria de Habitação do Acre (Sehab), na tentativa de ganhar uma casa dos programas habitacionais do Governo, mas que nunca conseguiu se inscrever. “Perdi as contas de quantas vezes fui à Sehab, mas nunca consegui nem me inscrever para ganhar uma casa, sendo que um monte delas está aí se acabando em muitos bairros”, lamenta.
Quem quiser ajudar a família que precisa também de madeira e material de construção para melhorar as condições de moradia das crianças, pode entrar em contato com Benoisa através do telefone (68) 99910-6886 ou 99908-4326.

Lane Valle, do Diário do Acre

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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