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Desemprego diante da pandemia tem novo aumento no AC e atinge 14,4% em novembro, aponta IBGE

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O desemprego diante da pandemia do novo coronavírus voltou a aumentar em novembro no Acre, de acordo com dados divulgados nessa quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mostrou que o estado encerrou o mês de novembro com um contingente de 43 mil desempregados, o que representa um aumento de 7,5% frente a outubro, quando 40 mil pessoas ficaram sem emprego e de 13% em relação a maio, quando começou a série da pesquisa e eram 38 mil desempregados.

Com isso, a taxa de desemprego ficou em 14,4% em novembro, ante 13,5% no mês anterior e 12,8% em maio.

No Brasil, o desemprego atinge 14 milhões de pessoas, o que representa uma taxa de 14,2%. O número é o novo recorde da série.

Afastamentos e home office

 

O levantamento aponta ainda que 17 mil pessoas estavam afastadas do trabalho em novembro por causa do distanciamento social. Em outubro, 20 mil pessoas estavam afastadas.

O maior número de afastamentos foi registrado em maio, atingindo 61 mil trabalhadores.

A pesquisa indicou ainda que o número de trabalhadores que estavam trabalhando remotamente em novembro se manteve o mesmo que em outubro, um total de 12 mil. O pico de acreanos em home office foi registrado também em maio, quando 17 mil trabalhadores estavam no regime.

Auxílio emergencial

 

O estudo mostra que em 133 mil domicílios do Acre ao menos uma pessoa recebeu o auxílio emergencial do governo federal em novembro. O número é seis mil a menos que o registrado em outubro, quando 139 domicílios tiveram pelo menos um beneficiado.

A proporção de residências que recebeu algum auxílio relacionado à pandemia passou de 59,6% em outubro para 56,9% em novembro.

Pesquisa

 

Os dados são da última edição da PNAD Covid-19, lançada neste ano pelo IBGE para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país.

Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes ao trimestre terminado em setembro, quando o Acre atingiu taxa de desemprego recorde, de 17,1%, com cerca de 57 mil de pessoas em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

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