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Dezenas de feridos em longo ataque em Kyiv – DW – 11/02/2024
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2 anos atrásem
2 de novembro de 2024
Moscou culpa Kyiv pela troca de prisioneiros destruída
russo A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, disse que foi culpa da Ucrânia que uma planejada troca de prisioneiros de guerra não tenha ocorrido.
Zakharova afirmou que o Ministério da Defesa da Rússia se ofereceu para entregar cerca de 935 prisioneiros ucranianos, mas Kiev só concordou em aceitar 279.
“A Rússia nunca se recusou a dialogar sobre as trocas de prisioneiros de guerra”, disse Zakharova aos jornalistas, alegando que quaisquer sugestões em contrário eram mentiras inventadas para desacreditar Moscovo.
Kyiv não respondeu aos comentários de Zakharova.
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2 de novembro de 2024
Zelenskyy alerta aliados para não ignorarem ameaça da Coreia do Norte
Presidente ucraniano VolodymyrVolodymyr Zelenskyy Zelenskyy apelou aos aliados ocidentais para pararem de apenas “observar” como Coréia do Norte enviou tropas para ajudar o exército russo na Ucrânia.
“Os primeiros milhares de soldados da Coreia do Norte estão perto da fronteira com a Ucrânia. Os ucranianos serão forçados a defender-se deles”, disse ele. “E o mundo assistirá novamente.”
Zelenskyy disse que a presença dos norte-coreanos poderia ter repercussões mais amplas, já que as tropas iriam agora “aprender a guerra moderna”.
Ele criticou os aliados por continuarem a negar permissão para Kiev usar suas armas de longo alcance dentro do território russo.
“Mas em vez da necessária capacidade de longo alcance, a América observa, a Grã-Bretanha observa, a Alemanha observa…”, disse ele.
Os comentários seguem uma entrevista que Zelenskyy concedeu à emissora KBS da Coreia do Sul, dizendo que os aliados tiveram “zero” resposta construtiva à ameaça da Coreia do Norte.
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2 de novembro de 2024
Drones russos atacam Kyiv durante a noite
Moscou lançou ataques de drones contra a capital ucraniana na noite de sexta-feira, em um ataque que só cessou por volta do meio-dia, horário local, de sábado.
As forças ucranianas conseguiram derrubar os drones, mas os destroços ainda atingiram seis distritos da cidade, ferindo um policial e danificando edifícios residenciais, alguns dos quais pegaram fogo.
“Mais uma noite. Outro alerta de ataque aéreo. Outro ataque de drones. As forças armadas da Federação Russa atacaram Kiev novamente de acordo com suas táticas antigas e familiares”, escreveu o administrador militar da cidade, Serhiy Popko, em seus canais de mídia social.
A empresa de energia ucraniana DTEK disse que uma de suas linhas de alta tensão que alimenta a capital foi destruída, mas que a eletricidade deverá ser restaurada até a tarde de sábado.
Durante a guerra, a Rússia concentrou-se na infra-estrutura energética em a preparação para os meses frios de inverno.
UE vai emprestar à Ucrânia até 35 mil milhões de euros
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2 de novembro de 2024
Policial morto em ataques na estação de Kharkiv
Pelo menos um policial foi morto e dezenas ficaram feridos em dois ataques com mísseis russos contra uma delegacia de polícia em Carcóvia na sexta-feira.
No dia seguinte, as autoridades ucranianas atualizaram o número de feridos para 46. Os feridos incluíam oficiais, um paramédico e civis.
A Rússia intensificou os ataques contra Kharkiv, Ucrâniaa segunda maior cidade do país, nos últimos meses.
es/msh (AP, AFP, dpa, Reuters)
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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