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“dezenas de milhares” de pessoas autorizadas a regressar ao norte do enclave por Israel a partir de segunda-feira

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Revolta das famílias dos reféns cuja libertação ainda não foi negociada

Parentes de reféns israelenses sequestrados em 7 de outubro, mas que não estão na lista daqueles que serão libertados como prioridade, expressaram no domingo à Agência France-Presse sua raiva contra as autoridades israelenses. “Queremos que o acordo continue e que eles tragam as crianças de volta o mais rápido possível e de uma só vez”diz Dani Miran, 79 anos.

O seu filho Omri Miran, pai de duas meninas com 2 anos e 6 meses respectivamente na altura do seu rapto, está refém em Gaza desde o ataque do Hamas a Israel em 7 de Outubro de 2023.

O acordo de trégua, que entrou em vigor em 19 de janeiro, prevê a libertação durante as primeiras seis semanas de 33 reféns – mulheres e homens com mais de 50 anos ou em más condições físicas – em troca da libertação de 1.900 reclusos palestinianos em prisões israelitas. .

Sete jovens já foram libertadas. Mas ainda há 87 pessoas mantidas em cativeiro em Gaza, incluindo 34 declaradas mortas pelo exército israelita. O Hamas relatou a morte de outros reféns, mas Israel não confirmou.

O destino daqueles que não são afectados pelas trocas da primeira fase – 61 no total – depende de uma segunda fase, objecto de novas negociações tão amargas como a primeira. “Não podemos mais esperar toda semana para saber quem vai sair”insiste Miran, que sabe que Omri, de 47 anos, que não está doente nem ferido, não está na primeira lista. “Estou convencido de que meu filho voltará vivo e com boa saúde. Mas como isso vai acontecer? Estou menos optimista porque neste momento as negociações estão a ser conduzidas de uma forma completamente amadora”.ele acusa.

No domingo, ele veio manifestar-se em Jerusalém, em frente ao gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, carregando uma placa onde estava escrito: “Não vou desistir até que meu filho e os outros reféns voltem para casa. » Ele está acompanhado do pai de um refém que morreu no cativeiro, que também está muito irritado. Porque Chaïm Hayman quer enterrar a filha, Inbar Hayman, de 27 anos, raptada no festival de música Nova e morta pelo Hamas em cativeiro, segundo as autoridades israelitas, que informaram a família em dezembro de 2023.

À noite, o pai de um dos soldados libertados no sábado prometeu àqueles que não votaram a favor do acordo de trégua, liderado pela extrema direita, que teriam de prestar contas aos eleitores. “As pessoas vão fazer você pagar”disse Eli Albag, pai de Liri Albag. “Eu te desprezo. »



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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