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Dezenas relatadas mortas como forças sírias e lutadores pró-Assad | Notícias de guerra da Síria
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2 anos atrásem
A fortaleza alawita da Síria vê dias de violência mortal entre os partidários de Al-Assad e as forças de segurança.
As forças de segurança na Síria estão lutando contra homens armados leais ao presidente deposto Bashar al-Assad na região costeira do país pelo segundo dia, com dezenas de pessoas relatadas mortas nos combates.
As autoridades sírias disseram que os restos do regime removido de al-Assad lançaram um ataque mortal e bem planejado em suas forças em Latakia na quinta -feira.
O chefe de polícia de Latakia disse à Al Jazeera que a cidade estava garantida na sexta -feira à tarde, e um cerco aos locais militares e de segurança havia sido levantado. Enquanto isso, os confrontos continuaram em outro lugar.
As autoridades não emitiram um número de mortos, mas o Observatório Sírio para o Monitor de Direitos Humanos disse na sexta -feira que mais de 70 pessoas foram mortas nos combates. Entre os mortos estavam as forças de segurança, pistoleiros e alguns civis, afirmou.
A Al Jazeera não conseguiu verificar independentemente o número de mortos.
Forças do governo enviadas Principais reforços Durante as cidades de Latakia e cidades e vilarejos e aldeias próximas, o coração da seita alawita minoritária e uma base de apoio a al-Assad, para tentar controlar a situação, informou a mídia estatal.
Um toque de recolher também foi imposto em Latakia e Tartos até sábado.
A violência abalou os esforços do presidente interino Ahmed Al-Sharaa para consolidar o controle, enquanto seu governo luta para que as sanções dos Estados Unidos suspeitassem e lidam com mais amplos desafios de segurança, principalmente no sudoeste, onde Israel disse que impedirá que o Damasco implante forças.
Reportagem de Damasco, o Rsul Serdar, da Al Jazeera, disse que as forças de segurança ganharam “controle total” da Latakia e foram capazes de “invadir” o Tartous e estão se posicionando no centro da cidade.
“Em Banias, que é outra cidade nos arredores de Tartos, ainda assim os combates continuam entre as forças do governo e as forças rebeldes”, disse ele, embora as forças de segurança tenham conseguido garantir outras áreas circundantes.
Serdar disse que o combate intenso está ocorrendo em algumas áreas, mas o cerco foi levantado em outros.
Paz ‘ameaçada’
O vizinho Turkiye alertou na sexta -feira contra “provocações” na província de Latakia, dizendo que ameaçavam a paz.
“Tais provocações não devem se tornar uma ameaça à paz da Síria e de nossa região”, escreveu o porta -voz do Ministério das Relações Exteriores turco Oncu Keceli no X.
Enquanto isso, os ativistas alawitas dizem que sua comunidade foi submetida a violência e ataques desde que Al-Assad caiu, particularmente em Homs rurais e Latakia.
Enquanto al-Sharaa prometeu administrar a Síria de uma maneira inclusiva, nenhuma reunião foi declarada entre ele e figuras sêniors alawitas, em contraste com membros de outros grupos minoritários, como curdos, cristãos e drusos.
Uma declaração de um grupo de líderes alawitas, o Conselho Islâmico Alawita, culpou a violência ao governo, dizendo que “os comboios militares foram enviados para a costa com o pretexto de” remanescentes de regime “para aterrorizar e matar sírios”. Pedia que a região costeira fosse colocada sob proteção da ONU.
Sob al-Assad, os membros da comunidade alawita ocuparam os principais cargos no Exército e nas agências de segurança. O novo governo culpou seus partidários por ataques nas últimas semanas contra as novas forças de segurança do país.
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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