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Diante do Temu e do ultradesconto chinês, as principais economias do Sudeste Asiático estão se mobilizando
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Temu, o bazar online de produtos chineses com grandes descontos, está a encontrar resistência nas principais economias do Sudeste Asiático, como o Vietname, a Tailândia e a Indonésia, cujas autoridades estão, uma após a outra, a tomar medidas para limitar o seu progresso. A plataforma chinesa, a segunda mais popular do mundo atrás da Amazon em número de visitas, está atualmente na mira da União Europeia (UE), que abriu uma investigação no dia 31 de outubro por não conformidade de produtos de um só partido aí vendidos. Bruxelas também está a ponderar levantar a isenção fiscal para produtos provenientes de fora da UE com valor inferior a 150 euros.
Na Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), de dez membros, que não é uma união aduaneira, mas assinou acordos de livre comércio com a China, Temu e alguns de seus concorrentes lojas chinesas como a TikTok Shop (a venda de produtos no TikTok por meio de videoclipes ) e Shein, o site de fast fashion, são acusados de oferecer concorrência desleal a pequenos produtores locais. Eles também minam as posições de outros grandes players asiáticos do comércio eletrônico, dominados pelos gigantes indonésios Tokopedia e pelos gigantes de Singapura Shopee e Lazada, três dos seis “unicórnios” (uma empresa cujo valor ultrapassa um bilhão de dólares, ou 923 milhões de euros em preços correntes) da região no domínio das altas tecnologias.
O Temu mal tinha feito a sua estreia no Vietname no início de outubro, com grandes descontos e entregas gratuitas, quando a plataforma foi obrigada a denunciar-se às autoridades e os consumidores foram alertados para a proliferação de produtos não regulamentados. Os reguladores nacionais também ameaçaram retaliações anti-dumping.
Concorrência desleal
O comércio eletrônico está crescendo no Vietnã, com vendas mensais de quase US$ 1 bilhão desde o início de 2024, liderado pela Shopee, número um no Sudeste Asiático com 71% de participação de mercado naquele país e, no restante, pela chinesa TikTok Shop e. Lazada, parcialmente propriedade da chinesa Alibaba.
Os produtores locais citados pela imprensa local queixam-se agora de sofrer concorrência desleal por parte dos seus homólogos chineses. Temu coloca os consumidores em contacto direto com fábricas na China e, assim, contorna todos os intermediários no Vietname. No entanto, este último regista um défice comercial de mais de 45 mil milhões de euros com a China, que deverá crescer ainda mais em 2024.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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22 horas atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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