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‘Discordante’: como os ataques de Trump aos houthis dividiram sua base republicana | Donald Trump News

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'Discordante': como os ataques de Trump aos houthis dividiram sua base republicana | Donald Trump News

As divisões à direita entre aqueles que acreditam em um sistema global apoiado pelo poder militar dos EUA e outros que vêem esse sistema como um dreno nos recursos dos EUA não são novos. Esse cisma persistiu há décadas.

O último grupo, que muitas vezes incluiu figuras ultra-nativistas e racistas, foi empurrado para as margens após os ataques aos EUA em 11 de setembro de 2001.

Os EUA responderam a esses ataques lançando uma “guerra ao terror” global, com os conservadores apoiando fortemente as intervenções nos EUA em países como o Iraque e o Afeganistão.

Mas essas guerras passaram a ser vistas como falhas sangrentas e prolongadas, pois o público começou a se tornar mais cético em relação ao envolvimento dos EUA no exterior.

“Os jovens em particular que testemunharam essas guerras desastrosas não são vendidas com os benefícios dessa arquitetura global de segurança dos EUA ou da ideologia que leva a intervenções no exterior”, disse Mills.

Desde que assumiu o cargo em 2017, Trump continuou principalmente o uso rotineiro da força militar dos EUA no exterior, supervisionando ataques de drones no Oriente Médio e na África e assassinando o general iraniano Qassem Soleimani durante seu primeiro mandato.

Durante seu segundo mandato, ele refletiu abertamente sobre o uso da força militar para assumir o controle do Canal do Panamá e da Groenlândia.

O presidente Donald Trump sugeriu que ele poderia assumir o Canal do Panamá e a Groenlândia (Carlos Barria/Reuters)

Mas especialistas disseram que também compreendeu os benefícios políticos de se destacar como candidato anti-guerra e crítico de um estabelecimento de política externa que se desacreditou aos olhos de muitos eleitores.

Em sua campanha presidencial de 2024, por exemplo, Trump prometeu trazer um final rápido para as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, onde a guerra de Israel em Gaza matou mais de 49.617 palestinos – uma figura que os especialistas disseram que provavelmente é uma parte subcontinária, considerando os milhares de corpos ainda enterrados sob os escombros.

A posição de Trump na Ucrânia agradou muitos à direita, que veem suas ações como evidência de uma abordagem transacional que nos coloca os interesses nos EUA em primeiro lugar.

O presidente, por exemplo, pressionou a Ucrânia a conceder aos EUA acesso aos seus recursos minerais como compensação pelo custo da assistência militar dos EUA. Nesta semana, ele até flutuou o controle de mudança da infraestrutura energética da Ucrânia nas mãos dos EUA.

Mas Trump tem hesitado mais em aplicar pressão semelhante a Israel, mesmo quando o governo do primeiro -ministro Benjamin Netanyahu descarta um cessar -fogo que o próprio Trump se gabou de alcançar.

“Em geral, acho que vimos o governo Trump tomando certas decisões que refletem a disposição de investir a convenção de maneiras que algumas pessoas acham alarmante, como se aproximar das preferências russas para encerrar a guerra na Ucrânia”, disse Annelle Sheline, pesquisadora do Instituto Quincy para a estatística responsável, um tanque anti-interventente.

“Mas acho que Israel tem sua própria gravidade, e as políticas relacionadas a Israel não serão impactadas por alguns desses mesmos impulsos. Parece ter se tornado um ponto cego para esse governo, como era para Biden”.

Donald Trump levanta um punho enquanto fica ao lado de Benjamin Netanyahu
O presidente Donald Trump, à esquerda, recebe o primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu na Casa Branca em 4 de fevereiro (Leah Millis/Reuters)

Essa inconsistência aponta para tensões maiores na coalizão de Trump.

Enquanto a ambivalência e até a animosidade total em relação à Ucrânia se tornaram comum à direita, o escritor de política externa Matthew Petti, editor assistente da revista Libertarian-Laning Moter, disse que o movimento conservador está sendo puxado em direções diferentes quando se trata de Israel, um aliado de longa data dos EUA.

“A nova aversão a guerras estrangeiras, especialmente no Oriente Médio, sentou-se desconfortavelmente com a afinidade cultural de direita por Israel”, disse ele à Al Jazeera via texto.

“A questão tornou -se impossível ignorar ultimamente, quando Israel se tornou a principal justificativa para nós, emaranhado na região.”

Ele explicou que, embora um debate geracional maior sobre Israel e a política externa dos EUA se divirta, a extrema direita é especificamente levada a divisões internas.

Alguns, por exemplo, veem Israel como um modelo valioso para o nacionalismo muscular. Por outro lado, figuras como Nick Fuentes, que abraçam um anti-semitismo inabalável, se opõem ao abraço de Trump a Israel.

Como essas contradições se exercitarão no movimento de Trump ainda não foi visto.

Embora o apoio público a Israel tenha enfraquecido nos últimos anos, particularmente entre os jovens eleitores, o Partido Republicano permanece em grande parte a favor da assistência robusta dos EUA ao país do Oriente Médio.

E o próprio Trump parece ser pouco influenciado pelas divisões internas sobre seus ataques nos houthis.

“Os tremendos danos foram infligidos aos bárbaros houthi”, escreveu ele em um post de mídia social na quarta -feira. “Eles serão completamente aniquilados!”



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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