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Dois gráficos que demonstram uma temporada incomum de furacões em 2024 no Atlântico Norte

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La Administração Nacional Oceânica e Atmosférica avisado no final de maio : a temporada de furacões de 2024 promete ser movimentada. A agência americana responsável pela observação oceânica e atmosférica e, portanto, pelo monitoramento de furacões, estimou em 85% a probabilidade de ocorrer atividade de depressão acima do normal.

Devido às altas temperaturas nas águas do Atlântico Norte e do Golfo do México, bem como ao esperado retorno do La Niña no outono, que favorece a formação de tempestades, os cientistas previram, para o período de 1é de junho a 30 de novembro, que a bacia do Atlântico Norte sofreria entre oito e treze furacões. Quatro a sete seriam classificados como “principais” (pelo menos categoria 3 na escala Saffir-Simpson). Em 22 de outubro, já havia dez furacões, incluindo quatro grandes. Metade deles formou-se num período de duas semanas, entre 24 de setembro e 5 de outubro, após agosto e setembro relativamente calmos.

O início da temporada de furacões no Atlântico foi particularmente precoce e intenso com Beryl. Este furacão, classificado como categoria 5 em 2 de julho, formou-se na costa da Guiné antes de cruzar o Atlântico em direção a oeste. Desenvolveu uma energia total de 35,1 (medida calculada a partir do quadrado da velocidade máxima do vento) durante a sua passagem, o que representa um quarto da energia total acumulada durante a temporada.

Atividade de ciclones em 2024 está significativamente acima do normal

Energia acumulada das temporadas de furacões no Atlântico Norte desde 1851.

Os dados anteriores ao aparecimento das medições de satélite (em meados da década de 1960) são ligeiramente subestimados, e os anteriores a 1945 são significativamente subestimados.


2024


Temporadas anteriores


Normal (1991-2020)


Durante apenas dez dias, de 30 de setembro a 10 de outubro, Kirk, Leslie e Milton concentraram entre eles quase 45% da energia medida desde o início da temporada, com respectivamente 16,6, 11,4 e 16,7. Se Milton foi particularmente devastador aproximando-se da costa oeste da Flórida na categoria 3, antes de perderem potência em terra, Leslie e Kirk permaneceram no coração do oceano em sua potência máxima, sem causar danos humanos ou materiais.

No entanto, a energia desenvolvida por um furacão não é necessariamente representativa do perigo que representa, como em Helene testemunha. Formado em 23 de setembro na península da região mexicana de Yucatán, este furacão desenvolveu, segundo cálculos da Universidade Estadual do Colorado, apenas uma potência de 7,1, enquanto deixou pelo menos 227 vítimas e centenas de pessoas ainda desaparecidas – tornando-o o mais mortal furacão desde o Katrina em 2005.

Dez furacões no Atlântico desde o início da temporada

Rastreamento e intensidade do furacão

Surpreendeu populações raramente afetadas, nomeadamente na Carolina do Sul e do Norte, e na Geórgia, com ventos de até 150 km/h na pequena cidade de Valdosta, no interior. O tamanho excepcional de Helene, um dos maiores ciclones a atingir a costa americana (670 km de diâmetro), explica o nível extremamente destrutivo de submersão marinha, com recorde de 4,5 metros na costa de Big Bend, Flórida. Por outro lado, a sua “pontuação” permanece bastante baixa porque só foi classificado como furacão durante pouco mais de três dias.

O retorno gradual do La Niña durante o outono e as anomalias de temperatura observadas no Atlântico Norte poderão favorecer a formação de novas depressões em outubro e novembro, e prolongar esta temporada incomum de furacões.

A série “Em gráficos” des Décoders lança luz sobre as notícias de forma visual. Encontre todos os artigos em nossa seção.



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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