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Dois menores indiciados e presos
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Dois menores de 16 e 17 anos foram indiciados na segunda -feira, 27 de janeiro, e colocados em detenção pré -condicional na pesquisa sobre A morte de um adolescente de 14 anosesfaqueado depois de resistir ao vôo de seu laptop na noite de sexta -feira em Paris, informou a promotoria.
Os dois menores, que foram presos rapidamente após os fatos, foram indiciados por “Extoming com violência que levou à morte a Elias B. e violência voluntária a um menor de 15 anos sem incapacidade em seu amigo”disse a acusação.
Elias B. saiu de seu treinamento de futebol na sexta-feira, pouco antes das 20h. Em resposta à sua recusa, uma facada violenta foi levada ao ombro, havia dito a uma fonte policial e a promotoria.
Um amigo, que estava com ele, “Faça os primeiros gestos de sociedades e (um) permissão para identificar os atacantes “disse a acusação. Dirigindo no hospital com um prognóstico vital comprometido, a vítima morreu no meio -dia.
Conhecido pela justiça
Os dois menores, residentes no arroio 14ᵉ, foram presos logo após os fatos e colocados sob custódia policial. De acordo com o prefeito da polícia, Laurent Nuñez, questionou sobre Rtl Segunda de manhã, “Um reconheceu a tentativa de extorsão e a facada mortal”. Vôo do laptop “Foi o único celular, e ele provavelmente não conhecia a vítima”disse o prefeito.
Os dois meninos eram conhecidos pela justiça, de acordo com a promotoria. Um deles foi objeto de uma medida educacional judicial em dezembro de 2023 para atos de roubo e extorsão. Ambos foram apresentados à justiça em 30 de outubro de 2024 por roubo violento. Eles também proibiram de entrar em contato um com o outro.
A investigação, inaugurada inicialmente para “tentativa de homicídio com menos de 15 anos de idade e extorsão com uma arma”, foi reclassificada no sábado em “Extortion seguido de morte, crime que faz a perpetuidade incur”, de acordo com a promotoria. As investigações são realizadas pelos 3e Distrito policial judicial parisiense.
A morte de Elias B. despertou muitas reações. Seu clube de futebol, o PO, expressou em seu site e redes sociais suas “Dor enorme” Após a morte deste jogador U15 (menos de quinze anos), vítima de“Uma agressão terrível”.
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A prefeita do ecologista do distrito, Carine Petit, disse na BFM-TV que recebeu “Sinais de alerta, há pouco mais de um ano”, a respeito “Um pequeno grupo de jovens (Quem) voltou ao centro esportivo, atacou, violou ou ameaçou mais ou menos a sério ” regulares do estádio. O funcionário eleito disse que tinha “Traga respostas” para esta situação, mas essas medidas “Não era suficiente” Para os dois menores, ela observou.
“Aumento do poder”
Em um comunicado à imprensa, o senador Les Républicains (LR) e a ex-ministra Marie-Claire Carrère-Gégee, eleitos do distrito, denunciaram “A gueto de tantos distritos da arrondissement de 14ᵉ”. Para ela, Carine Petit e o prefeito PS de Paris, Anne Hidalgo, Veil “O rosto da séria insegurança que reina lá”.
O prefeito Nuñez deplorou “Uma ascensão, um aumento da violência entre menores, que se torna insuportável”. Derramar “Certas categorias de fatos, estou pensando em particular de roubos (com) Violência na aglomeração de Paris, um terço dos entrevistados são menores ”ele acrescentou.
O ministro do Interior, Bruno Retailleau, disse que estava “Horrorizado com essa violência livre, o resultado da perda de rolamentos e o colapso da autoridade”Sábado em x, e denunciou um ato “Bárbaros”. Por sua vez, o goleiro dos SEALs, Gérald Darmanin, reuniu -se na segunda -feira todos os promotores “Para dar a eles as instruções da política criminal” Em resposta a recentes “Fatos de violência inaceitável”.
O mundo com AFP
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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