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Dólar tem nova alta e encosta nos R$ 5,70 com fiscal, na 3ª semana de ganhos seguida

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 O dólar comercial encerrou a sessão com valorização nesta sexta-feira. Nas negociações do dia, a moeda renovou máximas mesmo após abertura negativa. A divisa se manteve firme em um patamar elevado, ao fim de uma semana que teve dados fortes dos Estados Unidos e ampliação do pessimismo em relação à economia da China, e atingiu a terceira semana consecutiva em alta.

Qual a cotação do dólar hoje?

O dólar à vista fechou o dia em alta de 0,71%, cotado a 5,7004 reais. Com isso, a divisa completou a terceira semana consecutiva de ganhos ante o real, com elevação acumulada de 1,51% nos últimos cinco dias.

Somente em outubro o dólar já subiu 25 centavos de real, acumulando alta de 4,61%.

Às 17h08, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,82%, a 5,7065 reais na venda.  

No fim da manhã o Banco Central vendeu todos os 14.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados em leilão para rolagem do vencimento de 2 de dezembro de 2024.

Leia também: Dólar pode seguir se valorizando com juros altos por mais tempo nos EUA?

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Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,700
  • Venda: R$ 5,700

Dólar turismo

  • Compra: R$ 5,694
  • Venda: R$ 5,874

A moeda norte-americana oscilou no território positivo no Brasil durante praticamente todo o dia, a despeito do ambiente global mais favorável ao risco após alguns anúncios da China.

O país asiático informou que seu Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre subiu 0,9% ante os três meses anteriores e teve alta de 4,6% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Economistas ouvidos pela Reuters projetavam elevações de 1,0% e 4,5%, respectivamente.

Já a produção industrial chinesa subiu 5,4% em setembro na comparação anual, ante 4,5% projetados, enquanto as vendas no varejo avançaram 3,2% no mês passado, ante 2,5% das projeções.

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Para além dos números, o Banco do Povo da China solicitou às instituições financeiras que aumentem o apoio ao crédito para a economia real e deu início a duas iniciativas para injetar 112,38 bilhões de dólares em seu mercado de ações.  

O noticiário da China, apesar de misto, fez o dólar ceder em relação às demais moedas fortes e ante a maior parte das divisas de emergentes, em um ambiente de busca por ativos de maior risco.

O Brasil era uma exceção. Por um lado, o real era penalizado por mais um dia de queda do minério de ferro e do petróleo — produtos importantes na pauta exportadora brasileira. Por outro, a divisa brasileira foi novamente penalizada pelas preocupações quanto ao equilíbrio fiscal do governo Lula.  

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“O mercado está desacreditando das promessas do governo, que fala e não mostra nada de concreto na área fiscal. Assim, quando o dólar cai sempre aparecem compradores refazendo posições na moeda”, comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.

Essa desconfiança com a área fiscal fez o real ser uma das moedas mais enfraquecidas no mercado global nesta sexta-feira.

“O cenário local aqui (está) pesando desde cedo. Tanto que, ao menos durante boa parte da manhã, estávamos com o pior desempenho entre todas as moedas emergentes e ligadas a commodities”, comentou o diretor da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo.

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“O mercado (está) ampliando seu ceticismo, de forma agora consistente, em relação à capacidade do governo em cortar gastos”, acrescentou.

Neste cenário, após registrar a cotação mínima de 5,6297 reais (-0,54%) às 9h01, logo após a abertura, o dólar à vista escalou até uma máxima de 5,7035 reais (+0,76%) às 16h39, pouco antes do fechamento.

O pessimismo com as contas públicas sustentou as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) e o dólar ante o real ainda que não tenham surgido nesta sexta-feira, na avaliação de profissionais ouvidos pela Reuters, notícias novas — nem positivas, nem negativas — no front fiscal.

Durante evento em São Paulo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a dizer que o Brasil precisa crescer de forma sustentável. No mesmo evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou a abertura de crédito especial para pessoas prejudicadas pelo apagão em São Paulo.

No exterior, no fim da tarde o dólar seguia em queda ante as divisas fortes e ante a maioria das moedas de emergentes. Às 17h21, o índice do dólar =USD — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,30%, a 103,470.

(Com Reuters)

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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